quinta-feira, 24 de julho de 2014

Milagre: Surgiu um "rio de vinho" em Bento Gonçalves! Mas ele já secou...

O "rio de vinho" percorrendo as ruas de Bento Gonçalves...

Em tempos de seca em várias regiões do país, surgiu um legítimo "rio de vinho" dentro da cidade gaúcha de Bento Gonçalves. Conforme informações fornecidas pelo site de notícias regionais Leouve, no início da tarde de ontem, um vinhoduto de PVC, pertencente a Cooperativa Vinícola Aurora, se rompeu entre a matriz da empresa e uma de suas unidades auxiliares, espalhando um grande volume de vinho pelas ruas adjacentes. 

Assim que o incidente foi percebido, a transferência do vinho foi interrompida para impedir que algum dano ou prejuízo maior pudesse ocorrer. Para sanar definitivamente o problema, a Aurora pediu autorização da prefeitura da cidade para abrir a rua e descobrir onde ocorreu o vazamento na tubulação. 

Depois desse episódio, nenhum enoturista que visitar a cidade poderá duvidar da palavra dos habitantes locais quando eles disserem que, pelo menos por um dia, eles tiveram um "rio de vinho" correndo pela cidade...

terça-feira, 22 de julho de 2014

Stephen Tanzer elege os 6 Malbecs de melhor custo x benefício da Argentina!


Em recente edição da Winophilia, sua própria publicação sobre vinhos, Stephen Tanzer destacou a excelente qualidade dos malbecs argentinos na seção "Screaming Values", focada em rótulos comercializados por menos de US$16 (no mercado americano, é claro...). 

Os rótulos argentinos selecionados por Tanzer permitem que o consumidor desfrute de um nível de qualidade equivalente aos vinhos pontuados com 90 ou mais pontos na "International Wine Cellar" por um preço realmente convidativo. 

Na visão de Tanzer, os produtores argentinos ávidos para se destacar no competitivo mercado americano, elaboram vinhos magníficos e os exportam por valores que permitem um preço final baixo dos US$20 nos EUA, muitos deles com potencial para custar o dobro ou mais. Os 6 grandes destaques neste segmento segundo ele são: Dominio del Plata BenMarco Malbec 2012, Terrazas de los Andes Malbec Reserva 2011, La Posta Malbec 2012, TintoNegro Limestone Block Malbec 2013, Decero Malbec Remolinos Vineyard 2012 e  Durigutti Malbec HD Clasico 2013

No mercado brasileiro, o preço médio desses varia entre 60 e 100 reais, uma faixa de preço proporcionalmente mais alta que sua equivalência nos EUA, mas ainda assim bastante razoável para os consumidores em geral. Fica a dica...

domingo, 20 de julho de 2014

International Wine Challenge: conheça os cinco grandes campeões de 2014!


Considerado como um dos concursos de maior prestígio em todo o mundo, o International Wine Challenge chegou a sua 31ª edição em 2014 reunindo milhares de rótulos de todas as partes do mundo. Após uma série de etapas classificatórias onde um grupo de pelo menos 10 juízes diferentes avaliaram os vinhos selecionados, chegaram-se aos cinco rótulos, um de cada categoria (tinto, branco, espumante, fortificado e doce), merecedores dos Champion Wine Awards

Champion Wine Awards  
Alois Kracher Trophy for Champion Sweet Wine 2014
Weingut Horst Sauer Escherndorfer Lump Riesling Trockenbeerenauslese 2012 
IWC Champion Fortified Wine 2014
Morris Wines Old Premium Rare Liqueur Tokay
Daniel Thibault Trophy for Champion Sparkling Wine 2014
Piper-Heidsieck Rare Millésimé 2002
IWC Champion White Wine 2014
Campolargo 2011
IWC Champion Red Wine 2014
Jean Claude Boisset Clos de la Roche Grand Cru 2012 

Para ver a lista completa de todos os vinhos premiados no evento, basta clicar no link.

Por dentro das vinícolas clássicas da Rioja: Compañia Vinícola del Norte de España (CVNE), aqui nasce o grandioso Imperial!

CVNE: tradição vínica construída sem esquecer a importância da modernidade...

Para completar a "trilogia" de vinícolas visitadas em Haro, no coração da Rioja Alta, não poderia deixar de falar da Compañia Vinícola del Norte de España (CVNE), também conhecida como "Cune", outra das mais tradicionais empresas do segmento e que atinge neste ano de 2014 a expressiva marca de 135 anos de existência.

Instalada no mesmo bairro histórico chamado "La Estación" onde também estão a Viña Tondonia e La Rioja Alta, a CVNE percorreu todas essas décadas produzindo vinhos fiéis ao estilo que fez a fama da Rioja, mesclando as uvas Tempranillo com doses calculadas de Graciano e Mazuelo, amadurecidas longamente em barricas de carvalho (americano e francês) e posteriormente nas próprias garrafas.

Nave Eiffel: aqui amadurecem os melhores vinhos da CVNE

Mesmo dotado de um espírito que valoriza a tradição vinícola da Rioja, a CVNE sempre esteve em busca de inovações para produzir seus vinhos com maior qualidade e eficiência. Talvez a maior demonstração disso seja a Nave Eiffel, projetada por Gustave Eiffel (o mesmo da torre que se tornou um símbolo de Paris) em 1890. O projeto do edifício, moderníssimo para a época, foi o primeiro da região a dispensar pilares de sustentação em seu interior, graças a estrutura metálica desenhada por Eiffel, possibilitando um melhor aproveitamento e manuseio das barricas em seu interior.

A porta do "cofre"...

Mais de um século de garrafas cuidadosamente preservadas...

... esperando o momento especial de ser abertas!

Produzindo vinhos de alta qualidade e reconhecida capacidade de guarda por tanto tempo, não seria difícil imaginar que a CVNE preservasse um bom estoque de vinhos antigos em suas adegas, mas a realidade é ainda mais surpreendente: as fotos acima ilustram um pouco do imenso tesouro líquido que ela possui, incluindo até mesmo garrafas do século XIX. Um espetáculo vínico cuja sensação eu não poderia descrever em palavras, apenas vivenciar.

Terminada a visita, vamos ao Imperial! Apesar de ter incluído em seu portfólio um vinho "ícone" e de caráter moderno chamado Real de Asua, lançado pela primeira vez em 1994, feito apenas com Tempranillo e amadurecido em pequenas barricas de carvalho novo francês, o mais importante rótulo da CVNE continua a ser ele (nas versões Reserva e Gran Reserva), sendo produzido apenas nas safras de qualidade excepcional.


Lançado há quase um século (nos anos 1920), o rótulo "Imperial" deve seu nome a uma história bem curiosa: os primeiros lotes do vinho que começaram a ser enviados para o mercado inglês foram envasados em garrafas com uma capacidade pouco menor que as atuais (750 ml), conhecidas na Inglaterra como "Imperial Pint" (cerca de 568 ml). O nome "Imperial" acabou pegando e logo foi incorporado pela CVNE...

Para os apreciadores dos vinhos da Rioja esse rótulo já era uma antiga e confiável referência, figurando entre os melhores da região. Mas em tempos de globalização, da difusão do conhecimento (e do gosto) através de mídias especializadas e da internet, bastou que a safra 2004 do Imperial Gran Reserva recebesse o posto de vinho nº 1 no ranking Top 100 da revista americana Wine Spectator em 2013 para que ele se tornasse um rótulo desejados por enófilos e consumidores em todo o mundo.

O resultado desse afã em torno do vinho gerou um fato inédito na história da CVNE: ela foi obrigada a lançar a safra 2007 alguns meses antes do habitual pelo simples fato de que todo o estoque comercial das safras 2004 e 2005 foi vendida numa velocidade nunca vista antes e as encomendas por novas garrafas não paravam de chegar.

Imperial Gran Reserva 1970 esperando que eu tenha coragem de abri-lo...

Deixando de lado essas "febres" causadas por notas elevadas e rankings de todos os tipos, fique tranquilo, o Imperial Gran Reserva é um vinho que evolui muito bem e merece ser degustado após uns bons anos de guarda. Se você não achar o 2004 ou 2005, fique certo que de estará muito bem servido com um 2001, 1999, 1996, 1994, 1982, 1973, 1970 ou o legendário 1964! Todos eles ainda podem ser achados no mercado internacional, provavelmente até mais facilmente que esse badalado 2004.

Ah, o mais importante: se passar pela Rioja, não deixe passar a oportunidade e faça uma visita nessa emblemática vinícola espanhola...


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Painel de Degustação: Saint-Émilion Grand Cru Classé 1999, 2000 e 2001, a Margem Direita em plena evolução!

Saint-Émilion: onde a alquimia entre Merlot e Cabernet Franc é mais do que perfeita...

Como de costume, este painel de degustação às cegas reuniu oito rótulos da região de Saint-Émilion, dentro da abrangente classificação "Saint-Émilion Grand Cru Classé". Composta de nomes bem conhecidos como os châteaux Pavie Macquin, Berliquet e Monbousquet até outros nem tanto como o Château Croix de Labrie e o Clos St. Martin, os vinhos da degustação só eram conhecidos na medida em que iam sendo "eliminados" pelos degustadores, gerando as habituais "surpresas" entre os participantes (como o Pavie Macquin 2000 em 5º lugar).

De maneira geral, todos os vinhos degustados apresentaram-se muito bem, graças a qualidade média das safras provadas (especialmente da mítica 2000) e ao fato de que eles já terem atingindo um ponto de evolução no qual pudessem começar a expressar todo seu potencial vínico. Aliás, vejo nisso um aspecto bastante interessante a ser observado pelos apreciadores dos vinhos de Bordeaux, especialmente os menos pacientes, já que normalmente a Margem Direita (St-Émilion e Pomerol) com sua combinação de Merlot e Cabernet Franc oferece vinhos cujo apogeu é de 8 a 10 anos mais precoce que na Margem Esquerda (Médoc).

A classificação final dos vinhos no painel trouxe um retrato bastante fidedigno do momento que eles vivem, ainda cheios de jovialidade frutada e trazendo as primeiras nuances da complexidade aromática e gustativa que fizeram a fama desses vinhos.

Na minha avaliação pessoal, ligeiramente fora da média do grupo, destaquei como os três melhores do painel: Château Croix de Labrie 2000, Château Barde-Haut 2001 e Clos St. Martin 2000. Veja a seguir o resultado geral dos vinhos com sua composição (blend) e notas da crítica especializada:     

8º lugar: Château Berliquet 2001 (RP89/WS88)
70% Merlot, 25% Cabernet Franc e 5% Cabernet Sauvignon

7º lugar: Thunevin Clos Badon 2001 (RP87/WS84)
50% Merlot e 50% Cabernet Franc

6º lugar: Château Ferrand-Lartigue 1999 (RP89)
85% Merlot e 15% Cabernet Franc

5º lugar: Château Pavie Macquin 2000 (RP95/WS92)
70% Merlot, 25% Cabernet Franc e 5% Cabernet Sauvignon

4º lugar: Château Croix de Labrie 2000 (RP91/WS90)
75% Merlot e 25% Cabernet Franc

3º lugar: Château Monbousquet 2000 (RP93/WS89)
60% Merlot, 30% Cabernet Franc e 10% Cabernet Sauvignon

2º lugar: Clos St-Martin 2000 (WS91)
75% Merlot e 25% Cabernet Franc

1º lugar: Château Barde-Haut 2001 (RP88/WS90)
90% Merlot e 10% Cabernet Franc

Depois de alguns painéis focados nos vinhos do "Velho Mundo", a próxima parada da Desconfraria será nos potentes tintos da Argentina. A seleção irá reunir rótulos de safras com 12 anos ou mais (2000 a 2002) de amadurecimento, buscando observar o comportamento desses vinhos após um bom tempo de guarda. Fiquem de olho!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Catad'Or Santiago 2014: conheça os melhores vinhos chilenos premiados no evento!


O Catad'Or chega a sua 19ª edição mantendo-se como uma das mais importantes competição de vinhos do Chile, cumprindo seu compromisso de difundir mundialmente a excelência do vinho chileno, através de uma competição que confere aos premiados, uma grande distinção perante o mercado consumidor internacional. 

A edição deste ano, ocorrida entre os dias 4 e 6 de julho, teve o privilégio de ter o júri internacional presidido pelo brasileiro Carlos Cabral, notório especialista em vinhos, que coordenou a avaliação de mais de 400 rótulos chilenos inscritos no evento.

Conheça a seguir, todos os vinhos premiados nesta edição, especialmente aqueles agraciados com a menção "Best in Show", os melhores nas principais categorias da premiação:

Best in Show Late Harvest: La Reserva de Caliboro Erasmo Late Harvest 2010
Best in Show Cabernet Sauvignon: La Torina 2007
Best in Show Blend: El Aromo Dogma Reserva CS-Syrah 2011
Best in Show Syrah: Viña Quilipín Alto Quilipín Reserva Syrah 2010
Best in Show Carmenère: Carta Vieja Club del Sommeliers Gran Reserva Carmenère 2010
Best in Show Chardonnay: Carta Vieja Since 1826 Gran Reserva Chardonnay 2011
Best in Show Sauvignon Blanc: Casas del Bosque Reserva Sauvignon Blanc 2014

Para ver todos os demais vinhos premiados no evento, basta clicar nos links abaixo:

terça-feira, 15 de julho de 2014

Direto da Taça: Faustino I Gran Reserva 2001, o vinho número 1 da Decanter em 2013!

Faustino I Gran Reserva 2001
 

Estar na lista dos 50 melhores vinhos do ano da revista inglesa Decanter já é um grande privilégio, mas ser o primeiro nela é realmente algo para se orgulhar. Essa façanha foi obtida no final do ano passado pelo Faustino I Gran Reserva 2001, um rótulo bastante conhecido da Rioja. Veja a lista completa dos Top 50 neste link.
 
Selecionado entre mais de 3200 vinhos provados pelos degustadores da revista ao longo do ano de 2013, o Faustino I se sobressaiu entre os demais por ter sido capaz de oferecer ao consumidor uma grande qualidade olfativa e gustativa (merecendo 97 pontos da Decanter) por um preço bastante atraente (pouco mais de 20 euros na Europa) e com grande disponibilidade, já que quase 125 mil garrafas foram produzidas.
 
De minha parte, depois de ter provado algumas safras recentes (94, 96 e 99) e antigas (70 e 73), posso atestar que esse reconhecimento não foi por acaso, já que sempre obtive muita satisfação com ele. Considerando a excepcional qualidade da safra 2001 na Rioja, o destaque desse Faustino I ficou ainda mais facilitado.
 
Impressões de degustação:
Coloração vermelho rubi muito cristalina, repleto de aromas refinados de frutas vermelhas, folhas secas, grafite e defumados. Paladar complexo, elegante e cheio de vivacidade. Final sedutor e duradouro. Um vinho que flui sem esforço pelo palato, deixando um sabor delicado e duradouro. Pronto para ser bebido e com capacidade para ir muito além. Excelente Rioja!
 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Designer italiano lança vinhos em garrafas inspiradas em desenhos de Leonardo da Vinci!


Batizada de "Leo", a peculiar garrafa utilizada nos três vinhos produzidos pelo designer italiano Alberto Alessi foi inspirada em desenhos do mestre da Renascença Leonardo da Vinci, bastante parecidas com aquelas vidrarias usadas em laboratórios de química. 

Esboços originais de Leonardo da Vinci

O fundo das garrafas também fazem alusão à Da Vinci, com gravações dos "Nós" que aparecem em uma série de pinturas do artista, incluindo as célebres "Mona Lisa" e a "Dama com Arminho". Além disso, cada garrafa foi numerada individualmente com o ano de sua produção.

Dentro de uma visão sustentável, Alessi imagina que os consumidores de seus vinhos irão reutilizar suas belas garrafas depois de bebê-las, transformando-as em vasos para plantas e elementos decorativos diversos. "Como consumidor de vinhos, eu sempre fiquei surpreso com a quantidade de tempo e energia necessária para eliminar as garrafas vazias", disse ele.


Produzidos nos arredores do Lago de Orta, na aldeia de Pratolungo (norte da Itália), os vinhos de Alessi incluem um Chardonnay, um Pinot Noir e um vinho de sobremesa. Chamado de "La Signora Eugenia e il Passero solitario" (Senhora Eugenia e o Pardal solitário), o Chardonnay 2009 amadurecido por dois anos em barril, custa salgados € 160, enquanto o Pinot Noir 2009 fica na faixa de € 110 e o vinho de sobremesa alcança os 220 euros.

Ao que parece, com esses preços, os vinhos de Alessi desejam atingir o mesmo status de grife de luxo que os magníficos objetos de design produzidos por ele. Tomara que sejam bons realmente...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Três vinhos do Brasil aparecem entre os 100 melhores no ranking da Associação Mundial de Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores!


O ranking mundial da Associação Mundial de Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores é resultado de uma compilação que considera o desempenho dos países e seus vinhos em 75 concursos realizados mundo afora. 

O Brasil atingiu sua maturidade no mundo do vinho com o reconhecimento da Associação Mundial de Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores (WAWWJ), que colocou três vinhos brasileiros entre os 100 melhores do mundo. A presença no World Wine Ranking muito se deve ao trabalho desenvolvido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), que desde 1995 organiza o envio de amostras para concursos internacionais.

No ranking geral de desempenho por países, os Estados Unidos, a França e a Espanha obtiveram os três primeiros lugares, enquanto o  Brasil aparece em 23º lugar, à frente do Uruguai (28º) e ainda longe de Chile (7º) e Argentina (8º), os melhores da América do Sul. O ranking levou em consideração as 51.617 premiações alcançadas por vinícolas de 67 países em 75 concursos internacionais.

Para estabelecer um critério justo, as pontuações dos vinhos variam de acordo com a importância relativa do concurso e a posição de cada vinho dentro de cada categoria. Além de figurar no Top 100, o Brasil também é destaque no ranking dos Vinhos do Ano, premiação esta que é conferida a todos os vinhos do mundo que atingiram uma pontuação mínima anual de 125 pontos. Neste ano, 232 amostras receberam esta distinção, entre elas quatro rótulos brasileiros.

Ranking Mundial - TOP 100 melhores do Mundo
56º colocação no Ranking Geral e 2º na Categoria Espumantes (recebeu sete premiações internacionais: Aurora Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Aurora) 
65º colocação no Ranking Geral e 1º na Categoria Merlot (recebeu 11 premiações internacionais: Aurora Merlot Reserva 2011 - Cooperativa Vinícola Aurora)
97° colocação no Ranking Geral e 8º na Categoria Espumantes (recebeu oito premiações internacionais: Garibaldi Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Garibaldi)

Ranking Mundial - Vinhos do Ano 
56º  - Aurora Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Aurora 
65º  - Aurora Merlot Reserva 2011 - Cooperativa Vinícola Aurora
97° - Garibaldi Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Garibaldi
135ª - Marcus James Espumante Brut - Cooperativa Vinícola Aurora

Para ver os rankings completos, acesse o link

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Recorde: Você não poderia imaginar de onde vem as uvas mais caras do mundo...


A região da Champagne, na França, costuma ter orgulho de sua reputação de vender suas uvas pelos maiores preços entre todas as produzidas no mundo, mas a ela acaba de ser ofuscada por um único cacho de uvas produzidas no Japão e vendidas por mais de R$12.000. 

Segundo a reportagem do Japan Times, um leilão das premiadas uvas de mesa da variedade Rubi Roman vendidas pela prefeitura de Ishikawa tiveram uma disparada desenfreada nos lances. No total, cerca de 30 cachos, cada um pesando cerca de 800 gramas apenas, foram postos no leilão para marcar o início da temporada de compras para esta iguaria.

Os preços iniciais desse leilão foram de ¥ 100.000 (cerca de R$2.200) e atingiram a incrível marca de ¥ 550.000 (mais de R$12.000), pagos por um salão de festas de casamento da cidade de Kanazawa. Apenas para efeito de comparação, os preços mais altos das uvas na Champagne custam hoje cerca de R$19 por quilo. 

No total, cerca de 16.000 cachos de uvas devem ser vendidos nesta safra. O mais incrível é que essa variedade só foi introduzida no local em 2008, devendo se submeter a regulamentos rigorosos de qualidade do governo para ser vendida, como a exigência de que cada uva pese mais de 20 gramas e tenha um nível de açúcar mínimo de 18%. Coisas de japonês...

Fonte: The Drinks Business