quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Direto da Itália: Dia "Zero" - Os vinhos à bordo da TAM!

O dia "zero" da viagem à Itália começou com dois vinhos argentinos. Isso mesmo, argentinos! Foram os dois vinhos (um branco e um tinto) servidos na classe econômica da TAM no sentido São Paulo-Milão.
Bem, a qualidade e os "nomes" dos vinhos não ajudaram muito: Vasco Pinto Chardonnay 2010 e Martín Fierro Malbec 2010.
Nunca havia ouvido falar neles (desconfio que sejam rótulos exclusivos da TAM), mas fizeram o seu papel de servirem como opção aos passageiros do avião. Absolutamente básicos: 81 pontos para os dois.

É isso que os aguarda nos voos internacionais através de nossa companhia brasileira (acho que eles deviam servir um vinho brasileiro, pois tem muita coisa melhor que estes dois vinhos servidos).

Amanhã tem mais! Desta vez com vinhos nacionais... da Itália!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

James Halliday Wine Companion 2012: Os melhores Shiraz da Austrália!

O número de vinhos a receber 96 pontos ou mais pode parecer extremo, mas na verdade, expressa a porcentagem do número total de vinhos provados, que não foi maior do que para os Rieslings, Chardonnays e Semillons. Além disso, há uma enorme diversidade de estilo, desde o ressurgimento dos Shiraz no Hunter Valley, dos vinhos de toda o estado de Victoria, de South Australia e do sudoeste da Austrália Ocidental.


Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos tintos acima de R$500!


1. BAROLO BRIC DEL FIASC 2003
Nota: 96 Importador: Vinci Preço: R$ 515
"Fabuloso e inesquecível. Vinho para comprar duas caixas e beber um por ano nos próximos anos", LGB

2. FEUDO DEI CONTI SFORZATO DI VALTELINA 2004
Nota: 94 Importador: D'olivino Preço: R$ 626
"Vinho raro e que pode ser apreciado nos próximos 20 anos. Excepcional com um parmeggiano reggiano de qualidade", LGB

3. SOLAIA 2007
Nota: 98 Importador: Winebrands Preço: R$ 1.249
"Sublime, espetacular, profundo etc. Um vinho perto da perfeição. Absolutamente delicioso. Uma obra de arte italiana com a alma quase toda francesa", LGB

4. JÚLIO B. BASTOS 2004
Nota: 94 Importador: Decanter Preço: R$ 560
"Alia de modo surpreendente potência, elegância e complexidade. Belo exemplo do potencial da Alicante Bouschet para fazer grandes vinhos", EM

5. VINHA DA PONTE 2007
Nota: 97 Importador: Qualimpor Preço: R$ 650
Inesquecível, colecionável, de inspiração e de meditação", LGB

Direto da Itália: Blog Vinhos e Mais Vinhos visita vinícolas no Piemonte e na Toscana!

Belíssimo panorama da Cantina Vietti em Castiglione Faletto

O Blog Vinhos e Mais Vinhos vai percorrer durante as próximas três semanas, várias cidades italianas em busca de bons vinhos, boa gastronomia e, principalmente, de vinícolas e vinhedos interessantes para visitar.
Estamos no começo da época da colheita na maior parte do hemisfério norte, e para não atrapalhar ninguém (nem dar com a porta na cara...), já deixei algumas visitas especiais agendadas: Vietti (Castiglione Faletto, no Piemonte), com seus deliciosos Barberas e refinados Barolos; Isole e Olena (Castellina in Chianti, na Toscana) e seus fantásticos Ceparello e Syrah Collezzione de Marchi, além do Castello di Ama (Gaiole in Chianti, na Toscana), lar de excelentes Chiantis Classicos e do L'Apparita, um dos melhores Merlots do mundo.
As demais visitas serão agendadas no decorrer da viagem e diariamente vou partilhar tudo de bom que esse giro pela Itália certamente vai me proporcionar. Acompanhem... e até a volta!

James Halliday Wine Companion 2012: Os melhores "Bordeaux blends" da Austrália!



Este grupo gira em torno das uvas de Bordeaux, e principalmente das misturas entre as mesmas, mas com alguns varietais incluídos, especialmente de Merlot. Também estão incluídos os cortes clássicos australianos de Cabernet Sauvignon e Shiraz (ou vice-versa).


Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos tintos de R$200 a R$500!


1. CHÂTEAU DE BEAUCASTEL CHÂTEAUNEUFDU- PAPE 2007
Nota: 96 Importador: World Wine Preço: R$ 490
"Um dos mais espetaculares vinhos do mundo. Muito marcante nos aromas. Seus taninos são quase perfeitos", LGB

2. ORENO 2006
Nota: 96 Importador: World Wine Preço: R$ 279
"Uma verdadeira obra de arte. Palato extraordinário, com muita presença e personalidade. A fruta está plena e madura. Final de boca é muito longo e delicioso", LGB

3. SOLENGO 2005
Nota: 94 Importador: Vinci Preço: R$ 335
"Dentre os Super Toscanos não é dos mais concentrados, mas mostra de maneira expressiva as castas "francesas" com impressionante sotaque toscano", LGB

4. AMARONE DELLA VALPOLICELLA CLASSICO TOMMASO BUSSOLA 2004
Nota: 95 Importador: Decanter Preço: R$ 410
"A doçura é na medida certa e o retrogosto é muito longo e duradouro. Harmoniza com queijos maduros de massa dura", LGB

5. ST. HENRI SHIRAZ 2002
Nota: 94 Importador: Mistral Preço: R$ 237
"Conhecido como a outra face do Grange. Cheio de personalidade e estilo", LGB

James Halliday Wine Companion 2012: Os melhores Cabernets Sauvignon da Austrália!

Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos tintos entre R$100 e R$200!


1. TRAPICHE MALBEC SINGLE VINEYARD FAUSTO ORELLANA DE ESCOBAR 2007
Nota: 94 Importador: Interfood Preço: R$ 137
"O estilo é espetacular. Sobra potência, mas a elegância e o equilíbrio estão também presentes", LGB

2. MANSO DE VELASCO CABERNET SAUVIGNON VIEJAS VIÑAS 2006
Nota: 94 Importador: Devinum Preço: R$ 190
"Um vinho sério, que já é prazeroso hoje. Estará evoluindo pelos próximos 8/10 anos. Uma preciosidade", LGB

3. SYRAH SINGLE VINEYARD EL OLIVAR ALTO 2007
Nota: 91 Importador: Hannover Preço: R$ 170
"Talvez um dos mais típicos Syrah de nosso continente, pois apresenta muita força, estilo e aquele toque terroso muito pronunciado da casta", LGB

4. DOMINIO DE TARES CEPAS VIEJAS 2005
Nota: 92 Importador: D'olivino Preço: R$ 160
"Impressionante buquê de frutas vermelhas e negras, com um toque de baunilha elegante e fino. Uma garrafa especial", LGB

5. SECASTILLA 2004
Nota: 93 Importador: Mistral Preço: R$ 151
"Sensacional e mostra o potencial da casta Garnacha. Combinação de estilo, potência, frescor e elegância", LGB

domingo, 28 de agosto de 2011

Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos tintos entre R$50 e R$100!


1. CRASTO SUPERIOR 2007
Nota: 91 Importador: Qualimpor Preço: R$ 93
"Muito alegre no nariz, contrabalanceando intensidade e frescor. Em boca, é saboroso e muito vivo", LGB

2. LES CORNUDS 2007
Nota: 91 Importador: World Wine Preço: R$ 85
"Um vinho marcante que ainda evoluirá na garrafa", LGB

3. PEIQUE VIÑEDOS VIEJOS 2006
Nota: 92 Importador: Decanter Preço: R$ 95
"Vinho alegre, saboroso e opulento. Vale a pena provar. Excepcional ao lado de uma maminha na grelha", LGB

4. CHÂTEAU HAURA 2005
Nota: 91 Importador: Casa Flora/ Porto a Porto Preço: R$ 93
"Elegância até a última gota", SMR

5. ALTOCEDRO MALBEC RESERVE 2007
Nota: 91 Importador: Vino! Preço: R$ 95
"Buquê com excelente frescor, característica que estava quase desaparecida em muitos Malbecs", LGB

Não deixe seu vinho passar vergonha!


A dupla de designers Gustavo Piqueira e Samia Jacintho desenvolveu o irreverente kit “Disfarces para vinho vagabundo”. Trata-se de uma embalagem com dez divertidos rótulos autoadesivos para serem colados em garrafas de vinhos de reputação digamos, menor!
Segundo os sócios da Casa Rex, a ideia é justamente brincar com esta mania quase obsessiva (e que beira o ridículo) de gente que gasta o que não tem em um vinho caríssimo, simplesmente para se exibir, sem entender bulhufas do que está bebendo. O kit ainda vem com um folheto explicativo com dicas para se explorar o assunto ao máximo, enquanto os "entendidos" chacoalham as taças com ar compenetrado.



Gostando ou não de vinho, se você curtiu os “Disfarces para vinho vagabundo” não pode vacilar. Trata-se de uma edição limitada com apenas 100 unidades numeradas que estarão à venda em São Paulo, em quatro lojas apenas (após as fotos têm nomes e endereços). Um jeito pra lá de divertido de pregar peças e dar risadas, vendo muito "eno-chato" bebendo "vinho de sagu" e descrevendo suas notas e aromas incríveis. "Disfarçadamente legaus"!


O kit “Disfarces para vinho vagabundo” foi lançado no último sábado, 20 de agosto, na loja Tag and Juice. Se você gostou, veja onde pode comprar:

UrbanArts
Rua Oscar Freire, 156 - Jardins - 11 3081 6134 - http://www.urbanarts.com.br/

Coletivo Amor de Madre
Rua Estados Unidos, 2186 - Jardins - 11 3061 9384 - http://www.coletivoamordemadre.com/

Choix
Rua Prof. Artur Ramos, 181 - Jardim Paulista - 11 2649 4265 - http://www.lojachoix.com.br/

Tag and Juice
Rua Gonçalo Afonso, 99 - V. Madalena - 11 2362 6888 - http://www.tagandjuice.com.br/ 

Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos tintos até R$50!


1. SUNRISE CARMÉNÈRE 2008
Nota: 87 Importador: VCT Preço: R$ 26
"Ótima opção para o dia-a-dia", EM

2. MONTE VELHO 2008
Nota: 88 Importador: Qualimpor Preço: R$ 36
"Os vinhos portugueses vêm se renovando, principalmente na região do Alentejo. Eles vêm se tornando mais leves e fáceis, como este", SMR

3. LEON DE TARAPACÁ CARMÉNÈRE 2008
Nota: 89 Importador: Épice Preço: R$ 35
"Companhia ideal para uma tábua de queijos e frios ou uma pizza", EM

4. ALMAÚNICA MERLOT RESERVA 2009
Nota: 87 Preço: R$ 30
"Sabores bem casados e agradáveis, com certa mineralidade. Corpo médio, final de boca curto e fresco e delicioso equilíbrio", SMR

5. DON LAURINDO RESERVA 2005
Nota: 88 Preço: R$ 35
"É um vinho com rara potência vindo do Vale dos Vinhedos", SMR

Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos brancos acima de R$200!


1. SAVENNIÈRES CLOS DE LA BERGERIE 2005
Nota: 93 Importador: Casa do Porto Preço: R$ 260
"Um vinho branco com estrutura e força de um grande tinto", LGB

2. POUILLY-FUISSÉ "TERROIR DE SOLUTRÉ" LA MÛRE 2005
Nota: 91 Importador: World Wine Preço: R$ 207
"Um branco imponente. Excelente com queijos de massa mole", LGB

3. DROUHIN CLOS DES MOUCHES BLANC 2007
Nota: 94 Importador: Mistral Preço: R$ 358
"O conjunto aromático desta obra-prima é repleto de charme e elegância", LGB

4. PHILIPPE PACALET MEURSAULT 2007
Nota: 95 Importador: World Wine Preço: R$ 618
Um clássico do vinho natural e, mais do que isso, de vinhas velhas (1929). "Ousaria guardá-lo por 10 anos, pois sua estrutura é fabulosa", LGB

5. MEURSAULT VERGET 2006
Nota: 91 Importador: World Wine Preço: R$ 280
"Na boca, é consistente, de médio corpo, elegante e complexo. Seu final de boca é refinado e persistente", LGB

sábado, 27 de agosto de 2011

Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos brancos entre R$100 e R$200!


1. RIESLING SCHLOSSBÖCKELHEIMER FELSENBERG TROCKEN 2007
Nota: 92 Importador: Decanter Preço: R$ 165
"O interessante é que o nariz denota certa doçura, mas, na boca, é seco, profundo, elegante e suculento. Inesquecível", LGB

2. SAVENNIÈRES CLOS DE PAPILLON 2004
Nota: 92 Importador: Mistral Preço: R$ 114
"Excepcional para quem quer aprender a beber brancos diferentes", LGB

3. MILMANDA 2007
Nota: 92 Importador: Devinum Preço: R$ 140
"Sem dúvida, estamos diante de um dos grandes Chardonnays da Espanha. Delicioso", LGB

4. CÔTES DE TABLAS BLANC 2006
Nota: 90 Importador: World Wine Preço: R$ 109
"Fruto do projeto da família Perrin do Château de Beaucastel com o megaempresário americano Robert Hass", LGB

5. SANCERRE COMTE LAFOND 2006
Nota: 91 Importador: Vinci Preço: R$ 140
"Nuance mineral encantadora. No palato, é muito fresco, confirmando a mineralidade detectada no nariz", LGB

Os 10 maiores escândalos no mundo do vinho: A série de TV "Dallas" do Rhône!


Briga de família nunca é uma coisa bonita... No melhor estilo Dallas (antiga série de TV sobre uma rica família do Texas), em janeiro do ano passado, acusações começaram a circular em torno de dinheiro e herança no sul da França.
Guy Arnaud, um produtor em Châteauneuf-du-Pape, dividiu sua propriedade de 51 hectares entre suas três filhas. Cada uma delas recebeu 17 ha, avaliados em 500.000€ por hectare e que seriam concedidos a elas quando ele morresse.

Duas filhas ficaram muito felizes com o arranjo, mas a terceira, Carole Perveyrie-Arnaud não ficou...
Ela queria ter acesso a seu lote imediatamente, e não apenas a morte do pai. Ela e seu marido processaram Arnaud em 200.000€, mas mesmo assim ela não conseguiu colocar as mãos em sua terra. Então ela começou a espalhar rumores de que seu pai estava quebrando as leis da denominação de origem (AOC), misturando outros vinhos em seu Châteauneuf-du-Pape.

A polícia foi chamada mas nenhuma evidência de delito foi descoberta e o caso foi descartado.
A família finalmente se reuniu para resolver a situação, e para apaziguar Carole, ela teve acesso a 8ha de suas terras (com um valor de € 3,5 milhões). No entanto, ela decidiu depois que o negócio não era bom o suficiente, "eu saí como perdedora", disse ela em um comunicado, ameaçando mais uma ação judicial para por as mãos em alguns dos edifícios da propriedade.

Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos brancos entre R$50 e R$100!


1. CHARDONNAY GRAN RESERVA LUIZ ARGENTA 2008
Nota: 87 Preço: R$ 55
"Para os fãs de Chardonnays com madeira, é um vinho de rara elegância entre os nacionais", SMR

2. CASA VALDUGA CHARDONNAY GRAN RESERVA 2009
Nota: 89 Preço: R$ 59
"Um Chardonnay de estilo Novo Mundo, que mostra o potencial de nosso país em produzir vinhos de classe mundial", LGB

3. CHARDONNAY QUEBRADA SECA SINGLE VINEYARD 2008
Nota: 92 Importador: Decanter Preço: R$ 84
"Este vinho se consolida como um dos mais elegantes e minerais vinhos brancos de nosso continente", LGB

4. BODEGAS JOSÉ PARIENTE VARIETAL VERDEJO 2008
Nota: 91 Importador: Decanter Preço: R$ 75
"Para quem aprecia um vinho natural, sem influência de madeira e com frescor vibrante", LGB

5. LABERINTO SAUVIGNON BLANC 2007
Nota: 91 Importador: Casa do Porto Preço: R$ 99
"Para quem gosta de Sauvignon Blanc puro e típico, é uma boa pedida. Fica excelente acompanhando um temaki de atum", LGB

Revista Adega Top 100: Os melhores vinhos brancos até R$50!


1. CUVÉE GIUSEPPE CHARDONNAY 2009Nota: 89 Preço: R$ 45
"Sem dúvida, aromaticamente o que há de melhor em nosso País", LGB

2. PROVA RÉGIA ARINTO BUCELAS 2008
Nota: 87 Importador: Interfood Preço: R$ 44
"Bela confirmação da capacidade de Portugal de fazer bons brancos. É uma escolha original e diferente", EM

3. TOMERO TORRONTÉS 2009
Nota: 87 Importador: Domno Preço: R$ 46
"Faz boa frente à uma costelinha de porco com molho cremoso de limão", SMR

4. AURORA RESERVA CHARDONNAY 2010
Nota: 86 Preço: R$ 25
"Pode acompanhar com delicadeza pratos com molhos leves, peixes assados e também pizza com cobertura de queijos", SMR

5. SERRERA MOMENTS TORRONTÉS 2008
Nota: 87 Importador: Hannover Preço: R$ 34
"Ao aproximar do nariz, percebe-se um vinho aromático e complexo. Apresenta um primeiro ataque de especiarias, flores e pêssego", JTR

Revista Adega Top 100: Os 10 melhores vinhos doces/sobremesa!


1. JUSTINO'S MALVASIA 10 YEARS OLD
Nota: 91 Importador: Casa Flora/ Porto a Porto Preço: R$ 106
"Sensacional para encerrar um grande evento gastronômico. Surpreendente", LGB

2. CHÂTEAU CANTEGRIL SAUTERNES 2006
Nota: 89 Importador: Casa Flora/ Porto a Porto Preço: R$ 155
"Casa perfeitamente com um roquefort", LGB

3. ICEWINE PERICÓ 2009
Nota: 88 Preço: R$ 189
"Um vinho raro e histórico, provavelmente a mais importante novidade brasileira de 2010", SMR

4. PALO CORTADO FERNANDO DE CASTILLA
Nota: 90 Importador: Casa Flora/ Porto a Porto Preço: R$ 144
"Palo Cortado é dos tipos mais raros de Jerez, pois é fruto de um vinho selecionado para ser Jerez Fino", EM

5. PLANETA PASSITO DI NOTO 2006
Nota: 90 Importador: Interfood Preço: R$ 141
"Este exemplar é a expressão máxima de um grande Passito", LGB

6. CLEMENS BUSCH RIESLING SPÄTLESE ROTHENPFAD 2006
Nota: 91 Importador: World Wine Preço: R$ 189
"Um néctar no nariz", LGB

7. DUORUM VINTAGE PORT 2007
Nota: 93 Importador: Casa Flora/ Porto a Porto Preço: R$ 216
"Aromas pungentes, com a fruta negra madura em abundância," LGB

8. GRAHAM'S VINTAGE PORT 2007
Nota: 96 Importador: Mistral Preço: R$ 483
"Um vinho inesquecível quando jovem. É difícil imaginar aonde pode chegar", LGB

9 QUINTA DO CRASTO VINTAGE PORT 2004
Nota: 93 Importador: Qualimpor Preço: R$ 265
"Conjunto harmônico e sólido. Final de boca muito rico e alegre", LGB

10. EGON MÜLLER RIESLING SCHARZHOFBERGER AUSLESE GOLDKAPSEL 2007
Nota: 97 Importador: Grand Cru Preço: R$ 1.200
"Retrogosto repleto de sensualidade", LGB

Revista Adega Top 100: Os melhores espumantes acima de R$200!


1. POL ROGER VINTAGE BRUT 2000
Nota: 94 Importador: Mistral Preço: R$ 331
Um dos destaques do evento Primum Familae Vini. "Absolutamente espetacular nos aromas. Um grande Vintage para consumo nos próximos 10 anos", LGB

2. DEUTZ BLANC DE BLANCS 2004
Nota: 93 Importador: Casa Flora/Porto a Porto Preço: R$ 393
"Complexidade aromática impressionante. Esbanja classe", LGB

3. MAILLY CUVÉE LES ECHANSONS 1999
Nota: 94 Importador: Ana Import Preço: R$ 700
Impressionantemente elegante, fina e profunda. Seu final de boca é muito longo, persistente e com uma deliciosa marca mineral. Colecionável", LGB

4. CUVÉE DES CAUDALIES BLANC DE BLANCS BRUT
Nota: 94 Importador: Decanter Preço: R$ 396
"Excepcional com caviar, para começar um grande evento enogastronômico", LGB

5. PIERRE MONCUIT CUVÉE MILLÉSIME GRAN CRU BLANC DE BLANCS BRUT 1999
Nota: 94 Importador: World Wine Preço: R$ 293
"Buquê delicioso. No palato, é robusto, cremoso e intenso", LGB

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Tenha um sommelier de plantão: Aevo lança aplicativo (iPad) para o mercado de vinhos!


A Aevo Studio lançará, durante a Equipotel 2011 – de 12 a 15 de setembro em São Paulo – o Winepad, um aplicativo no qual a empresa investiu R$ 200 mil.
“É um aplicativo customizado para iPads desenvolvido para atender a demanda por inovações no mercado de vinhos”, explica Roberto Maia, sócio da empresa.
O “sommelier digital” traz informações sobre vinhos e novidades do mercado.
Clientes de restaurante e lojas de vinhos poderão buscar informações por tipo de vinho, uva, país, região, produtor ou por combinações de alguns desses fatores.
Cada cliente terá um aplicativo customizado, com um projeto visual orientado para cada marca, trazendo nele todos os seus conceitos, como branding com cores, logotipo e estilo.
Além disso, o Winepad também apresentará um mecanismo para que o usuário defina a faixa de preços na qual está interessado e uma lista que armazena os vinhos selecionados pelo cliente possibilitando.

Fonte: http://www.baguete.com.br/

Revista Adega Top 100: Os melhores espumantes entre R$100 e R$200!


1. GRAMONA ROSÉ BRUT
Nota: 89 Importador: Casa Flora / Porto a Porto Preço: R$ 122
"Esbanja sensualidade e suculência. Muito cremosa, mais vigorosa que as concorrentes, principalmente os champanhes rosés", LGB

2. FERRARI PERLÉ 2001
Nota: 93 Importador: Decanter Preço: R$ 199
"Produzido em método tradicional na região do Trentino, no norte da Itália, por uma casa que concorre para ter os melhores espumantes da Itália", LGB

3. POMMERY BRUT ROYAL
Nota: 89 Importador: Cantu Preço: R$ 192
Champagne de uma das casas mais tradicionais da região. "No nariz, é muito apetitoso. Nota-se no buquê frutas secas, pêssegos, mel e toques de fermento", LGB

4. ESPUMANTE SALTON 100 ANOS BRUT
Nota: 88 Preço: R$ 110
Lançado em comemoração aos 100 anos da Salton. "É fresco e saboroso, fazendo jus à grande celebração", SMR

5. LOUISE BRISON BRUT MILLÉSIME 2003
Nota: 89 Importador: La Cave Jado Preço: R$ 170
"Um Champagne diferente e muito agradável. Vai melhor acompanhando um prato do que como aperitivo", LGB

Revista Adega Top 100: Os melhores espumantes entre R$50 e R$100!


1. CASA VALDUGA ESPUMANTE BRUT 130
Nota: 89 Preço: R$ 60
"Esse espumante brasileiro teve uma performance impressionante ao ser degustado às cegas com inúmeros espumantes do mundo e Champagnes", LGB

2. TRIVENTO BRUT NATURE
Nota: 86 Preço: Importador: VCT R$ 50
"Leve gosto de doçura no início da boca é seu diferencial. Bom equilíbrio entre sua acidez, estrutura e álcool. É ótimo para marcar seus momentos a dois", HSK

3. RUSTICO NINO FRANCO
Nota: 88 Importador: Inovini Preço: R$ 78
"Vinho muito alegre no olfato. Boca agradável, primando pelo estilo seco elegante e com delicioso frescor. Muito equilibrado", LGB

4. CAMPOLARGO BRUTO 2008
Nota: 88 Importador: Mistral Preço: R$ 66
"Este delicioso espumante é uma combinação das uvas Bical, Arinto e Cerceal, feito em uma região onde a maioria dos espumantes utiliza a tinta Baga em sua composição", SMR

5. CAVE GEISSE NATURE TERROIR 2006
Nota: 87 Preço: R$ 85
"Na boca, alia frescor, boa acidez e toques de fermento, com um final prazeroso", LGB

Revista Adega Top 100: Os melhores espumantes até R$50!


1. PERGOLO PROSECCO EXTRA DRY
Nota: 87 Importador: Cantu Preço: R$ 45
"É inegável que algumas uvas se expressem melhor em seu terroir de origem. É o que acontece com este espumante de uvas Prosecco do Valdobbiadene", SMR

2. ELEGANCE PETERLONGO CHAMPENOISE BRUT
Nota: 87 Preço: R$ 49
Um champenoise da primeira produtora de espumantes champenoise do Brasil ainda em atividade e abaixo dos R$ 50

3. PIZZATO BRUT
Nota: 88 Preço: R$ 30
"O constante investimento em tecnologia vem se apresentando na sua qualidade e seu reconhecimento pelo mercado", HSK

4. BENI DI BATASIOLO PINOT CHARDONNAY
Nota: 88 Importador: Max Brands Preço: R$ 44
"É mais surpreendente na boca, com um estilo muito parecido com o de Champagne, fato pouco comum para os italianos", SMR

5. TERRA NOVA BRUT ROSÉ DE NOIR 2010
Nota: 87 Preço: R$ 20
Um brut rosé abaixo de R$ 50 "Boa escolha como aperitivo ou na companhia de frutos do mar" EM

Qual é a temperatura ideal para cada vinho?


Aqueles que bebem vinho com frequência já devem ter notado que a temperatura influencia muito nas características da bebida. Quando uma garrafa é servida na temperatura certa, as propriedades do vinho se potencializam e a bebida fica muito mais aromática e saborosa.

Nem quente, nem frio
Se pensarmos no vinho como uma bebida composta de dureza – que é constituída pela acidez e tanicidade (presença de taninos) – e de maciez – formada pelo álcool e o açúcar – o vinho ideal é aquele que possui um equilíbrio perfeito entre esses dois aspectos. E a temperatura é a responsável por ajustar esses fatores de maneira adequada para que a bebida possa ser apreciada na sua totalidade.

Ao mudar a temperatura de um vinho, automaticamente você está alterando suas propriedades. Quanto mais gelado, mais realçados serão a acidez e a tanicidade. Quando ocorre o oposto e a bebida é servida muito quente, o álcool se torna volátil e mais perceptível ao paladar. Isso significa que se o vinho for servido abaixo da temperatura ideal ele será uma bebida dura e, se estiver acima do recomendado, terá um aroma muito alcoólico.

Os vinhos tintos possuem um alto grau de acidez e tanicidade. Caso uma garrafa desse tipo de bebida seja resfriada demais, os dois fatores serão realçados ao mesmo tempo e a bebida ficará dura e desagradável ao paladar. O mais adequado é que a temperatura fique em torno de 16 °C e 18 °C que, no inverno ou em cidades frias, pode representar a temperatura ambiente.

Já os vinhos brancos não possuem taninos, então se forem servidos na mesma temperatura dos tintos, serão muito alcoólicos. Mesmo tendo bastante acidez, não é uma quantidade suficiente para equilibrar o álcool. Sendo assim, é preciso resfriá-los em cerca de 9 °C a 11 °C para que se tornem agradáveis ao paladar.

Os espumantes seguem a regra de serem servidos bem gelados. Mas o cuidado maior desse tipo de vinho deve ser na conservação, que se for feita em temperaturas altas pode comprometer as bolhas de gás carbônico que dão charme a bebida.


Como alcançar a temperatura adequada
A geladeira e um balde de gelo são os seus melhores aliados para manter o vinho na temperatura ideal. Mas como você já sabe, não basta cobrir a garrafa de gelo ou largá-la por várias horas na geladeira, isso pode alterar as propriedades do vinho e tirar todo o prazer de degustar uma bebida excelente. Como cada tipo de vinho merece um cuidado especial, confira maneiras práticas de alcançar a temperatura ideal.

Vinhos tintos
Se o dia estiver entre frio e fresco, a bebida dispensa refrigeração, podendo ser servida diretamente. Em dias quentes, resfrie a garrafa na porta da geladeira por, no máximo, duas horas. Se você não dispuser desse tempo, deixe o vinho em repouso em um balde com gelo e água gelada por 5 a 10 minutos e sirva. Sempre que achar necessário, retorne a garrafa ao balde.

Vinhos brancos
Como os vinhos brancos precisam alcançar uma temperatura mais baixa do que os tintos, o tempo de descanso no balde aumenta para 20 minutos. Depois desse tempo, deixe a garrafa fora do gelo para que a temperatura não fique muito baixa a ponto de interferir na bebida.

Vinhos rosés
Alguns preferem beber o vinho rosé um pouco mais quente do que os brancos. Se você for uma dessas pessoas, 15 minutos de repouso no balde com gelo e água serão suficientes para deixar a bebida no ponto. Mas em geral as recomendações para os vinhos brancos podem ser aplicadas aos rosés.

Espumantes
Como as propriedades dos espumantes são liberadas somente em temperaturas bastante baixas, é necessário deixar a garrafa repousar no balde com gelo e água gelada por pelo menos 30 minutos antes de servir. Ao contrário dos outros vinhos, sirva e retorne a garrafa imediatamente ao balde. A bebida deve ser mantida na refrigeração até ser totalmente consumida.

Se você possui uma adega e conserva suas garrafas em temperaturas baixas ou se estiver em um lugar muito frio, pode ser necessário esquentar a bebida em vez de resfriá-la. O processo é bastante simples, basta deixar a garrafa exposta à temperatura ambiente da sala onde ele será consumido. Se desejar acelerar o processo, em ambientes extremamente frios é possível colocar a garrafa próximo a fontes de calor – uma lareira acesa ou um fogão em que se prepara o jantar são ótimos para aumentar significativamente a temperatura da bebida. Assim que atingir a temperatura ideal, resta servir e degustar.


Outras dicas para degustar o vinho na temperatura perfeita
  • Na hora de montar o seu balde de gelo, não se esqueça de preencher com água gelada na mesma proporção. A água aumenta a área de contato da garrafa e potencializa o resfriamento. Cuide para que todo o líquido da garrafa esteja imerso na água com gelo;
  • Para evitar que a garrafa respingue na hora de servir, envolva-a com um pano ou guardanapo;
  • Os vinhos não devem ser levados ao freezer em hipótese alguma. O balde de gelo é um método bastante rápido e eficaz para resfriar uma garrafa em pouco tempo, dispensando medidas mais drásticas;
  • Para espumantes, o freezer pode ressecar a rolha, permitir a saída do gás carbônico e, em alguns casos, a garrafa pode até estourar;
  • Sempre abra a garrafa antes de levá-la ao gelo, assim a bebida respira e libera seus aromas;
  • Acrescentar algumas pitadas de sal ao balde de gelo acelera o resfriamento. Nesse caso, o cuidado deve ser maior para que a bebida não sofra uma alteração muito abrupta;
  • A maior temperatura tolerada para se servir um vinho é 18 °C, nunca ultrapasse esse limite;
  • Existem termômetros específicos para tirar a temperatura dos vinhos. Se você realmente se interessa pelo assunto e deseja degustar vinhos no seu melhor potencial, vale a pena investir em um termômetro. Um dos modelos é um arco metálico que envolve a garrafa e mede sua temperatura sem a necessidade de abrir o vinho e colocar o instrumento em contato com a bebida;
  • Há um mito popular de que os vinhos tintos devem ser consumidos à temperatura ambiente. Essa afirmação é válida somente para países europeus com clima bastante frio. No Brasil, onde as temperaturas médias giram acima dos 25 °C, a regra não é válida.
Fonte: Fabrizia Ribeiro em http://www.todaela.com.br/

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Tabela de Safras: Le Guide des Millésimes 1991-2009 Revue des Vins de France, em PDF!

Conheça as virtudes e os defeitos de cada uma das safras francesas entre 1991 e 2009 (região por região). Leia e guarde o "Le Guide des Millésimes", a mais completa tabela de safras das regiões produtoras de vinho na França, produzida e atualizada anualmente pela Revue des Vins de France.
Guide Revue Des Vins de France 2011

Os 10 maiores escândalos no mundo do vinho: Quem não trouxe Champagne para a festa?


Era o final da década de 1990, às vésperas do Milênio, e um rumor angustiante dizia que não haveria Champagne suficiente no mundo para celebrar a "maior festa em mil anos".
Eis que surge convenientemente, para resolver a eventual falta do produto, Craig Dean, Lee Rosser e Julian Blee. Eles comandavam a "Casa de Delacroix", com sede em Paris, cuja atividade de investimento em Champagne, afirmava ser capaz de salvar o dia.
Eles persuadiram centenas de pessoas para comprar garrafas de Champagne Lantz Vintages 1996 e 1997, por £30 cada (uns R$80).
Sua equipe de vendas recebeu mais de £4,5 milhões em encomendas, garantirando a seus clientes que eles poderiam manter suas Champagnes em títulos e vendê-los em leilões pré-arranjados na Sotheby's e na Christie's apenas da chegada do Milênio. O lucro anual esperado era de 35% sobre o investimento original.
O golpe consistia em que nenhum dos leilões tinha sido arranjado. O Champagne valia menos do que se alegava e nenhum imposto havia sido pago por ele.
O trio parou de vender em 1997 e, sem surpresa, suas alegações de que não haveria Champagne suficiente para a festa do Milênio, provou ser totalmente falsa. As maisons de Champanhe haviam feito estoques especialmente para o evento.
A fraude culminou com a prisão dos três em 2001. Dean por três anos, Rosser por 18 meses e Blee por 12 meses. Os dois últimos já tinham antecedentes neste tipo de fraude e, como resultado, Rosser recebeu mais uma pena de sete anos, enquanto Blee recebeu mais quatro.

Fonte: traduzido e adaptado de The Drinks Business

A adega de "Cidadão Kane", ou melhor, William Randolph Hearst!


Talvez você não saiba quem foi William Randolph Hearst, o magnata americano dono de inúmeros jornais nos EUA nas primeiras décadas do século XX (o Rupert Murdoch da época), mas certamente já ouviu falar em "Cidadão Kane", o aclamado filme de Orson Wells inspirado em sua vida.
Se você ainda não assistiu, não perca mais tempo!

Numa das primeiras cenas do filme, temos a chance de conhecer o gigantesco "castelo" de 165 quartos que ele construiu na Califórnia (ainda hoje uma das 7 maiores casas do mundo), repleta das mais fabulosas obras de arte que o dinheiro podia comprar.
Recentemente, assistindo novamente um trecho do filme, fiquei imaginando como seria a adega do lugar, palco das maiores festas que Hollywood já viu. Entrei no site do castelo (aberto para visitação) e... voilá!


A Adega
Construída na rocha escavada, a adega é parte do porão da Casa Grande e é composta por duas salas abobadadas e com portas duplas de ferro. Ela não tem nenhuma conexão (propositadamente) com o resto do porão, para proteção contra incêndios e ladrões (principalmente durante 1920 e 1933, quando vigorou a "lei seca" no país).
O estoque era tão farto que ele pode continuar a servir álcool a seus convidados durante todo o período da proibição. Com algumas ampliações, a área total da adega alcançou mais de 800 metros quadrados, a maioria utilizada como cofres de armazenamento.
Comparada as adegas "decorativas" de hoje, ela parece bem espartana se compararmos com o fausto do resto da mansão (veja a foto abaixo da famosa piscina banhada com detalhes em ouro).

Os Vinhos
Apesar do condado de San Luis Obispo ser hoje uma área produtora de vinhos, não era assim no tempo de Hearst. As uvas cultivadas em muitos áreas da "Pergola" eram usadas apenas ​​para se comer, e até onde se sabe, ele nunca expressou o desejo de fazer o vinho. Atualmente, o vinho fino da região é considerado tão bom como de qualquer parte do mundo, mas no tempo de Hearst, apenas o melhor vinho da França e da Alemanha. A maior parte era da Alsácia, de Bordeaux, da Borgonha (França) e da Alemanha (Reno e Mosela).

Baseado na piscina coberta, imagine como seria sua adega se fosse construída nos dias de hoje...

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Gary Vaynerchuk e Wine Library TV: 1000º e... último episódio!


Gary Vaynerchuk finalmente chegou ao episódio 1000 de seu cultuado Wine Library TV!
Apresentado desde fevereiro de 2006, com a presença de grandes convidados e a degustação de maravilhosos (e alguns medíocres) vinhos, o programa apresentado na internet, mudou a maneira de falar sobre o assunto.
Gary e seus "Vayniacs" falaram e degustaram de forma simples e divertida, ajudando na formação de uma nova comunidade de apreciadores. Em busca de novos rumos, Gary faz seu mais "sério" programa com uma grande despedida....

Julio Iglesias, cantor romântico e dublê de "bodeguero" na Ribera del Duero!


Julio Iglesias é o maior artista latino de todos os tempos, com mais de 250 milhões de discos vendidos e cerca de 2,6 mil discos de ouro e platina. O que pouca gente sabe é que, agora, ele é, também, um dos mais importantes e famosos produtores de vinhos da Ribera del Duero, na Espanha. Iglesias, que ainda acumula o título de um dos maiores colecionadores de vinhos do planeta, se uniu ao também famoso Alfonso de Salas, fundador do Jornal El Mundo, para criar a Bodegas y Viñedos Montecastro.
Um dos melhores resultados desta união, o vinho Montecastro 2006, ganhou a companhia de premiações em concursos pelo mundo, boas avaliações da crítica e chegou ao mercado brasileiro através da Porto Mediterraneo Comercial Importadora.


O Montecastro 2006 é um dos dois únicos tintos da vinícola (o outro é o Alconte, praticamente esgotado). Assim como Julio Iglesias, o vinho é um típico representante da cultura espanhola. Em seu contra-rótulo é definido como sendo 100% Tempranillo (o que é legalmente permitido pela Ribera del Duero quando tem ao menos 90% desta casta), mas possui ainda 3% de Merlot e 1% de Cabernet Sauvignon, esta oriunda de vides de mais de 100 anos de produção em um dos melhores terroirs da Ribera del Duero.


A Bodegas y Viñedos Montecastro, que tem todos os seus vinhos aprovados pessoalmente por Iglesias, foi idealizada no final dos anos 1990, quando os dois ilustres amigos espanhóis decidiram deixar de serem somente apreciadores e grandes apaixonados pela bebida para construírem uma vinícola e elaborar vinhos na região que acreditavam ser a melhor da Espanha, a Ribera del Duero. Compraram então uma área com 27 hectares do melhor terroir disponível, construíram a vinícola e foram em busca de um renomado e respeitado enólogo francês (Bertrand Erhard). Em 2002 produziram sua primeira safra.

Montecastro 2006
96% tempranillo, 3% merlot e 1% cabernet sauvignon. Estagiou 18 meses em barricas de carvalho, sendo 70% francesas, 25% americanas e 5% do leste europeu. Possui profunda cor púrpura, olfato expressivo de frutas negras, especiarias e ervas finas com notas minerais. No paladar é denso, com estrutura de qualidade e taninos bem integrados. Potente e elegante.

Avaliações da crítica:
Robert Parker 91 / Wine Spectator 92 / Stephen Tanzer 92 / Wine Enthusiaist 91.

Fonte: Janquiel Mesturini (Dialoga Comunicação)

Os 10 maiores escândalos no mundo do vinho: Um truque no barril!


Embora não seja um escândalo, como nos moldes atuais, já que os séculos 18 e 19 estavam cheios destas práticas que garantiam um resultado final melhor para os vinhos de determinadas regiões.
Talvez a prática mais conhecida tenha sido a mistura dos vinhos de Bordeaux com vinhos mais fortes da Espanha, do Rhône ou do Languedoc, com o objetivo de melhorar a concentração e a cor de seus vinhos, principalmente se estivessem destinados para o Reino Unido.
Ao longo de vários séculos, foi prática comum para os vitivinicultores fazer uma mistura de vinhos de grande procura (Bordeaux e Borgonha, principalmente), com os do Hermitage, no Rhône, que também eram particularmente valorizados.
Ironicamente, foi a adição de vinhos de fora da região, que impulsionou a popularidade dos Bordeaux, já que o estilo de vinho que emanava das adegas estava muito em desacordo com o estilo que inicialmente tinha se tornado popular no exterior.
Foram os vinhos mais leves do Gironde, que inicialmente encantaram o inglês, quando essa área da França (Aquitânia) ainda era parte do domínio do rei da Inglaterra, na Idade Média.
O nome "claret" foi um abastardamento inglês do nome francês "clairet", que se refere a sua coloração rosé muito escura, e que agora praticamente desapareceu da maior parte da produção.

A devastação da filoxera de 1869 agravou a adulteração e tornou-se motivo de preocupação para o Syndicat des Grands Crus Classés du Médoc, fundado em 1901, e cujo objetivo principal era reprimir tais práticas.
No entanto, em 1905, ainda haviam relatos de barris de vinho escuro e inebriante, do Norte de África e do Midi, que estavam sendo enviados para o exterior, estampando orgulhosamente os nomes de seus respectivos châteaux, pretendendo se passar por um Bordeaux puro.
A Borgonha era tão culpada desta prática quanto Bordeaux, permanecendo assim (em alguns poucos lugares) até depois da Segunda Guerra Mundial.
A predileção por lá, como em Bordeaux, também era misturar alguns dos vinhos tintos robustos do norte da África (Argélia, Marrocos ou a Tunísia) para aumentar a concentração, a cor e o álcool dos vinhos locais.
Devemos, naturalmente, ser gratos que bordaleses e borgonheses já não produzam mais este tipo de vinho, projetado para apenas satisfazer seus clientes influentes.

Fonte: traduzido e adaptado de The Drinks Business

Decanter World Wine Awards 2011: Os melhores Shiraz (Syrah) com qualidade e bons preços!

A competição foi acirrada na categoria Syrah/Shiraz. Com a conquista de 11% de todas as medalhas de ouro no Decanter World Wine Awards, o maior percentual entre todas as castas, o título de Syrah/Shiraz com melhor preço e qualidade foi duramente disputado.
O produtor australiano do Bird in Hand's Two in the Bush Shiraz 2009 (South Australia) foi o vencedor deste prêmio. Custando menos de £10 (£9,99), o vinho da Mount Lofty Ranges superou o neozelandês Elephant Hill Syrah 2009 (£20,99) na disputa pelo título de melhor custo.
Os vencedores do Regional Trophy do Chile assumiram o terceiro e quarto lugares, com o Mayu Syrah Reserva 2008, do remoto Valle de Elqui, custando apenas £8,97, impressionando os juízes, seguido pelo colega Tamaya Reserva de 2009, que também se destacou bastante e que custa meros £10.
O DWWA 2001 fecha o pódio dos 5 melhores vinhos desta categoria com o Syrah francês, Domaine de Michelas Saint Jemms 2009, Saint Epine, Saint Joseph (£20), que conseguiu estragar a festa da supremacia do Novo Mundo.

Fonte: traduzido e adaptado de Decanter.com

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Winebar: Casa 111 oferece mais de 200 rótulos de vinho e boas comidinhas!


Os enófilos paulistas realmente são sortudos! Mais um winebar bacana para conhecer na cidade de São Paulo...

Rua de apenas um quarteirão no Itaim, a Pais de Araújo (entre a Pedroso Alvarenga e a Tabapuã) abriga um novo e romântico wine bar. Foi inaugurado ali, quatro meses atrás, o Casa 111, que ocupa o pequeno imóvel onde funcionou o In Vino Amici.

Logo na entrada está o ambiente mais gracioso: uma varanda com oito mesas decoradas com velas e flores. Mimo extra, mantas vermelhas ficam à disposição nas noites frias. Na parte interna, prateleiras exibem somente uma amostra da oferta de vinhos. A maioria dos 200 rótulos fica armazenada numa adega climatizada, escondida do público, no piso superior.

A seleção inclui o argentino La Posta Bonarda 2008 (R$ 48,00), tinto da região de Mendoza; o espanhol Enate Crianza 2005 (R$ 87,00), corte de tempranillo e cabernet sauvignon; e o ótimo português Carm Reserva 2008 (R$ 105,00). Poderiam ser incrementadas as opções em taça, restritas a cinco etiquetas (Errazuriz Reserva Shiraz 2009, R$ 19,00).

Embora enxuto, o cardápio reúne interessantes sugestões para acompanhar os tintos, brancos e espumantes. Entre elas, seis panini (sanduíches com massa de pizza), como o recheado por um rico ragu de ossobuco mais queijo emmental (R$ 23,50), e a cremosa polenta coberta por molho sugo e pedaços de gorgonzola (R$ 28,00).

Também atraem as oito variedades de queijo (grana padano, reblochon, chevrotin, büchette...), oferecidas em porções de 50 gramas (de R$ 7,00 a R$ 13,00 cada uma). Elas chegam à mesa com apresentação cuidadosa, junto de uma colher de louça com mel. O único inconveniente é o horário de fechamento da cozinha, 22 horas. Por outro lado, o cliente que abriu um vinho pode desfrutá-lo com tranquilidade, sem aquelas famosas indiretas dos garçons.

BEBIDAS ✪✪✪ AMBIENTE ✪✪✪ COZINHA ✪✪✪

Fonte: Fabio Wright (Veja SP)

Conheça os novos senhores do vinho na França!


Se a maior parte das pessoas se contenta em ter uma adega recheada de bons vinhos para degustar em ocasiões especiais, os executivos mais ricos da França mostram que o interesse na enocultura pode ir muito além. Por gosto, por status e, principalmente, pela rentabilidade, eles preferem fazer o próprio vinho.
Que o diga Bernard Arnault, quarto maior bilionário do mundo e primeiro da França, segundo a classificação da revista Forbes. O negócio de bebidas de sua empresa, a Louis Vuitton Moet Hennessy, encerrou 2010 com um lucro recorrente de 930 milhões de euros (R$ 2,1 bilhões).

Château d'Yquem

Junto com marcas como Moet, Chandon, Krug e Hennessy, o CEO da LVMH tem em sua coleção o Château d'Yquem – um vinho branco que consta entre os mais caros já vendidos. Em 1986, um exemplar da safra de 1784, com as iniciais de Thomas Jefferson, foi leiloada pela Christie's por US$ 56.588. No Brasil, atualmente, uma garrafa da safra de 2002 custa em torno de R$ 2.700.

Confira o perfil dos novos senhores do vinho:
A lucratividade do negócio é inegável. O índice Liv-Ex Fine Wine 100, principal benchmark da indústria, que representa o movimento de preço de 100 dos mais procurados vinhos, passou de 100,53 pontos em abril de 2005 para 358,93 pontos em maio deste ano; uma alta de 257%. No mesmo período, o índice acionário americano Dow Jones Industrial Average subiu cerca de 20%
E os incentivos para que grandes executivos entrem no mercado são ainda maiores. Além da alta rentabilidade e dos benefícios fiscais, investir em vinhedos também traz as vantagens do encarecimento no preço das propriedades, que dobra a cada 10 anos.

Em 2008, por exemplo, surgiram rumores de que o bilionário François Pinault, dono da Gucci e rival de Arnault, venderia seu Château Latour, adquirido em 1993 por cerca de 100 milhões de euros. O preço sugerido em reportagens do Sunday Times da época era de 150 milhões a 200 milhões de euros, mas outras fontes apontavam uma quantia superior a 600 milhões. O negócio não só não foi fechado, como Pinault adquiriu, recentemente, o pequeno Château-Grillet, de 3,5 hectares, por cerca de 15 milhões de euros – algo em torno de 4,3 milhões por hectare.

O valor pode parecer descabido, mas não está fora do mercado. Atualmente, para adquirir um hectare na região de Saint-Emilion, na França, é necessário ter mais de meio milhão de euros. O preço chega a triplicar na região de Borgonha.
Embora grande parte dos executivos – especialmente os mais ricos – decida investir em vinhedos já constituídos e de renome, há outros, como o líbano-brasileiro Carlos Ghosn, CEO da Renault e da Nissan, e o co-fundador do grupo Accor, Paul Dubrule, que preferem iniciar uma produção própria, em propriedades herdadas ou sem tradição na produção de vinhos.

3º Encontro Internacional do Vinho do Espírito Santo: Programação completa (Vinhos e Palestrantes)


Conheça a excelente programação prevista para o 3º Encontro Internacional do Vinho do Espírito Santo, que volta para o local onde nasceu: a região de montanha no entorno da Pedra Azul.
Um encontro que irá reunir vários especialistas do setor, enólogos, enófilos, críticos e apreciadores do Brasil e de diferentes países produtores de vinhos.
Saiba mais sobre os grandes vinhos e os palestrantes que irão apresentá-los:

29/09- QUINTA-FEIRA
Abertura (Salão do Lago)

30/09 - SEXTA-FEIRA

14h30 às 16h00 - Palestra 1 - Espanha (8 vinhos)
Palestrante: ARTHUR AZEVEDO (Brasil)
Diretor-Executivo da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP), diretor-editorial da Wine Style, médico pediatra, jornalista especializado em vinhos, palestrante e consultor da Artwine e da companhia aérea TAM.
Mesa redonda: RAÚL PÉREZ (Espanha)
Bodegas y Vinhedos. Conta com uma produção extremamente limitada de vinhos artesanais a partir de castas como como Albariño, Treixadura, Mencía, Bastardo, Prieto Picudo e Godello do D.O de Noroeste da Espanha que dão vida vinhos de nomes originais como Sketch, Muti, Sacrata, El Pecado, RP+RP, A Trabe, La Claudina, VICO, Ultreia St. Jacques.
DIEGO SOTO (Espanha)
Proprietário, junto com Nuria Soto, da vinícola biodinâmica Mas Estela, bodega que fica no nordeste da Espanha colada com o Mediterrâneo.
RODRIGO MENDEZ (Espanha)
Proprietário da pequena bodega familiar Forjas del Salnés, localizada na região da Galícia, na Espanha.

Vinhos:
1- Leirana Alvariño 2009 - Rias Baixas - Espanha
2- Goliardo 2008 Caiño - Galícia
3- A Trabe 2007- Monterrei
4- Ultreia Saint Jacques 2009 - Bierzo
5- Ultreia de Valtuille 2008 - Bierzo
6- Rara Avis 2009 - León
7- Vin de Luna 2007 - Empordá
8- Mas Estela - Selva de Mar - Empordá

16h30 às 18h30 - Palestra 2 - Top Winemakers (10 vinhos)
Exclusivo e único projeto, envolve o trabalho dos 10 enólogos chilenos mais conceituados para elaborar uma caixa com 10 vinhos Ultrapremium tendo como base a uva Cabernet Sauvignon 70% e cada um aportando seu estilo e uvas diferentes para completar o restante.
Palestrante: ARIEL PÉREZ (Chile)
Possui graduação nível 3 pelo Curso Wine and Spirits Education Trust de Londres onde atualmente prepara-se para receber a graduação de nível 4. Ariel participa de vários eventos relacionados ao universo dos vinhos.
Mesa redonda: RAFAEL PRIETO (Chile)
Co-autor do Guia del Vino del Chile. Foi ele quem teve a ideia do projeto "Top Winemakers", único no mundo, para celebrar o bicentenário da independência chilena, reunindo os dez melhores enólogos do país.
ALVARO ESPINOZA (Chile)
Um dos enólogos mais respeitados e inovadores no Chile, sócio da empresa de assessoria técnica Geo Wines. Foi escolhido Personalidade do Vinho em 2007, ano em que começou a produzir seus próprios vinhos, que refletem a sua filosofia e seu estilo enológico ao produzir tintos generosos e maduros.
MARCELO RETAMAL (Chile)
Um dos melhores enólogos chilenos da atualidade, está à frente da vinícola De Martino, situada no Vale do Maipo.

Vinhos: 10 - kit especial
1- Ignacio Recabarren (Mejor Enólogo Década 1990/2000. Viña Concha y Toro)
2- Aurelio Montes (Pionero en Vinos Premuim. Viña Montes)
3- Marcelo Retamal (Mejor Enólogo año 2004. Viña De Martino)
4- Marcelo Papa (Mejor Enólogo año 2005. Viña Concha y Toro)
5- Adolfo Hurtado (Mejor Enólogo año 2006. Viña Cono Sur)
6- Cecilia Torres (Mejor Enólogo año 2007. Viña Santa Rita)
7- Pablo Morandé (Mejor Enólogo año 2008. Viña Morandé)
8- Alvaro Espinoza (Mejor Enólogo del Mundo año 2007 en Vitivinicultura Orgánica - Viñedos Emiliana)
9- Enrique Tirado (Enólogo del vino Icono: Don Melchor. Viña Concha y Toro)
10- Andrés Ilabaca (Enólogo Vinos Premium. Viña Santa Rita)

19h00 às 20h30 - Palestra 3 - Vinho e Sexualidade (7 vinhos)
Palestrante: ELIANO PELLINI (Brasil)
Médico Especialista em Ginecologia e sexualidade - vinhos pela ABS São Paulo.

Vinhos:
1- La Tentación Pinot Noir 2009 - León
2- Donnafugata Mille e una Notte 2007- Rosso-Contessa Entellina DOC - Itália
3- Quinta de Cabriz - Pedro & Inés Dão - Portugal
4- Corton Charlemagne Vincent Girardin 2006 - Grand Cru
5- Amour de Deutz Champagne - França
6- Preludio 2007
7- Tokaji 6 2003

SÁBADO - 01/10

13h00 às 15h00 - Palestra 4 - Muito além da Moqueca (5 vinhos)
Degustação de 5 vinhos, harmonizados com 4 pratos e 1 sobremesa de degustação da culinária Capixaba, mostrando todas as categoria e estilos de vinificação elaborados com uvas autóctonas. 

Palestrante: RICARDO CASTILHO (Brasil)
Diretor editorial da revista Prazeres da Mesa.
Harmonização:
Juarez Campos
Gustavo Corrêa

Pratos:
- Salada orgânica com crocante de socol e rendas de tapioca
- Bacalhau semi salgado com banana da terra e abobora
- Polenta grelhada com fonduta de morbier e molho de lingüiça da roça
- Leitaozinho à baixa temperatura com redução de espumante de jabuticaba de Santa Tereza com batatas baroa e couve.
Sobremesa:
- Clafoutis com frutas da estação, gotas de chocolate e creme de aroeira.

Vinhos:
A confirmar.

15h30 às 17h00 - Palestra 5 - Eles por Elas (8 vinhos)
Palestrantes: NURIA SOTO (Espanha)
Proprietária, junto com Diego Soto, da vinícola biodinâmica Mas Estela, bodega que fica no nordeste da Espanha colada com o Mediterrâneo.
JANE PIZZATO (Brasil)
Diretora da vinícola gaúcha Pizzato.
MARINA ASHTON (Chile)
Debatedoras:
Renata Rasseli (A Gazeta)
Alexandra Corvo (Band News FM. Sommelier)
Vinhos:
1. Pizatto Espumante - Vale dos Vinhedos
2. Pizatto DNA 1999 - Vale dos Vinhedos
3. Luca Pinot Noir 2008 Laura Catena - Mendoza - Argentina
4. Kuyén 2007 - Maipo - Chile
5. Antiyal 2008 - Maipo -Chile
6. Lokal Sílex 2004 - Filipa Pato - Região das Beiras
7. Mas Estela Quindals 2008 - Empordá
8. Estela Dol Solera 1990

17h30 às 19h00 - Palestra 6 - Bordeaux - Berço da perfeição nas duas margens (6 vinhos)
6 vinhos históricos em 3 safras 1998-2000-2005

Palestrante: MÁRIO TELLES JR. (Brasil)
Foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP), da qual é atualmente diretor, e da ABS-Brasil. Dedica-se ao estudo do vinho desde 1978. É também diretor-editor da revista Wine Style.

Vinhos:
1- Clinet - Pomerol 2005
2- L´Interdit de Valandraud - Saint Emilion 2000
3- Ausone - Saint Emilion 1998
4- Leoville las Cases - Saint Julien 1998
5- Leoville Poyferre - Saint Estephe 2005
6- Haut Brion - Pessac Leognan 2000

02/10 - DOMINGO

10h30 às 12h00 - Palestra 7 - Champagne - Como o mais sofisticados dos vinhos venceu a guerra e os tempos difíceis (6 vinhos)

Apresentação: ARIEL PÉREZ

Vinhos:
1- Veuve Clicquot
2- Moet Chandon
3- Piper - Heidseck
4- Billecart Salmon
5- Bollinger
6- Cristal - Louis Roederer
*A programação pode sofrer alterações.

Mais informações:
Tel: (27) 3212-7916
Agência Oficial - Intercontinental Turismo
Tels: (27) 2104-9804 Eduardo (27) 2104-9806 Giovana