Penedo Borges Icono 2008
Em 2004, um grupo de cinco executivos brasileiros apaixonados pelo vinho resolveu ingressar no "negócio" propriamente dito, ambicionando produzir vinhos de alta qualidade. A escolha do local recaiu sobre a tradicional zona de Alto Agrelo (Luján de Cuyo), nos arredores de Mendoza, na Argentina. Lá, numa finca de aproximadamente 70 hectares, onde já se cultivavam uvas Malbec e Cabernet Sauvignon, surgiu a Finca Don Otaviano, com "corpo" argentino e "cérebro" brasileiro.
Este "cérebro" por trás do vinho é do renomado capixaba de nascimento e radicado há muitos anos no Rio de Janeiro, Euclides Penedo Borges (daí o nome do vinho...), engenheiro de formação, professor da ABS-RJ e que realiza o sonho de confeccionar o próprio vinho.
O Penedo Borges Icono, como explicita o nome, é o resultado dos maiores esforços da vinícola no sentido de produzir um grande vinho com as melhores parcelas de seus vinhedos. Produzido pela primeira vez na safra 2008, o vinho foi elaborado com uvas 100% Malbec e amadureceu por 18 meses em barricas novas de carvalho francês (80%) e americano (20%). A produção foi limitadíssima, de apenas 2.984 garrafas.
Os esforços parecem estar rendendo frutos, na semana passada, a prestigiada revista inglesa Decanter o classificou (safra 2010) como um dos 25 melhores Malbecs da Argentina.
Este "cérebro" por trás do vinho é do renomado capixaba de nascimento e radicado há muitos anos no Rio de Janeiro, Euclides Penedo Borges (daí o nome do vinho...), engenheiro de formação, professor da ABS-RJ e que realiza o sonho de confeccionar o próprio vinho.
O Penedo Borges Icono, como explicita o nome, é o resultado dos maiores esforços da vinícola no sentido de produzir um grande vinho com as melhores parcelas de seus vinhedos. Produzido pela primeira vez na safra 2008, o vinho foi elaborado com uvas 100% Malbec e amadureceu por 18 meses em barricas novas de carvalho francês (80%) e americano (20%). A produção foi limitadíssima, de apenas 2.984 garrafas.
Os esforços parecem estar rendendo frutos, na semana passada, a prestigiada revista inglesa Decanter o classificou (safra 2010) como um dos 25 melhores Malbecs da Argentina.
Cor rubi escura, brilhante e densa. Aromas muito agradáveis de frutas negras (ameixa, cassis), baunilha e um toque de alcaçuz. Na boca, exibiu um ótimo equilíbrio, com taninos potentes mas sem cair na armadilha de ser mais um daqueles malbecs pesados e enjoativos. Exibiu um excelente frescor e um final de boca muito prolongado e aveludado. Elegante e delicioso! Nota: 92 pontos.
Pode ser encontrado em um dos endereços contidos no link.