segunda-feira, 2 de março de 2015

Descubra os 25 melhores vinhos recém-lançados na Argentina segundo Stephen Tanzer!


Segundo análise de Stephen Tanzer, os vinhos argentinos (sobretudo os malbecs mendocinos) continuam a fazer muito sucesso e estão ampliando ainda mais sua participação no mercado internacional de vinhos.

Apesar de haver uma certa concorrência predatória que leva a uma queda nos preços, os produtores mais conscientes continuam a manter o foco na qualidade e busca por fazer vinhos distintos em terrenos mais privilegiados e com os níveis ideais de maturação das uvas.

Para melhorar as coisas, graças a uma safra 2013 onde a fase de desenvolvimento das uvas foi bastante fresca, os vinhos resultantes estão se mostrando surpreendentemente vibrantes e refinados. Portanto, se você está entre aqueles que tem evitado os vinhos argentinos por associá-los com tintos "quentes", onde o sol do deserto contribui para a presença de aromas de frutas cozidas, álcool elevado, baixa acidez e taninos rústicos, pode ser o momento perfeito para repensar seus conceitos.

Veja os 25 melhores vinhos lançados na Argentina segundo Tanzer (com notas e preço médio no mercado internacional):


Catena Zapata Nicasia Vineyard Malbec 2011 (96 pontos) US$ 150
Catena Zapata White Bones Adrianna Vineyard Chardonnay 2011 (95+ pontos) US$ 125
Catena Zapata White Stones Adrianna Vineyard Chardonnay 2011 (95+ puntos) US$ 100
Viña Cobos Volturno 2012  - 97% Cabernet Sauvignon 3% Malbec - (95 pontos) US$ 230
Catena Zapata Malbec Argentino 2011 (94+ pontos) US$ 135
Catena Zapata Adrianna Vineyard Malbec 2011 (94+ pontos) US$ 150
Terrazas de los Andes Cheval des Andes 2010 (94+ pontos) US$ 90
Achaval Ferrer Finca Bella Vista Malbec 2012 (94 pontos) US$ 115
Gran Enemigo Cabernet Franc Gualtallary 2011 (93+ pontos) US$ 110
Viña Cobos Malbec 2012 (93+ pontos) US$ 210
Catena Zapata Malbec Alta 2011 (93 pontos) U$S 60
Viña Cobos Bramare Malbec Marchiori Vineyard 2012 (93 pontos) US$ 90
Nicolas Catena Zapata 2011 (92+ pontos) US$ 135
Chacra 55 Pinot Noir 2013 (92+ pontos) US$ 50
Catena Zapata Cabernet Sauvignon Alta 2011 (92+ pontos) US$ 55
J Alberto Malbec 2013 (92+ pontos) US$ 54
Noemia Malbec 2012 (92+ pontos) US$ 133
Susana Balbo Brioso 2012 (92+ pontos) US$ 45
Viña Cobos Bramare Malbec Zingaretti Vineyard 2012 (92+ pontos) US$ 90
Viña Cobos Bramare Malbec Rebon Vineyard 2012 (92+ pontos) US$ 90
Gran Enemigo Cabernet Franc Afrelo 2011 (92+ pontos) US$ 110
Achaval Ferrer FincaAltamira Malbec 2012 (92 pontos) US$ 115
Susana Balbo Benmarco Expresivo 2013 (92 pontos) US$ 35
Tacuil Viñas de Dávalos 2013 (92 pontos) US$ 100
Enzo Bianchi 2010 (92 pontos) US$ 55

Fonte: Vinous

domingo, 1 de março de 2015

Essência do Vinho, o mais importante evento de vinhos de Portugal divulga seu Top 10 de 2015!


A 12ª edição do Essência do Vinho, evento vínico realizado na cidade do Porto, em Portugal, reuniu entre os dias 26 de fevereiro e 1º de março deste ano o que há de melhor em vinhos portugueses, com mais de 3.000 rótulos à prova.

No primeiro dia do evento, um júri internacional reunido no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, avaliou às cegas um conjunto de 56 vinhos portugueses (entre brancos, tintos e fortificados), pré-selecionados pela equipe da revista WINE, organizadora do evento. Entre os jurados vindos da Alemanha, Reino Unido, Espanha, Suécia, Dinamarca, Polônia, Brasil e de Portugal, estavam o único Master of Wine (MW) de língua portuguesa, o brasileiro Dirceu Vianna Júnior, a MW britânica Joanna Locke, o editor de vinhos da revista francesa Gault Millau, Eric Riewer, e o experiente crítico de vinhos espanhol, José Peñín.

Concluída a prova das 56 amostras, o júri chegou ao veredito que determinou o Top 10 do evento, compreendendo 1 vinho fortificado (generoso), que obteve a maior pontuação da prova, 1 vinho branco e outros 8 vinhos tintos:  

1º vinho fortificado: JMF Moscatel de Setúbal Superior 1911, José Maria da Fonseca, Península de Setúbal
1º vinho branco: Quinta dos Carvalhais Branco Especial, Sogrape Vinhos, Dão
1º vinho tinto: Menino António Alicante Bouschet 2012, Herdade da Malhadinha Nova, Regional Alentejano
2º vinho tinto: Malhadinha 2012, Herdade da Malhadinha Nova, Alentejo
3º vinho tinto: Quinta Vale D. Maria Vinha do Rio 2012, Lemos et Van Zeller, Douro
4º vinho tinto: Quinta do Ribeirinho Baga Pé Franco 2010, Luis Pato, Bairrada
5º vinho tinto: Terrenus Reserva Vinhas Velhas 2011, Rui Reguinga, Regional Alentejano
6º vinho tinto: Procura 2012, Susana Esteban, Regional Alentejano
7º vinho tinto: Antónia Adelaide Ferreira 2010, Sogrape Vinhos, Douro
8º vinho tinto: Dona Maria Reserva 2009, Júlio Bastos, Alentejo

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Maison Lanson começa a usar barricas de carvalho para incrementar seus champagnes!


Após um vultoso investimento de 15 milhões de euros na renovação das instalações de sua adega, a tradicional maison de Champagne Lanson decidiu começar a usar barricas e tonéis de carvalho para incrementar a qualidade de seu Black Label Brut NV, segundo informou o novo chef de cave Hervé Danton.

Os tonéis são destinados para os vinhos base dos futuro Black Label Brut NV, enquanto que as barris no centro (foto acima) estão reservadas para o amadurecimento dos vinhos usados no Clos Lanson, rótulo que deverá ser lançado ainda este ano.

De acordo com Danton, a madeira trará "arredondamento e cremosidade" extra para o Lanson Brut NV, que não sofre fermentação malolática, e, consequentemente, possui uma firme estrutura ácida.

Os primeiros vinhos colocados nos novos tonéis eram da safra passada, significando que os consumidores só verão os resultados da influência do carvalho no champagne depois de uns três anos, já que o Black label necessita de pelo menos 30 meses de envelhecimento sobre as borras antes de ser liberado.

"Colocar os vinhos que não passaram pela malolática em grandes tonéis de carvalho traz muita cremosidade ao paladar e maior complexidade", comentou Danton, ressaltando que esses novos tonéis foram usados apenas para o envelhecimento dos vinhos, e não para sua fermentação.

Os novos recipientes de carvalho também estão sendo usados para amadurecer os vinhos de reserva da maison, aqueles vinhos das safras anteriores usados ​​para fazer o blend final com o vinho base da safra mais recente e produzir os non-vintage da Lanson.

É importante ressaltar que isso não chega a ser uma "inovação" na Champagne, antes da chegada dos tanques de aço inoxidável na indústria do vinho nos anos 1970, as maisons empregavam tonéis de carvalho tanto para fermentar quanto para amadurecer seus champanhes. Às vezes, uma volta ao passado faz muito bem ao vinho!

Fonte: The Drinks Business

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Direto da Taça: Zorzal Eggo Filoso Pinot 2013, uma grata surpresa das alturas de Gualtallary!

Zorzal Eggo Filoso Pinot 2013

A jovem vinícola Zorzal, fundada a menos de uma década e pertencente a investidores canadenses e aos enólogos Matias e Juan Pablo Michelini, vem conquistando um importante espaço no cenário vitivinícola da Argentina nos últimos anos. 

Situada em Gualtallary, na região mais elevada do Valle de Uco (1.350 metros acima do nível do mar) e aos pés do vulcão Tupungato, a Zorzal tem explorado esse terroir com muito zelo e sabedoria, produzindo vinhos que valorizam a fruta fresca em detrimento da sobrematuração e do uso de madeira. Na contra-mão da maioria das vinícolas argentinas modernas, mas já antecipando uma nova tendência, ela vem dando ênfase a austeridade e não a exuberância em seus vinhos. 

Graças a essa filosofia enológica e a qualidade do terroir de Gualtallary, finalmente degustei um Pinot Noir argentino produzido fora da Patagônia que me surpreendeu positivamente. O Filoso Pinot 2013 mescla uma ótima estrutura tânica, com acidez vibrante e tipicidade da casta com grande precisão. 

Matias Michelini e um de seus tanques de cimento

Elaborado dentro de peculiares cubas de cimento em formato de ovo, onde os cachos de uva são colocados inteiros para causar a fermentação alcoólica dentro das bagas (processo conhecido como fermentação carbônica) durante pelo menos oito meses (podendo chegar a 18 meses). Terminado esse processo, o mosto é finalmente prensado e retorna aos "ovos" de cimento por mais 6 meses antes de ser engarrafado diretamente dali, sem nenhum tipo de trasfega ou filtração.

Seguindo esse método de vinificação, os irmãos Michelini suplantaram todas as minhas expectativas para um Pinot Noir vindo da macrorregião mendocina. Apesar de uma certa turbidez na cor (algo esperado para um vinho elaborado deste modo), a paleta aromática e a sensação de frescor e mineralidade obtida é extremamente agradável. Tudo isso combinado com uma dose moderada de álcool (12,8%), torna o Filoso uma grande referência para novos vinhos baseados na Pinot Noir nesta zona vinícola. Que esse vinho tenha discípulos!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O Fim de uma Era: Robert Parker passa o "cetro" das avaliações de Bordeaux para Neal Martin!


Durante uma conferência de imprensa realizada ontem em Londres, Robert Paker, o veterano e controvertido crítico de vinhos e fundador da Wine Advocate, confirmou que a partir de agora a responsabilidade pelas avaliações en primeur dos vinhos de Bordeaux passou para Neal Martin, membro desde 2006 da equipe de avaliadores da publicação. 

Descrevendo essa mudança como inevitável e natural, Parker que acompanha as campanhas en primeur desde 1978, disse que isso não indica o fim de sua carreira nem de seu envolvimento com o Bordeaux. Ele vai continuar a avaliar os vinhos após o lançamento e reavaliar safras antigas (aliás o mercado está ansioso pela nova análise dele sobre a evolução da safra 2005).

Apesar disso, esse processo de afastamento gradual dos vinhos de Bordeaux é um movimento que vai definir uma nova geração de críticos, especialmente de seu sucessor. A própria Wine Advocate faz questão de afirmar que a equipe da publicação é muito mais do que apenas Robert Parker. 

Robert Parker pode não ter desaparecido completamente do cenário de Bordeaux, mas será interessante observar a influência que esse novo "Team Wine Advocate" terá sobre o mercado de vinhos. Algo que só o tempo e as safras nos dirão...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Direto da Taça: Catena Zapata Estiba Reservada 2003, chegando aos 12 anos com maestria!

Catena Zapata Estiba Reservada 2003

Um dos vinhos mais singulares da bodega argentina Catena Zapata, o Estiba Reservada dispensa maiores apresentações. Elaborado com uma mescla de castas (Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Petit Verdot e Malbec) oriundas de vinhas selecionadas da região de Agrelo, com destaque para as vinhas velhas do vinhedo "La Piramide", o lote que vai dar origem ao Estiba Reservada fermenta em pequenas barricas de carvalho francês e amadurece nelas por longos 24 meses. Após esse prazo, é feita uma rigorosa seleção das melhores barricas que vão gerar as cerca de trinta mil garrafas produzidas apenas nos anos em que a safra atinge o nível de qualidade esperado. 

Diferentemente da maioria dos vinhos argentinos, o Estiba Reservada é idealizado como um vinho de guarda, estruturado para afinar lentamente seus poderosos taninos e atingir seu apogeu a partir da primeira década de vida. Isso se dá graças a qualidade das uvas e elevada altitude dos vinhedos (acima dos 1000 metros), onde a amplitude térmica entre os dias quentes e as noites geladas contribui decisivamente para dar ao vinho os atributos necessários para envelhecer bem e oferecer ótima complexidade de aromas e sabores.

Impressões de degustação:
Apesar de muita gente torcer o nariz para esses vinhos considerados "pesados" da Argentina (muitos realmente são), tenho muita admiração pelo trabalho da Catena Zapata, principalmente nos vinhos elaborados com blends de castas, onde o Estiba Reservada e o Nicolas Catena são seus melhores exemplos. 

Mesmo aos 12 anos de idade ele ainda mostra na cor todo o vigor das uvas que o formaram, quase sem dar pistas de sua evolução. Rico em aromas de ameixas secas, café expresso, chocolate amargo e notas de pimenta negra, couro e defumados, ele proporciona grande prazer olfativo. Complementado por um paladar carnudo, sedoso e muito intenso, esse Estiba 2003 exibiu ótima acidez e é um verdadeiro colosso dentro de seu estilo. Poderia passar facilmente por um excelente tinto de Bordeaux da mesma safra.

O único aspecto negativo que vejo nele atualmente é o custo extremamente elevado (mesmo na Argentina ele está caro), ultrapassando com folga o valor do Nicolas Catena. Com a expressiva escalada do dólar, a importadora brasileira (Mistral) o está vendendo por salgadíssimos R$775! Assim não dá...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Winetube: Jerez & El Mistério del Palo Cortado, para os amantes desses vinhos de estilo único!


O diretor José Luis López Linares reuniu grandes produtores de Jerez para tentar desvendar os mistérios e secretos por trás desse grande tesouro vinícola da Espanha. O documentário "El Misterio de Palo Cortado" busca retratar os vinhos de Jerez em consonância com a terra de onde ele vem e as pessoas que o elaboram. 

Apresentado com sucesso pela primeira vez durante o último Festival Internacional de Cinema de Berlim, esse documentário de 88 minutos aborda os diversos aspectos que envolvem a produção dessa típica bebida da região da Andaluzia, no sul da Espanha, sem paralelo em nenhum outro lugar do mundo.

Enquanto não há uma previsão de seu lançamento aqui no Brasil, assista esse trailer que dá uma breve dimensão do que ele apresenta na íntegra:



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Direto da Taça: Vale de Ancho Reserva Tinto 2006, uma rara preciosidade alentejana!

Vale de Ancho Reserva 2006

Oriundo de vinhas situadas em Montemor-o-Novo, no distrito de Évora, esse grande tinto do Alentejo é produzido na Herdade do Menir (Sociedade Agrícola Gabriel F. Dias e Irmãs) apenas em safras de alta qualidade sob os cuidados da dupla de enólogos João Melícias e Jorge Páscoa.

Elaborado sempre em pequenas quantidades (5.000 garrafas na safra 2006) a partir de um blend de Alicante Bouschet e Aragonês, o Vale de Ancho estagia por 9 meses em barricas de carvalho francês e refina seus taninos por mais um ano em garrafa antes de ser lançado. 

Degustei o Vale de Ancho pela primeira vez na safra 2001 e o encanto foi imediato. Outras garrafas de 2001 e das safras 2003 e 2004 se seguiram ao longo dos anos e a qualidade sempre esteve dentro, e até acima de minhas expectativas iniciais, enaltecendo as virtudes que a Aragonês e a Alicante Bouschet apresentam naquele terroir.

A primeira prova desta safra 2006 não foi diferente, um vinho de coloração rubi escura, concentrada e brilhante, que confirmou nos aromas e sabores toda a sua magnitude. Notas de ameixas secas e alcaçuz invadem o olfato e trazem com elas traços sutis de baunilha, cedro e couro. No palato, os taninos potentes mas bem polidos se fundiram perfeitamente com a discreta presença de madeira e uma acidez mediana mas bem equilibrada, dentro do que se poderia esperar de um tinto alentejano. Final de boca longo, suave e muito harmonioso. Em minha opinião, um dos melhores exemplares de todo o Alentejo!

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Vivino: Brasil possui a segunda maior base de usuários do aplicativo de vinhos!


O Brasil tem um consumo estimado de 355 milhões de litros de vinho por ano, colocando-o como o segundo maior mercado da América do Sul, logo atrás da Argentina e à frente do Chile. Apesar desse notável desempenho, a popularidade do vinho no Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer. A cerveja e os destilados ainda dominam o mercado e respondem por 80% do consumo de bebidas alcoólicas no país.

O consumo atual de vinho no Brasil situa-se na faixa dos 1,9 litros por ano, uma pequena fração da líder Argentina, onde o consumo anual ultrapassa os 30 litros de vinho. Por outro lado, no que diz respeito ao uso de aplicativos de sobre vinhos, os números são bem diferentes.


Um dos maiores exemplos dessa dicotomia é o aplicativo Vivino, desenvolvido para a consulta, compartilhamento e comentários sobre vinhos. Segundo dados apresentados pelo Vivino, o Brasil tem a segunda maior base de usuários do aplicativo no mundo, ficando atrás apenas dos EUA, refletindo o crescente interesse que a bebida desperta no consumidor brasileiro.

Até agosto de 2014, mais de 711 mil pessoas já tinha feito o download do aplicativo Vivino no Brasil. Nos últimos 20 meses, o número de usuários aumentou 730% (veja gráfico acima). Esse número deve continuar a crescer exponencialmente já que os analistas do mercado brasileiro acreditam que o consumo de vinhos deve chegar aos 2,6 litros por pessoa até o final de 2016, podendo alcançar 9 litros/pessoa nos próximos 15 anos.

Fonte: Vivino

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Usuários do fórum de vinhos espanhol Verema elegem os melhores vinhos do país em 2014!


O resultado da votação pública para o Prêmio Verema 2014, um dos maiores fóruns sobre vinho da Espanha e da Europa, realizada entre os dias 17 de novembro de 2014 e 18 de janeiro de 2015, foi divulgada em Valencia no dia 21 de janeiro e revelou os vencedores das 13 categorias deste ano.

Entre as categorias mais importantes, aquelas que elegem os melhores vinhos da Espanha em 2014 (tintos, blancos, rosados, generosos, dulces e espumosos) o grande destaque ficou por conta da D.O.Ca Rioja, que levou a melhor nos tintos, brancos e rosés.

Veja a seguir os três melhores vinhos em cada uma das categorias principais do Prêmio Verema 2014:
  
“Mejor Vino Tinto español del año 2014”
Marqués de Riscal 150 aniversario Gran Reserva 2004
Pago de Carraovejas Cuesta de las Liebres 2009
Ferrer Bobet Selección Especial 2010

“Mejor Vino Blanco español del año 2014”
Viña Tondonia blanco Reserva 1999
As Sortes 2012 
Pazo Señorans 2013

“Mejor Vino Rosado español del año 2014”
Muga rosado 2013
Chivite Gran Feudo Rosado 2013
Pago del Vicario PV 2013

“Mejor Vino Generoso español del año 2014”
Palo Cortado de Añada González Byass 1982
La Bota de Palo Cortado 47 (Bota NO)
González Byass Fino Tres Palmas

“Mejor Dulce español del año 2014”
Secret del Priorat 2011
Matusalem Oloroso Dulce muy viejo
Ximénez-Spínola Old Harvest

“Mejor Espumoso español del año 2014"
Gramona Imperial Gran Reserva 2008
Tantum Ergo Pinot Noir Rosé 2011
Recaredo Brut Nature Gran Reserva 2008