O Val de Flores talvez seja o mais bem sucedido fruto dos projetos de Michel Rolland, o mais famoso e polêmico flying winemaker do mundo, em terras argentinas. Produzido pela primeira vez na safra 2002, a partir de um pequeno e antigo vinhedo de Malbec com mais de 50 anos, na localidade de Vista Flores, no Valle de Uco, o Val de Flores tem causado ótima impressão a cada safra (na de 2004, foi considerado pelo jornal francês Le Figaro, o melhor vinho estrangeiro no ano de 2007).
O vinho da safra 2004 passou pela fermentação alcoólica em cubas de concreto e posteriormente fez a malolática em barricas novas de carvalho francês, nas quais também amadureceu por 14 meses, seguindo finalmente para o engarramento, sem qualquer filtração, preservando ao máximo suas características. Produção: 30.000 garrafas.
Impressões de degustação:
Este vinho teve a grande vantagem de ser degustado na companhia de seu par ideal: um belo bife ancho argentino, o que certamente colaborou para sua máxima apreciação. No visual, exibiu uma típica cor rubi escura quase impenetrável. No olfato, aromas intensos de frutas negras quase em compota, melado de cana, toques de baunilha, grafite e uma discreta nota floral. No palato revelou toda sua excelência, com um ótimo corpo, taninos macios e aveludados, acidez equilibrada e final de boca muito longo e puro. O melhor de todos dentre as safras que já degustei. Nota: 94 pontos (Duty Free, US$49 - importado no Brasil pela Grand Cru).
Impressões de degustação:
Este vinho teve a grande vantagem de ser degustado na companhia de seu par ideal: um belo bife ancho argentino, o que certamente colaborou para sua máxima apreciação. No visual, exibiu uma típica cor rubi escura quase impenetrável. No olfato, aromas intensos de frutas negras quase em compota, melado de cana, toques de baunilha, grafite e uma discreta nota floral. No palato revelou toda sua excelência, com um ótimo corpo, taninos macios e aveludados, acidez equilibrada e final de boca muito longo e puro. O melhor de todos dentre as safras que já degustei. Nota: 94 pontos (Duty Free, US$49 - importado no Brasil pela Grand Cru).