sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O consumidor é o júri! Wine.com divulga a lista dos 100 vinhos mais vendidos em sua loja virtual em 2014!


Pelo oitavo ano consecutivo, a Wine.com, maior site de comércio eletrônico de vinhos do mundo, divulga sua lista Top 100 de vinhos mais vendidos, ou seja, a seleção dos mais preferidos por sua imensa base de clientes nos EUA. 

O ranking apresenta os melhores e mais vendidos vinhos pela Wine.com durante os primeiros 11 meses de 2014. Diferentemente da maioria das publicações especializadas, o Top 100 da loja virutal baseia-se exclusivamente nas preferências de seus clientes. Aqui eles são os mais justos dos juízes, afinal de contas é com o próprio dinheiro que eles julgam!

Veja a seguir quais são os vinhos eleitos pelos consumidores americanos* como as melhores compras do ano:

*Como seria de se esperar, o primeiro lugar da lista ficou para um vinho californiano, o Caymus Napa Valley Cabernet Sauvignon 2012, fruto de uma excepcional safra na Califórnia.



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Nova Zelândia inaugura primeiro "Sonic Wine Bar" do mundo!


The Auricle, o primeiro bar sonoro de vinhos (em tradução livre) do mundo, onde os vinhos servidos são harmonizados com músicas específicas para cada um deles, acaba de ser inaugurado em Christchurch, Nova Zelândia.

O conceito desenvolvido pela wine writer Jo Burzynska segue uma abordagem multissensorial na qual se pretende melhorar as experiências orais e auditivas dos visitantes.


Oferecendo uma interação entre sons e sabores, o wine bar de 35 lugares propõe noites temáticas para harmonização em "mão dupla", combinando músicas com tipos específicos de vinho e oferecendo vinhos para estilos diversos de música.

"Há fortes sinergias entre som e sabor, estudos científicos recentes confirmam que o que você ouve enquanto você degusta vinhos tem um efeito profundo sobre a sua percepção deles", disse Burzynska.

"Agora que os eventos de harmonização entre vinhos e música ganham cada vez mais popularidade em todo o mundo, nós estamos cientes de que este é o primeiro wine bar inteiramente dedicado a este conceito", acrescentou ela.

Fonte: The Drinks Business

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Ladrões de vinho: conheça os mais ousados e curiosos casos de furto de nossa bebida predileta!


Garrafas de vinho pesam menos do que barras de ouro e costumam ser menos protegidas do a maioria das obras de arte. Com a crescente valorização dos vinhos ao redor do mundo e dependendo da quantidade e raridade, elas podem valer muito dinheiro, chegando mesmo na casa dos milhões de reais. 

Esse alto valor intrínseco de alguns vinhos tem tornado cada vez mais frequente o número de furtos desse tipo. Porém, nem sempre o "valor" do vinho é a motivação desses roubos. Veja alguns dos casos recentes mais ousados e curiosos de furto de nossa bebida predileta compilados pelo site The Drinks Business:

Gato por lebre: Quase US$ 3 milhões trocados por vinhos de apenas US$ 2...

George Osumi, funcionário da Legend Cellar, roubou quase US$ 3 milhões em vinhos de um cliente que os armazenava na empresa. Entre 2008 e 2012, ele substituiu 1.400 valiosas garrafas de vinho por outras de Two Buck Chuck, um vinho barato que custa apenas US$ 2. Para tornar o episódio ainda mais insólito, além de funcionário, Osumi também é pai do proprietário.

Roubo no trânsito de garrafas do leilão da adega de Charlie Trotter

Com o alarde sobre um valioso leilão das quatro adegas de Charlie Trotter, o lendário restaurateur de Chicago, 60 caixas de vinho desapareceram no trajeto entre a adega e o local do leilão. Estima-se que 10% dos vinhos roubados eram de rótulos raros de Bordeaux e da Borgonha. Mesmo sem a recuperação desses vinhos, o leilão de Trotter arrecadou quase US$ 1 milhão. 

Encanadores "enófilos"

Dois encanadores invadiram uma loja de vinhos em Seattle durante o feriado de Ação de Graças em 2013. Eles gastaram 13 horas levando cerca de 200 caixas de vinho para fora da loja, mas logo depois foram capturados pela polícia. Um deles foi reconhecido na câmera de segurança porque já tinha comprado vinhos na loja. Se não fosse por isso, o prejuízo da loja teria chegado aos US$650.000.

Uma "devolução" de US$20.000

Histórias de crime normalmente não combinam com a crença de fazer o bem da natureza humana. Mas essa história de devolução de uma garrafa roubada do mítico Mouton Rothschild 1945, cujo valor passa dos US$ 20.000, é capaz de aquecer nossos corações. Quatro garrafas de vinho foram roubadas de um armazém em Massachusetts, num valor combinado de US$22.000, por uma mulher (que distraiu um funcionário) e dois cúmplices que as esconderam nas calças. Assim que as imagens das câmeras de segurança foram transmitidas na televisão, um conhecido dos criminosos convenceu-os a devolver (pelo menos) a garrafa mais cara. Graças a esse "arrependimento", o Mouton 1945 voltou ao legítimo dono.

A noite em que toda uma colheita sumiu...

Ninguém iria optar por roubar mármore em vez do David de Michelangelo, mas no caso do vinho faz sentido ir direto à fonte. Em 2010, o agricultor Robert Cavaille descobriu ao acordar que 30 toneladas de Cabernet Sauvignon de seu vinhedo haviam sido roubadas durante a noite. A polícia presumiu que isso teria sido obra de uma "máfia do vinho" vinda do Leste Europeu que usou uma colheitadeira mecânica para fazer o roubo. Infelizmente para Cavaille, o seguro dele cobria seu vinho, mas não a fruta in natura roubada.

Roubando vinho "por amor"...

Todos nós fazemos coisas loucas por amor, mas uma mulher texana exagerou: ela deliberadamente deixou-se ser presa por roubar uma garrafa de vinho. O propósito de Alicia Walicke era ser levada para a prisão para que pudesse se encontrar com o namorado. Ela simplesmente entrou numa loja de bebidas, pegou uma garrafa de vinho (de míseros US$ 3,99) e sentou-se para bebê-la no estacionamento até que a polícia chegasse. Ao ser abordada ela disse que queria ser presa para que pudesse ver seu namorado, que havia sido preso mais cedo naquele mesmo dia. Acho que essa bebeu demais...

Captura cinematográfica de gangue por tropa francesa

No início deste ano a gendarmerie francesa realizou uma incursão pela madrugada para capturar 20 membros de uma sofisticada gangue de ladrões que já haviam roubado mais de € 1 milhão em vinhos de Bordeaux. Determinados a não deixar vestígios, esses ladrões profissionais usavam uma van roubada que, depois de limpa com água sanitária para remover as impressões digitais, era prontamente queimada.

Invadindo o Palácio de Buckingham...

Em 1982, o decorador desempregado Michael Fagan foi preso após ter invadido o Palácio de Buckingham durante a noite, chegando a conversar com a rainha Elizabeth II em seu próprio quarto. No entanto, desde a época da invasão da propriedade real ele não tinha sido acusado de nenhum crime. Apenas em 2007 ele foi acusado de "roubo de vinho ", porque confessou ter bebido (em suas palavras) metade de uma garrafa de "vinho californiano barato" destinado ao príncipe Charles. Nos dias de hoje ele certamente seria acusado de terrorismo! 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Winetube: Verdade do Vinho < Episódio 8 > Lisboa


Neste 8º episódio do programa Verdade do Vinho os apresentadores Luís Baila e Sônia Araújo chegam ao entorno rural da capital portuguesa, Lisboa. Ali a zona vinícola se estende em direção a Extremadura, destacando-se especialmente pelo volume de vinhos produzido, mas também é capaz de oferecer muitos rótulos de qualidade extraordinária.

A visita começa pela Quinta do Gradil onde a época da poda das vinhas está a todo vapor e os apresentadores tem um curso rápido de como fazê-la. Na sequência, chega-se a Adega Mãe, um novíssimo projeto ligado aos proprietários da marca de bacalhau Ribeira Alves, onde os vinhos focados no frescor trazido pela brisa atlântica são os maiores destaques, perfeitos para harmonizar com o bacalhau.

A viagem segue para a Quinta do Monte d'Oiro, do vitivinicultor José Bento dos Santos, onde ele dá uma verdadeira aula de harmonização entre seus vinhos e vários estilos de música. A jornada continua em direção a Bucelas até a Quinta do Boição, onde a casta Arinto se destaca e deu fama aos brancos daquela região.

Assista o vídeo e delicie-se com mais este saboroso e enriquecedor passeio pelas regiões vinícolas de Portugal.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Jacques Puffeney, o "Papa de Arbois" vende suas vinhas para um grande produtor da Borgonha!

Puffeney e seus idolatrados vinhos do Jura

Para apreensão de muitos admiradores, Jacques Puffeney, veterano produtor de vinhos no Jura, anunciou a venda de suas vinhas para os proprietários do Domaine Marquis d'Angerville, baseados em Volnay (Côte de Beaune), como parte de seus planos de aposentadoria.

Apelidado de "Papa de Arbois", Puffeney, já vem caminhando para uma "semi-aposentadoria" há algum tempo. Ele vendeu a grande maioria de seus 4,2 hectares de vinhas  para a família Angerville  vinificando e amadurecendo pela última vez os vinhos da safra 2014. A partir do ano que vem ele irá atuar apenas como consultor temporário dos novos proprietários das terras. 

Puffeney e sua esposa mantiveram posse apenas de uma pequena parcela de vinhas de 40 anos de idade de Trousseau e Savagnin, capazes de produzir umas 2.000 garrafas por ano. "Como eu não vendi os direitos de uso de meu nome de família junto das vinhas, vou continuar a fazer um pouco de vinho à minha maneira", disse ele em entrevista a revista inglesa Decanter. 

Fonte: Decanter

sábado, 13 de dezembro de 2014

Duelos de Pinot Noir - "Clos" Grand Cru: Domaine Bertagna Clos de Vougeot 2009 versus Michel Magnien Clos de la Roche 2009


Este terceiro duelo de Pinots da Borgonha foi um pouco diferente dos anteriores. Enquanto o primeiro duelo tratava de dois Premiers Crus da mesma apelação (Volnay Les Caillerets) e o segundo de dois Grands Crus de Corton (de vinhedos diferentes), aqui o desafio se deu entre dois "Clos" (vinhedos murados) Grands Crus relativamente próximos: Clos de Vougeot, ao sul de Chambolle-Musigny, e o Clos de la Roche, em Morey-St-Denis. 

Domaine Bertagna Clos de Vougeot Grand Cru 2009

Mapa do Clos de Vougeot

Vista do castelo e das vinhas cercadas pelos muros do Clos Vougeot

A partir de um pequenina parcela de 0,31 hectares dentro dos 51 que compõem esse vinhedo Grand Cru, o Domaine Bertagna produz um Clos Vougeot vigoroso, amadurecido por 18 meses em barricas de carvalho novo, mas repleto de elegância e sedução. Apresentou ótimos aromas de frutas vermelhas frescas, traços de baunilha e defumado decorrentes do estágio em barrica, complementados por uma deliciosa combinação de taninos maduros, acidez pulsante e integração perfeita da madeira na qual amadureceu. Um vinho cheio de nuances e contornos que o colocou como um dos melhores Clos Vougeot que já tive o prazer de degustar. 

Michel Magnien Clos de la Roche Grand Cru 2009

Mapa do Clos de la Roche

Vista parcial do vinhedo Clos de la Roche

Ladeado por outros Grands Crus existentes nas cercanias de Morey-St-Denis, o Clos de la Roche é o maior vinhedo Gran Cru da região com 13,41 ha (equivalente ao Clos de Tart e Clos St-Denis somados). Esse 2009 do Domaine Michel Magnien trouxe um conjunto de aromas e sabores muito bem constituídos, repleto de aromas de cerejas maduras, geleia de amoras e baunilha. Na boca transmitiu a mesma sensação meio adocicada percebida nos aromas, com taninos potentes e aveludados, acidez um pouco abaixo do desejável (talvez daí a sensação de dulçor) e final sutil e delicado. Em resumo, um vinho tão "redondo" e fácil de beber que me deixou com aquela sensação de que faltou algo para torná-lo marcante. Numa descrição bem metafórica, ele se mostrou um vinho "lindo", mas sem sal... Perdeu feio para o Clos de Vougeot!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Duelos de Pinot Noir - Corton Grand Cru: La Pousse d'Or Corton Bressandes 2007 versus Vincent Girardin Corton Perrières 2008


Neste segundo "duelo" entre Pinots da Borgonha (veja o primeiro neste link) colocamos frente a frente dois Grands Crus de Corton, localizados na Côte de Beaune: o Corton Bressandes 2007 do Domaine de la Pousse d'Or e o Corton Perrières 2008 de Vincent Girardin.

La Pousse d'Or Corton Bressandes Grand Cru 2007

Elaborado num pequeno vinhedo (menos de 0,5 hectare) de cultivo orgânico e cujas vinhas tem entre 20 e 60 anos de idade, esse Bressandes 2007 demonstrou por quê essa parcela da Côte de Beaune, pródiga em vinhos brancos, merece o status Grand Cru nos tintos que produz. Vinho rico em aromas de frutas vermelhas bem maduras, do legítimo sous bois e com discreto traço de cedro. Paladar carnudo, complexo, com taninos bem firmes e polidos, acidez consistente e um final de boca bastante intenso e sedoso. Um show de elegância!

Vincent Girardin Corton Perrières Grand Cru 2008

Produzido apenas com vinhas velhas (mais de 55 anos) localizadas no centro de Aloxe-Corton, no norte da Côte de Beaune, o Corton Perrières 2008 encontrou no Corton Bressandes um sério desafiante. Apesar de uma ótima performance "solo", com aromas intensos e típicos de frutas vermelhas frescas, folhas secas e trufas, paladar repleto de taninos finos, sedosos e boa acidez, ele ficou um ou dois passos aquém de seu adversário. Um vinho bem equilibrado e fácil de beber, mas que perde no quesito vibração para o Corton Bressandes.

Como eram danados aqueles monges cistercienses que durante séculos foram identificando e selecionando cada pedacinho dessa terra abençoada que é a Borgonha...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Duelos de Pinot Noir - Volnay 1er Cru: Domaine Chandon de Briailles Les Caillerets 2006 versus La Pousse d'Or En Caillerets 2007


Ninguém discute que a Borgonha possui o terroir perfeito para produzir os melhores tintos baseados na casta Pinot Noir, mas os exigentes viticultores da região fizeram questão de ir além, tratando cada palmo de terra com rigorosa distinção.

Diferentemente da região do Médoc, em Bordeaux, onde são os proprietários (ou Châteaux) que sustentam o status de "Grand Cru Classé", na Borgonha é o terreno e onde ele está inserido é que merecem ser distinguidos com um status qualitativo como o de Premier Cru ou Grand Cru.

Para completar essa equação, mesmo com a posse de terras nos melhores vinhedos e "crus" da Borgonha, ainda é preciso que o viticultor tenha a habilidade e a sensibilidade necessárias para extrair o máximo de cada vinha e cada cacho da delicada e exigente Pinot Noir.

Em recente degustação de tintos elaborados com a Pinot Noir, separei três pares de vinhos dessa complexa região para realizar pequenos "duelos" e demonstrar como mãos diferentes num mesmo terreno podem fazer uma grande diferença dentro da taça.

No primeiro duelo se enfrentaram dois Volnays do vinhedo Premier Cru "Les Caillerets" (nome das pequenas pedras que contribuem para a boa drenagem do solo e refletem o calor do sol), um do Domaine Chandon de Briailles (2006) e outro do La Pousse d'Or (2007). 

Chandon de Briailles Volnay 1er Cru Les Caillerets 2006

A partir de um minúsculo vinhedo de 0,40 hectares com vinhas de cerca de 30 anos esse Volnay apresentou bastante harmonia, taninos delicados mas marcantes, acidez pronunciada e refrescante, com corpo médio e madeira bem integrada ao conjunto. Seguindo uma filosofia de mínima intervenção no processo de vinificação, o Domaine Chandon de Brialles obteve um vinho que evoluiu muito bem ao longo desses oito anos, alcançando um ótimo resultado final.

La Pousse d'Or Volnay 1er Cru En Caillerets 2007

Desse vinhedo de 2,24 hectares, plantado com vinhas entre 30 a 40 anos (e única parcela que não é "Monopole" dentre do Domaine La Pousse d'Or em Volnay), saiu esse excelente tinto produzido também com uvas de cultivo orgânico. De um modo geral, ele apresentou as mesmas características sedutoras do vinho anterior mas destacou-se em alguns pontos importantes: exibiu uma acidez mais "cortante" que seu antecessor e taninos mais sedosos, criando um contraste mais incisivo no paladar. Adorei! Ganhou por "pontos" do Domaine de Briailles, mas ganhou...

Logo mais teremos o duelo entre dois Cortons Grand Cru e e dois "Clos" (de Vougeot e de la Roche) Grand Cru para apresentar. Aguarde!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Winetube: Verdade do Vinho < Episódio 7 > Tejo



Neste 7º episódio do programa Verdade do Vinho os apresentadores Luís Baila e Sônia Araújo começam a descer na direção sul do país e chegam a região do Tejo, que empresta seu nome do rio que a corta de nordeste a sudoeste. 

As visitas começam na Companhia das Lezírias, onde além de ótimos vinhos também há os belos cavalos lusitanos. Em seguida, o programa percorre as vinhas da quadricentenária Casa Cavadal onde o grande destaque é a Trincadeira Preta.  

A viagem continua pela Quinta Lagoalva de Cima onde uma caça à perdiz é a desculpa para fazer uma perfeita harmonização com seus vinhos. Par finalizar, os apresentadores partem para um almoço típico almoço da região no Hotel Lusitano, antes de seguir para uma última parada na Quinta Casal da Coelheira.

Assista o vídeo e delicie-se com mais este saboroso e enriquecedor passeio pelas regiões vinícolas de Portugal.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

4ª edição da "Grande Prova Vinhos do Brasil" começou hoje no Rio de Janeiro!


Sob a batuta do especialista em vinhos e jornalista Marcelo Copello e escoltado por um corpo de jurados de alto gabarito, teve início hoje no no Rio Othon Palace Hotel, em Copacabana, a 4ª edição da "Grande Prova Vinhos do Brasil", a maior degustação às cegas de vinhos do país, reunindo cerca de 1500 garrafas das principais zonas do país.

O evento segue até o dia 12 de dezembro e vai avaliar amostras divididas em 22 categorias que servirão de base para a classificação dos melhores vinhos do Brasil disponíveis no mercado. Uma das novidades desta edição é a participação, como jurado, do único Master Sommelier da língua portuguesa, João Pires, nascido em Moçambique e radicado em Londres.

Os vencedores de cada categoria serão divulgados no Anuário Vinhos do Brasil 2015, uma publicação bilíngue, editada em parceria entre o grupo Baco Multimídia e o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), trazendo um panorama completo da indústria do vinho brasileira, das regiões produtoras, das variedade e do enoturismo.

O grupo de 21 jurados inclui nomes como: os portugueses João Pires, único Master Sommelier da língua portuguesa, radicado em Londres, e José Santanita, sommelier português da empresa Wine Senses; Gilberto Pedrucci (Sindivinho/Ibravin), Ricardo Farias (presidente da Abs Rio); Célio Alzer (consultor do supermercado Zona Sul); Deise Novakoski (sommelier e colunista de O Globo); o jornalista Bruno Agostini; Thiago Roberto (eleito Sommelier do Ano 2014, no concurso realizado pelo Rio Wine and Food Festival, em parceria com a ABS-Rio), o enólogo André Perez Júnior, além de Sergio Queiroz (Grupo Baco Multimídia) e Marcelo Copello (grupo Baco Multimídia), que preside o júri.

Conheça as categorias que serão avaliadas:

1. Espumante Brut branco
2. Espumante Brut rose
3. Espumante Extra-Brut, Nature branco
4. Espumante Extra-brut, Nature rose
5. Espumante Prosecco/Glera
6. Espumante Moscatel e demi-sec, branco
7. Espumante Moscatel e demi-sec rose
8. Branco Chardonnay
9. Branco Sauvignon Blanc
10. Branco Gewurztraminer
11. Branco Riesling itálico
12. Branco de outras castas e cortes brancos
13. Tinto Cabernet Sauvignon
14. Tinto Merlot
15. Tinto Tannat
16. Tinto Pinot Noir
17. Tinto Cabernet Franc
18. Tinto Marselan
19. Tinto de outras castas
20. Cortes tintos
21. Rosés
22. Doces e fortificados

A dinâmica, o regulamento e as etapas podem ser consultados no site oficial do evento em www.riowineandfoodfestival.com.br/prova-brasil/.

Fonte: Ibravin