sábado, 30 de abril de 2011

Para os amantes dos vinhos de sobremesa: a Wine Store apresenta o portfolio da Tokaji Classic


Vídeo: A História do Vinho por Hugh Johnson - 12ª parte


Para quem ainda não assistiu, apresentarei diariamente os vídeos da série Vintage, produzidos por Hugh Johnson, famoso escritor e crítico de vinhos inglês. Ele é o autor do melhor livro sobre a história do vinho e sua intrínseca ligação com a civilização ocidental. Há 25 anos atrás, um pouco depois do lançamento do livro, ele percorreu o mundo para produzir esta série com 13 episódios e que conta em imagens, um pouco desta história.
Neste penúltimo episódio ele apresenta um pouco da história e do desenvolvimento do vinho na Califórnia, desde a chegada das missões católicas na região de Sonoma e Santa Bárbara (ainda sob influência espanhola) até os dias atuais, no caso, até a década de 80 do século passado. Vale a pena assistir!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Roteiro oferece passeio de barco regado a vinhos no Rio São Francisco

Navegar o rio São Francisco a bordo de um barco a vapor, em um passeio regado a vinhos e espumantes produzidos na região. Essa é a proposta do novo produto de enoturismo (turismo relacionado ao vinho) do Vale do São Francisco, denominado Rota do Vapor do Vinho, que será lançado neste sábado (30/04), segundo informações da Agência Sebrae.
O passeio inaugural sairá do porto Chico Periquito, no Reservatório de Sobradinho, na Bahia. O percurso de uma hora e meia terá como destino a vinícola Ouro Verde, responsável pelos produtos da marca Terra Nova.
A Rota do Vapor do Vinho será o sexto produto turístico do Vale do São Francisco. A região também conta com roteiros histórico e cultural, gastronômico, das vinícolas da Caatinga, de águas e de ilhas.
“O objetivo da Rota do Vapor do Vinho é gerar negócios e renda para os integrantes das cadeias produtivas dessa bebida e do turismo na região”, explica Helder José Gomes, gestor do Projeto Rota do Vinho (VSF) da unidade Sertão São Francisco do Sebrae na Bahia.

Vídeo: A História do Vinho por Hugh Johnson - 11ª parte


Para quem ainda não assistiu, apresentarei diariamente os vídeos da série Vintage, produzidos por Hugh Johnson, famoso escritor e crítico de vinhos inglês. Ele é o autor do melhor livro sobre a história do vinho e sua intrínseca ligação com a civilização ocidental. Há 25 anos atrás, um pouco depois do lançamento do livro, ele percorreu o mundo para produzir esta série com 13 episódios e que conta em imagens, um pouco desta história.
Neste 11º episódio ele apresenta um pouco da história e do desenvolvimento do vinho na Austrália. O que era uma promessa nos anos 80, hoje é uma realidade! Vale a pena assistir!

Pequenos tesouros degustados na Expovinis 2011: Goulart Grand Vin 2007, 2008 e Super Malbec 2008!

Dentre um número quase incontável de vinhos disponíveis para degustação na Expovinis, tive oportunidade de apreciar alguns rótulos realmente especiais, não necessariamente famosos ou altamente pontuados, mas vinhos que são pouco conhecidos, raros e de baixíssima produção ou que nem estão disponíveis para venda ainda. Conheça mais alguns deles:

Goulart Grand Vin 2007

Este vinho é resultado do trabalho apaixonado da brasileira Erika Goulart, que depois de descobrir vinhedos esquecidos que seu avô deixou em Mendoza, vem alcançando ano após ano, o reconhecimento pelos vinhos elaborados nestes vinhedos.
A partir desta safra (2007), ela passou a contar com a assessoria do enólogo Luís Barraud (da Viña Cobos), produzindo um Malbec de vinhas quase centenárias (média de 90 anos) em Lulunta, Mendoza.

Este grande Malbec varietal, passou 14 meses em barricas de carvalho francês novo, obtendo tantas medalhas e premiações recentemente, que seu rótulo mais parece o peito de um "Marechal" condecorado com muitas medalhas.  Mas os verdadeiros tesouros estavam repousando em dois decanters que a incansável Erika não parava de servir e descrever aos muitos interessados. Vinhos que ainda sequer possuem rótulos: O Grand Vin da safra 2008 e o Super Malbec 2008 (vinho que passou 26 meses em barricas novas Taransaud).

Impressões de degustação:
Os três vinhos apresentam tonalidades muito semelhantes, um tom rubi escuro muito profundo e concentrado. No nariz eles repletos de frutas negras em compota, um toque de baunilha e um traço suave de especiarias. No paladar, mostram um caldo volumoso e potente, mas que conseguiram (principalmente nos dois 2008) balancear essa exuberância com boa dose de elegância, mesmo sem estarem perto de ficarem prontos. Em 2012/2013, quando devem ser lançados comercialmente, prometem dar muito trabalho à concorrência no segmento de vinhos premium elaborados com Malbec. Mas como tudo que é bom costuma vir em pequenas doses, estes 2 exemplares de 2008 terão poucas garrafas à disposição do mercado: Grand Vin 2008 (3.000 garrafas) e Super Malbec 2008 (apenas 1.000 garrafas). O Grand Vin da safra 2007 já pode ser adquirido na Winery por cerca de R$180,00. Nota: 92 pontos (Grand Vin 2007 e 2008) e 94 pontos (Super Malbec 2008). Confesso que estes eu também bebi...

Vini Vinci 2011: mais um evento de vinhos imperdível se aproxima!


Conversando com você e lhe apresentando pessoalmente suas criações, cada uma das grandes estrelas do mundo do vinho que virão ao Vini Vinci lhe garantirá que a qualidade e a personalidade de seus vinhos emana do solo — do terreno especial e único onde estão plantados seus vinhedos.

Nós da Vinci gostamos de pensar no Vini Vinci como uma grande celebração de toda esta diversidade que existe no mundo do vinho — não tão diferente dos antigos festivais da colheita, mas desta vez com frutos das partes mais diversas do planeta.

E nesta ocasião, sob um único teto estarão mais de 240 dos melhores vinhos de 44 produtores representativos do que existe de melhor em suas regiões — e são muitas regiões, muitos terrenos, muitos vinhedos diferentes, plantados em nada menos que 12 países e diversos continentes.

Teremos muito prazer em compartilhar esta celebração com você. Venha degustar conosco!

Rio de Janeiro - 23 de maio
Hotel Sofitel: Av. Atlântica, 4240 – Copacabana

São Paulo - 24 e 25 de maio
Hotel Grand Hyatt: Av. das Nações Unidas, 13301 – Morumbi

Como participar
As reservas podem ser feitas através dos telefones 11 2797 0000 (SP)

Horário
17h00 às 22h00

Preço
R$190,00 por dia de participação. Como os convites são muito limitados, é essencial reservar sua participação com antecedência.

Não haverá venda de ingressos no local.

Saiba mais em: http://www.vinci.com.br/

Pequenos tesouros degustados na Expovinis 2011: Dow's Vintage Port 1994

Dentre um número quase incontável de vinhos disponíveis para degustação na Expovinis, tive oportunidade de apreciar alguns rótulos realmente especiais, não necessariamente famosos ou altamente pontuados, mas vinhos que são pouco conhecidos, raros e de baixíssima produção ou que nem estão disponíveis para venda ainda. Conheça o primeiro deles (raro, muito pontuado e famoso):

Dow's Porto Vintage 1994

O ano de 1994 foi uma das melhores safras declaradas Vintage da história recente, que inclusive teve 2 vinhos da safra premiados com o 1º lugar na lista da Wine Spectator (Fonseca e Graham's).  
Proveniente dos vinhedos top da Dow's, principalmente da Quinta do Bomfim e da Quinta da Senhora da Ribeira, este Porto Vintage passou dois anos envelhecendo em barris antes do engarrafamento em 1996.
Degustar um vinhos destes exigiu que eu abandonasse o protocolo habitual de descartar a amostra (cuspir mesmo...) após prová-la. Neste caso, sentei-me e dediquei alguns minutos para saborear esta jóia da enologia portuguesa.

Impressões de degustação:
Passados 17 anos de sua elaboração, este Vintage mostrou uma cor púrpura quase negra que parece desconhecer a passagem do tempo. Aromas gigantescos de ameixas secas dominavam a taça, seguidos de notas levemente florais. Exuberância ainda maior estava guardada para o paladar, com taninos riquíssimos e acidez muito equilibrada, deixando uma sensação quente e densa na boca. Final longuíssimo, daqueles que podem dizer que não são persistentes, mas "insistentes"... Nota: 98 pontos.

Veja o que a crítica especializada disse sobre ele:
Wine Spectator: 97 points
"A blackstrap, powerful Port. Black, with intense aromas of raspberries, raisins, flowers and stems. Full-bodied and medium sweet, with a long, rich finish. Tannins pull at your palate. A wine for the future. Dow vertical. Best after 2008. 13,000 cases made."
The Wine Advocate: 97 points 
"Deep garnet colour. The nose is just beginning to evolve into musky, dried plum and raisin aromas with whiffs of tree bark, nutmeg, cumin and cloves. The palate is seriously big and voluptuous with medium to high acidity and a medium to firm level of fine tannins. Very long finish."

Lançado o Guia Descorchados El Conocedor 2011 com os melhores vinhos da Argentina!

Fabricio Portelli apresenta a nova edição deste guia com 258 páginas e mais de 500 vinhos argentinos degustados. Uma ferramenta essencial para os amantes do vinho e que está disponível para visualização a apenas um clique de distância.
Descorchados é um nome que vem do guia de vinhos chilenos publicado por Patricio Tapia há mais de dez anos, é "uma mensagem para os amantes do vinho", escreve no prefácio do autor, Fabrício Portelli.
Mas neste ano há uma surpresa agradável: o Descorchados El Conocedor também estará disponível em formato digital, tanto para exibição online como para download.
Além de ser uma ferramenta útil para os consumidores na escolher dos vinhos para comprar e degustar em qualquer ocasião, contém todas as informações sobre a viticultura argentina: castas, vales da Argentina, vinícolas e degustações de vinhos.
Importante: este não é mais um guia de vinhos, mas um produto que vem sendo publicado há uma década no Chile e que a partir de 2008, cruzou as fronteiras para se instalar no Brasil e na Argentina.


Fonte: traduzido e adaptado de El Conocedor

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vídeo: A História do Vinho por Hugh Johnson - 10ª parte


Para quem ainda não assistiu, apresentarei diariamente os vídeos da série Vintage, produzidos por Hugh Johnson, famoso escritor e crítico de vinhos inglês. Ele é o autor do melhor livro sobre a história do vinho e sua intrínseca ligação com a civilização ocidental. Há 25 anos atrás, um pouco depois do lançamento do livro, ele percorreu o mundo para produzir esta série com 13 episódios e que conta em imagens, um pouco desta história.
Neste 10º episódio ele apresenta a história da destruição dos vinhedos europeus pela praga Philloxera, acidentalmente trazida da América,  e a luta dos europeus para salvar seus preciosos vinhedos. Vale a pena assistir!

Promoção: um bom Carmenère da Casa Marin pela metade do preço! Somente nesta sexta-feira...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Roquette & Cazes 2007: Campeão do Top Ten na Expovinis 2011!

Produzido na vinícola Quinta do Crasto, na região do Douro, o Roquette & Cazes 2007 é o vencedor na categoria Vinhos Tintos do Velho Mundo no concurso TopTen da Expovinis 2011.
Nascido de uma parceria entre a família Roquete da Quinta do Crasto (Douro, Portugal) e a família Cazes do Chateau Lynch-Bages (Bordeaux, França), o Roquette & Cazes é um vinho de troca de experiências e conhecimentos. Nada melhor do que aproveitar a tecnologia de vinificação francesa no “terroir” do Douro.

Ficha técnica
Castas: 60% Touriga Nacional, 15% Touriga Franca e 25% Tinta Roriz.
Sistematização: Patamares
Idade da vinha: 28 anos
Solo: Xisto
Denominação de Origem: Douro
Ano: 2007
Graduação Alcoólica: 14%
Vinificação As uvas, provenientes de talhões previamente selecionados, foram transportadas em caixas de plástico alimentar de 25 kg e sujeitas a uma rigorosa triagem à entrada da adega, antes de serem esmagadas e transferidas para cubas inox, com controle de temperatura e onde se realizou uma maceração alcoólica prolongada.
Envelhecimento: Em barricas de carvalho francês (70% novas, 30% de um ano) durante 18 meses.
Enólogos: Daniel Llose e Manuel Lobo

Notas de degustaçãoCor: Rubi intenso
Nariz: Excelente complexidade aromática, com notas de frutos vermelhos muito limpos, elegantes especiarias e suaves notas balsâmicas.
Boca: Inicio elegante, que evolui para um volume e estrutura compacta de taninos macios e firmes. Agradável sensação de frutos do bosque em perfeita harmonia com suaves notas de especiaria fina. Final de grande solidez, frescura e persistência.

Preço sugerido: R$152,00

No Brasil, Roquette & Cazes é importado com exclusividade pela Qualimpor e pode ser encontrado em lojas especializadas, supermercados e restaurantes, em embalagem de 750 ml.

Fonte: Gabriela Galvêz
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Vídeo: A História do Vinho por Hugh Johnson - 9ª parte


Para quem ainda não assistiu, apresentarei diariamente os vídeos da série Vintage, produzidos por Hugh Johnson, famoso escritor e crítico de vinhos inglês. Ele é o autor do melhor livro sobre a história do vinho e sua intrínseca ligação com a civilização ocidental. Há 25 anos atrás, um pouco depois do lançamento do livro, ele percorreu o mundo para produzir esta série com 13 episódios e que conta em imagens, um pouco desta história.

Neste 9º episódio ele apresenta a história de Bordeaux e de sua importância no cenário vitivinícola mundial. As imagens aéreas dos châteaux e de antigas garrafas do século XIX no Châteaux Lafite são imperdíveis. Vale a pena assistir!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Direto da Feira: alguns vinhos destacados no Encontro de Vinhos OFF

Pietro Beconcini Vigna alla Nicchie 2006
O campeão da seleção Top 5 do evento, um surpreendente Tempranillo produzido na Toscana, é fruto de uma inesperada descoberta nos vinhedos de San Miniato, nos arredores de Pisa.
Um vinho elaborado com vinhas centenárias de Tempranillo (só identificadas pelo DNA), de baixa produção (3000 garrafas em 1,5 hectares) e que amadureceram 20 meses em barricas de carvalho (70% francês e 30% americano). Além do caráter de curiosidade, mais uma grande obra vínica nas terras da Toscana. Um vinho encorpado (15,5º de álcool), mas com acidez refinada e os aromas frutados característicos da Tempranillo, apesar de estar longe de casa... Nota: 92 pontos.

Mitchelton Airstrip Marsanne Roussanne Viognier 2009
A Austrália sempre se inspirou nos vinhos do Rhône francês, não é a toa que o seu maior vinho, o Penfolds Grange é também conhecido como Grange "Hermitage".
Neste blend de  três uvas brancas nativas do Rhône, a Mitchelton conseguiu um ótimo equilíbrio entre as diferentes características de cada casta, destacando-se uma maciez incrível, com aromas deliciosos de maça verde e notas amendoadas, seguidas de um final de boca prolongado. O melhor branco que degustei na feira! Nota: 93 pontos.

Vigna Macchia dei Goti Taurasi 2007
Meio escondido no meio de Barolos, Brunellos di Montalcino e outros italianos do Vêneto e Toscana, degustei este ótimo Taurasi da Cantina Antônio Caggiano feito com a típica Aglianico, do sul da Itália. Um vinho repleto de fruta madura, aromas ricos e complexos de tabaco, pimenta negra e notas herbáceas. Uma ótima descoberta no meio daquele oceano de vinhos. Nota: 91 pontos.


Vega Sauco Wences Reserva 2004
Este vinho agradou tanto (foi o 3º na seleção Top 5) que o importador Rogério d'Avila não largou a garrafa por nada... Produzido com 80% Tinta de Toro (ou Tempranillo) e 20% de outras variedades não reveladas da Finca La Cascajera, amadureceu por 24 meses em carvalho francês.
Um vinho incrivelmente pronto apesar de jovem, uma característica rara em vinhos deste quilate, principalmente se considerarmos a exuberância da safra 2004 na região de Toro.
Aromas de defumação, couro e frutas vermelhas bem evidentes, seguidos de um grande equilíbrio gustativo (taninos, acidez e álcool bem balanceados).
Como costumo dizer, é daqueles vinhos em que chegamos ao fim da garrafa sem qualquer "cansaço" gustativo, mas plenos de satisfação sensorial. Nota: 93 pontos.

Obviamente, muitos outros vinhos poderiam estar descritos aqui, mas estes quatro já dão uma boa idéia da qualidade dos vinhos deste ótimo evento. Agora é esperar a edição do ano que vem...

Decanter Report Bordeaux 2010: Pomerol

POMEROL

Está bastante claro que 2010 foi um ano notável para a região do Pomerol, certamente entre os melhores, perseguindo as colheitas de 2005, 2006 e 2009.  O verão seco provocou um stress hídrico constante, permitindo um aumento significativo da concentração das uvas. As temperaturas frescas da noites também contribuíram para o desenvolvimento dos aromas.  Assim, a colheita foi realizada em condições ideais entre 22 de setembro e 5 outubro.  As produções foram ainda menores que no ano passado, até 20% em alguns casos, devido ao coulure e bagas pequenas. Taninos e antocianinas atingiram níveis tão elevados quanto dos teores de álcool, mas a acidez está bem presente para proporcionar frescor e equilíbrio. Deste modo, os vinhos têm cor profunda, aromas florais e de frutas vermelhas, estrutura sólida e taninos poderosos.

Chateau Petrus, Pomerol 2010
A distinguished wine. Precise, honest without surfeit. A natural expression of the cru. Affirmed structure and length but tannins suave and refined. Lovely fruit expression. Harmonious. Compelling now but long ageing. More 'classical' than '09. Drink 2022-2060. (19 points)

Chateau Trotanoy, Pomerol 2010
Dense, complex - a block of a wine this year. Definitely more virile than '09. Powerful tannic frame but layers of fruit and as always a minerally freshness and length. Drink 2020-2045. (18.5 points)

Le Pin, Pomerol 2010
Has all the charm of the '09 but to my mind a touch more vivacity and structure. Lifted Burgundian red fruit and spice aromas and flavour. Supple caressing fruit on the palate. Decadent sweetness on the mid-palate then long filigree tannins. Drink 2020-2035. (18.5 points)

Chateau l'Eglise-Clinet, Pomerol 2010
Undoubted power and concentration. Rich, dense and profound but reserved. Layered fruit on the palate. Bigger structure than '09 although a touch awkward at this youthful stage. Drink 2020-2040. (18.5 points)

Chateau l'Evangile, Pomerol 2010
Dense and opulent, as is the style, but very refined. Full-bodied, succulent with a rich concentration of fruit. Powerful but with more apparent freshness than the excellent '09. Beautifully textured - tannins velvety and smooth. Long, clean finish. Drink 2020-2040. (18.5 points)

Chateau La Fleur Petrus, Pomerol 2010
My 'coup de coeur' from the J-P Moueix stable this year. In a vintage of power this exudes elegance and finesse. Lovely fruit expression. Refined tannins. Long, persistent finish. Harmonious. Drink 2020-2040. (18.5 points)

Chateau La Conseillante, Pomerol 2010
Slightly more assertive than the '09 but very fine. Deep colour. Lovely density of fruit - blackcurrant note on the nose. Has volume on the palate but freshness as well. Good line and length. Violet, liquorish notes on the finish. Firm, grainy tannins. Drink 2020-2045. (18.5 points)

Vieux-Chateau-Certan, Pomerol 2010
More or less the same parcels and blend as '09 (86% Merlot, 14% Cabernet) but a different style. Less opulent and more classically defined. Lovely 'natural' fruit, huge concentration, more alcohol (14.5%), long, powerful tannins and the freshness that marks the vintage. A harmonious whole. Huge potential. Drink 2020-2060. (19 points)

Chateau Lafleur, Pomerol 2010
Magnificent wine - structured, fine, cerebral. 62% Cabernet Franc - the highest recorded. Refined, complex nose (violet, berry, 'cacao' notes). Palate fresh and lively. Tannins plentiful but precise. Superb length on the finish. Drink 2022-2060. (19.5 points)

Le Moulin, Pomerol 2010
Modern, rich and opulent in style. Plenty of extract but not over worked. Smooth, velvety texture. Some freshness behind. Good length. Drink 2015-2023. (17 points)

Chateau Gazin, Pomerol 2010
Rich and savoury. Plenty of fruit on the palate. Powerful but refined structure. Persistent. Needs time but won't disappoint. Drink 2018-2035. (17.5 points)

Chateau le Gay, Pomerol 2010
Reserved aromatically but palate elegant. Purity of fruit, balancing acidity and fine, ripe tannins. Drink 2017-2028. (17.5 points)

Chateau Feytit-Clinet, Pomerol 2010
Lovely depth of fruit. Succulent and ripe on the palate but with freshness and length. I may have underestimated the '09 but this is certainly very fine. Drink 2017-2030. (17.5 points)

Chateau Petit Village, Pomerol 2010
Impressive wine this year. The best ever? Dense, complex nose. Explosive fruit on the palate. Velvety texture. Plenty of freshness and a long, persistent finish. Drink 2018-2035. (18 points)

Chateau Vray Croix de Gay, Pomerol 2010
A great success this year. Fresh and fragrant - blueberry, violet notes with a hint of toasted oak behind. Pure and clean on the palate. Fine, ripe tannins. Long finish. Drink 2017-2030. (17.5 points)

Chateau Beauregard, Pomerol 2010
Just the ticket. Perfumed, floral, fresh with lovely length and line. Possibly the best ever from this estate. Drink 2017-2030. (17 points)

Chateau le Bon Pasteur, Pomerol 2010
Ripe but harmonious. Creamy, raspberry notes with an almost citrus lift. Subtle, integrated oak. Suave texture. Fine, ripe tannins. Persistent. Drink 2017-2030. (17 points)

Chateau Clinet, Pomerol 2010
Dark, rich and powerful. Good attack. Undoubted depth and reserve but I prefer the balance and charm of the '09. Bit more extraction this year? Drink 2018-2035. (17 points)

Chateau du Domaine de l'Eglise, Pomerol 2010
Better than the '09. Attractive fruit. Fresh, ripe and lifted. Medium to full-bodied. Harmonious. Good length. Drink 2017-2030. (17 points)

Chateau Latour a Pomerol, Pomerol 2010
Plenty of freshness and length. Tannins rounded and fine. Very pure and harmonious. On a par with '09. Drink 2018-2035. (17 points)

Chateau La Violette, Pomerol 2010
Rich in constitution but natural and elegant as well. Considerable depth of fruit, fine tannins and texture, freshness on the finish. Superior to '09. Drink 2018-2035. (18 points)

Les Pensees de Lafleur, Pomerol 2010
Less charm than the '09 but definitely structured for ageing. Smooth and precise on attack but the acidity adds a little more vigour to the finish. More than a simple second wine. Drink 2018-2030. (17 points)

Chateau Nenin, Pomerol 2010
2009 announced the best Nénin ever in the Delon era and this follows suit. Dense volume. Lovely fruit. Fresh acidity and tannins. A little more linear and structured than the previous year. Drink 2020-2035. (17.5 points)

Chateau Certan de May, Pomerol 2010
Sweet and ripe on the nose with just a hint of jam. Round and supple on attack but with length and freshness in the tannins. Generous if a touch robust at present. Drink 2018-2030. (16.5 points)

Clos L'Eglise, Pomerol 2010
Undoubtedly a very good wine but at an awkward stage. Tight and firm with layered fruit but slightly intrusive oak. Winemaking has the upper hand. Drink 2018-2028. (16.5 points)

Fugue de Nenin, Pomerol 2010
Even better than the (very good) '09 and still great value. Lovely fruit and freshness. Pretty violet notes. Good length. Drink 2015-2025. (16.5 points)

Chateau Montviel, Pomerol 2010
A stricter selection than in the past and it shows in the wine. Dense, fresh and pure. Tannins ripe and fine. Persistent. Drink 2016-2025. (16.5 points)

Chateau la Pointe, Pomerol 2010
Continues the progress made in '09. A little more structured but still with the same seductive fruit. Well defined. Drink 2017-2025. (16.5 points)

Chateau La Providence, Pomerol 2010
I preferred this to the '09. There's a generosity of fruit and flavour but also finesse. Altogether it's a harmonious wine with attractive red fruit notes, fine tannic frame and good length. Drink 2018-2030. (16.5 points)

Chateau Rouget, Pomerol 2010
Ripe, round and powerful. Plum and red berry notes. Rich and full but I prefer the balance of the '09. Drink 2016-2025. (16.5 points)

Chateau Hosanna, Pomerol 2010
Maintains the consistency established with the first vintage in 1999. Dense, full, savoury - exudes depth and power. Plenty of vigour. Attractive fruit. Long, firm finish. Drink 2020-2040. (18 points)

Chateau Lafleur-Gazin, Pomerol 2010
One of the light-weights from the JP Moueix stable. Leafy-red fruit character. Lighter weight and frame but balanced. Pleasant early drinking. Drink 2015-2022. (15 points)

Chateau La Croix Taillefer, Pomerol 2010
Rich and meaty on the nose with a nip of freshness. Tannins a touch hard edged at present. Drink 2015-2020. (15 points)

Chateau La Cabanne, Pomerol 2010
Good berry fruit extract but tannins rather rustic and firm. Lacks a little charm. Drink 2016-2024. (15.5 points)

Chateau Vieux Maillet, Pomerol 2010
Rich, round and nearly overripe. Certain opulence but tannins a touch robust. Drink 2015-2022. (15.5 points)

Chateau Moulinet, Pomerol 2010
First vintage with S. Derenoncourt as consultant. Attractive fruit. Lighter structure but ripe and firm. Drink 2015-2022. (15.5 points)

Le Clos du Beau-Pere, Pomerol 2010
Rich, ripe and creamy. Liqueur de framboise fruit. Palate round and supple. Lighter framed but satisfying. Drink 2015-2024. (16 points)

Chateau Le Chemin, Pomerol 2010
Second vintage of a new wine launched by François Despagne (Grand Corbin-Despagne). Certified organic. Lovely purity of fruit. Supple, even opulent but natural and fresh. Fine tannic frame. Harmonious. Drink 2016-2025. (16 points)

Chateau Bourgneuf, Pomerol 2010
Better than the '09. Tannins firm but a little more refined. Attractive red/dark fruit with a touch of vanilla oak. Supple attack. A touch of alcohol but balancing acidity. Drink 2017-2028. (16 points)

Clos du Clocher, Pomerol 2010
Dark, firm and tight. Bigger structure than '09 - even a touch robust. Will need time. Drink 2017-2025. (16 points)

Chateau la Croix du Casse, Pomerol 2010
Soft red fruit aromas and flavour. Supple and round with a touch of subtle oak. Light but ripe tannic frame. Drink 2015-2023. (16 points)

Domaine Fayat, Pomerol 2010
Dark and reserved. Crushed berry and chocolate notes on the palate. Fresh and agreeable. More structured than the '09. Drink 2016-2025. (16 points)

Chateau la Croix de Gay, Pomerol 2010
Pretty red berry fruit. Aromatically a touch Burgundian. Medium to full-bodied, round and sweet-fruited. Tannins firm. Alcohol shows. Drink 2016-2025. (16 points)

Duo de Conseillante, Pomerol 2010
Definite Merlot expression this year. Sweet, round and succulent. A little more vigour than '09 but less charm. Drink 2014-2020. (16 points)

Chateau la Grave, Pomerol 2010
Medium-bodied, supple, fresh. Perhaps not quite the maturity of the '09 but fine tannins and length. Will make an enjoyable drink. Drink 2015-2022. (15.5 points)

Chateau la Fleur-de-Gay, Pomerol 2010
Berry and toasted aromas on the nose. Concentrated but oak invasive at the tasting. Firm, ripe tannins. Needs retasting when the oak has settled. Drink 2018-2030. (16 points)

La Petite Eglise, Pomerol 2010
More gras and opulence than usual, certainly more than in '09. Ripe, full and caressing with red fruit and chocolate notes. Tannins a touch abrasive otherwise a higher note. Drink 2015-2025. (16 points)

Chateau Mazeyres, Pomerol 2010
Medium-bodied, lighter-styled Pomerol. Leafy-berry fruit. Round. Agreeable. Drink 2015-2022. (15.5 points)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Vídeo: A História do Vinho por Hugh Johnson - 8ª parte


Para quem ainda não assistiu, apresentarei diariamente os vídeos da série Vintage, produzidos por Hugh Johnson, famoso escritor e crítico de vinhos inglês. Ele é o autor do melhor livro sobre a história do vinho e sua intrínseca ligação com a civilização ocidental. Há 25 anos atrás, um pouco depois do lançamento do livro, ele percorreu o mundo para produzir esta série com 13 episódios e que conta em imagens, um pouco desta história.
Neste 8º episódio ele apresenta a história dos fantásticos e tradicionais vinhos fortificados de Portugal (Porto e Madeira). Vale a pena assistir!

Os 100 melhores vinhos da África do Sul - Top 100 South African Wines 2011


Acaba de ser divulgada,  na Cidade do Cabo, a lista dos Top 100 South African Wines (edição 2011) do guia dos melhores vinhos da África do Sul. O guia traz um perfil detalhado sobre cada um dos vinhos, mapas das vinícolas e todos os comentários dos especialistas que fizeram a seleção dos vinhos.
Nesta edição foram inscritos 411 vinhos, mas foram considerados aptos apenas 390 deles, sendo 222 tintos, 145 brancos e 25 espumantes, de sobremesa ou fortificados. As três vinícolas com maior número de representantes foram Cederberg e Saronsberg (5 vinhos), seguidos pela Simonsig (4 vinhos). 

Aproveitando o início da "Semana de Baco", com o Encontro de Vinhos OFF e a Expovinis, veja a lista e descubra-os (se estiverem disponíveis...) nestes eventos enológicos. É uma pena que muitos deles não cheguem ao Brasil...

Conheça a lista completa, separada por tipos, varietais e estilos:

Tintos

Cabernet Sauvignon
Edgebaston Cabernet Sauvignon 2008
Klein Constantia Cabernet Sauvignon 2008
Le Riche Wines Cabernet Reserve 2007
Oldenburg Vineyards Cabernet Sauvignon 2008
Rickety Bridge Winery The Bridge 2008
Rustenberg Peter Barlow 2007
Stark-Condè Wines Three Pines Cabernet Sauvignon 2008
Webersburg Cabernet Sauvignon 2004

Merlot
Creation Wines Merlot 2009
Slaley Cellars Merlot 2006

Pinotage
Bosman Family Vineyards Pinotage 2009
Neethlingshof Estate The Owl Post 2009
Rijk’s Private Cellar Pinotage Reserve 2007
Simonsig Estate Pinotage Redhill 2007

Shiraz
Boschendal Cecil John Reserve Shiraz 2008
Cederberg Shiraz 2008
Flagstone Dark Horse 2007
Graham Beck Wines The Ridge Syrah 2006
Groot Constantia Shiraz 2008
Oldenburg Vineyards Syrah 2008
Raka Biography Shiraz 2008
Saronsberg Cellar Nick & Forti’s Shiraz 2006
Saronsberg Cellar Shiraz 2008
Saxenburg Private Collection Shiraz 2006

Outras tintas
Oldenburg Vineyards Cabernet Franc 2008

Vinhos de corte (Bordeaux blend)
Aaldering Vineyards Cabernet Sauvignon-Merlot 2007
De Grendel Wines Rubaiyat 2007
Dornier Wines Donatus Red 2007
Glenelly Cellars Lady May 2008
Mvemve Raats de Compostella 2007
Rustenberg John X Merriman 2008
Saronsberg Cellar Provenance Rooi 2009
Tokara Director’s Reserve Red 2007
Uva Mira Red Blend 2006


Vinhos de corte (Cape blend)
Simonsig Estate Frans Malan 2005

Vinhos de corte (Rhône blend)
Badenhorst Family Red 2007
Creation Wines Syrah Grenache 2009
Hawksmoor at Matjieskuil Saint Alfege’s 2008
Saronsberg Cellar Full Circle 2008
Tormentoso Syrah & Mourvedre 2009 (MAN Vintners)
La Motte Pierneef Shiraz Viognier 2008

Vinhos de corte (outros blends)
Anwilka 2008
Glenelly Cellars Grand Vin de Glenelly 2007

Brancos

Chardonnay
Boschendal Reserve Collection Chardonnay 2009
Bouchard Finlayson Kaaimansgat Limited Chardonnay 2009
Hamilton Russell Chardonnay 2010
Jordan Wine Estate Chardonnay 2009
Longridge Wines Chardonnay 2008
Mulderbosch Chardonnay Barrel Fermented 2007
Paul Cluver Wines Chardonnay 2009

Chenin Blanc
Bosman Family Vineyards Optenhorst Chen Blanc 2009
De Morgenzon Chen Blanc 2007
Graham Beck Wines Bowed Head Chenin Blanc 2009
Jordan Wine Estate Chenin Blanc 2009
Ken Forrester Wines Reserve Chenin Blanc 2010
L’Avenir Grand Vin Chenin Blanc 2008
Rijk’s Private Cellar Chenin Blanc Reserve 2007
Rijk’s Private Cellar Touch of Oak Chenin Blanc 2009
Simonsig Estate Chenin Avec Chêne 2009
Spier Private Collection Chenin Blanc 2009
Stellenrust 46 Chenin Blanc 2010
Teddy Hall Wines Chenin Blanc Reserve 2009
The Bernard Series Old Vine Chenin Blanc 2009 (DGB)
Tormentoso Old Vine Chenin Blanc 2010 (MAN Vintners)

Sauvignon Blanc
Cederberg Ghost Corner Sauvignon Blanc 2010
Cederberg Sauvignon Blanc 2010
Diemersdal Eight Rows Sauvignon Blanc 2010
Diemersdal Single Vineyard Sauvignon Blanc 2010
Graham Beck Pheasants’ Run Sauvignon Blanc 2010
Hermanuspietersfontein Nr. 5 Sauvignon Blanc 2009
Paul Cluver Wines Sauvignon Blanc 2010
Quoin Rock Winery Nicobar 2009
Steenberg HMS Rattlesnake Sauvignon Blanc 2010
Zorgvliet Wines Five-Thirty-Five 2010
Zorgvliet Wines Sauvignon Blanc 2010

Outros brancos
Cederberg Ghost Corner Semillon 2009
Saronsberg Cellar Nick & Forti’s Viognier 2008
Steenberg Vineyards Semillon 2010

Vinhos de corte (Bordeaux blend)
Cape Point Vineyards Isliedh 2009
Cape Point Vineyards Isliedh 2010
Flagstone Treaty Tree Reserve 2010
Tokara Director’s Reserve White 2009

Vinhos de corte (outros blends)
Allèe Bleue Isabeau 2010
Miles Mossop Wines Saskia 2009
Quoin Rock Winery Oculus 2007
Sumaridge Wines Maritimus 2009
The Bernard Series Whole Bunch Grenache/Viognier 2010 (DGB)
Vondeling Babiana 2008
Vuurberg Wines White 2010

Vinhos de Sobremesa
Klein Constantia Vin de Constance 2006
Paul Cluver Wines Noble Late Harvest Riesling 2010

Espumantes
Bon Courage Jacques Bruére C.C. BdB 2007 Brut
Cederberg Blanc de Blancs Brut 2006
Constantia Uitsig MCC 2007 Brut
Simonsig Estate Cuvée Royale 2005 Brut
Teddy Hall Wines Blanc de Blancs 2005 Brut

Fortificados
Bergsig Estate Cape LBV 2000
De Krans Cape Tawny Port NV
De Krans Cape Vintage Reserve Port 2008
Overgaauw Cape Vintage Port 1998

domingo, 24 de abril de 2011

Vídeo: A História do Vinho por Hugh Johnson - 7ª parte


Para quem ainda não assistiu, apresentarei diariamente os vídeos da série Vintage, produzidos por Hugh Johnson, famoso escritor e crítico de vinhos inglês. Ele é o autor do melhor livro sobre a história do vinho e sua intrínseca ligação com a civilização ocidental. Há 25 anos atrás, um pouco depois do lançamento do livro, ele percorreu o mundo para produzir esta série com 13 episódios e que conta em imagens, um pouco desta história.
Neste 7º episódio ele apresenta a história do Champagne, de sua obscura origem até os dias atuais. Visita algumas das quilométricas adegas subterrâneas escavadas no cálcareo, passeia pelos vinhedos e demonstra como era e como é o complicado engarrafamento dessa bebida símbolo da celebração. Vale a pena assistir!

Tormentas Minimus Anima 2008 vence o “Julgamento de Campos de Jordão”

O título pode ser uma brincadeira com o famigerado Julgamento de Paris, mas os resultados foram reais. Na sexta feira da Páscoa, dez familiares e amigos, com os mais diversos paladares e preconceitos, provaram seis vinhos às cegas: três brasileiros e três estrangeiros (um francês, um português e um uruguaio).
Com exceção do português, presente como símbolo de bom custo/benefício, os demais eram varietais de Cabernet Franc (o Minimus Anima é 50% CF). O francês era de um produtor emblemático de Chinon, enquanto que o uruguaio representa o vinho sul Americano esquecido pela modernidade, aquele com perfil europeu. O Don Giovanni era o CF brasileiro de mais longa tradição, tambem feito no estilo tradicional europeu. Cada participante ordenou os seis em ordem de preferência, e deu seis pontos para o nº 1, cinco para o nº 2, etc.... Reveladas as garrafas, houve algumas tentativas de revisionismo, mas a sorte ja estava lancada.

Somados os rankings, o resultado foi:

1º: 50 pts - 2008 Tormentas Minimus Anima
Encruzilhada du Sul/Campos de Cima da Serra 12.8% R$55
2º: 45 pts - 2006 Dominio Cassis Oceanico Cabernet Franc
Uruguay 13.0% R$39
3º: 38 pts - 2007 Domaine Bernard Baudry Chinon Cuvee Domaine
12.5% R$120
4º: 33 pts - 2008 Tormentas Fulvia Cabernet Franc
Campos de Cima da Serra 13.0% R$80
5º: 30 pts - 2006 Don Giovanni Cabernet Franc
Pinto Bandeira 12.8% R$26
6º: 27 pts - 2008 J.M. da Fonseca Montado
Alentejo 13.5% R$21

Fonte: degustação promovida por Oswaldo Correa da Costa

Champagne: 2004 será a próxima Grand Vintage da Moet & Chandon!


A Grand Vintage 2004 da Moet & Chandon está programada para ser lançada no final do ano que vem, segundo o enólogo da Moët, Axelle Araud. 
Moët, a maior maison de Champagne do mundo, produz o "Grand Vintage" apenas em anos excepcionais, e tomou medidas sem precedentes para lançar a safra de 2003 que amadureceu antes da 2002, bem mais lenta para evoluir.
"A Grand Vintage 2002 é muito complexa, mas eu acho que a 2004 vai ser um pouco mais sutil, mais delicada", disse Araud. "Ela está em contato com as borras desde 2005 e deve ser muito clássica. Foi uma boa temporada de amadurecimento", disse ele.
A maison não irá divulgar a composição do blend, que muda a cada safra. Em 2002, ele consistia de 51% Chardonnay, Pinot Noir 26% e 23% Pinot Meunier. Araud disse também que 2005 não vai ser uma safra como a de 2004. O ano de 2005 foi uma grande safra na Borgonha e Bordeaux, mas não em Champagne (choveu muito e de modo desequilibrado). Não será ser um Grand Vintage!

Fonte: traduzido e adaptado de Decanter.com

Vídeo: A História do Vinho por Hugh Johnson - 6ª parte


Para quem ainda não assistiu, apresentarei diariamente os vídeos da série Vintage, produzidos por Hugh Johnson, famoso escritor e crítico de vinhos inglês. Ele é o autor do melhor livro sobre a história do vinho e sua intrínseca ligação com a civilização ocidental. Há 25 anos atrás, um pouco depois do lançamento do livro, ele percorreu o mundo para produzir esta série com 13 episódios e que conta em imagens, um pouco desta história.

Neste 6º episódio ele apresenta os vinhos produzidos na Borgonha e descreve todas as suas peculiaridades de solo, clima e vinhedos, que os tornam tão especiais e difíceis de entender. Preste atenção na curiosa história da vila de Gamay, que dá nome a uva, mas não tem uma videira que seja desta varietal. Vale a pena assistir!

sábado, 23 de abril de 2011

Decanter Report Bordeaux 2010: Saint-Emilion Grands Crus Classés

SAINT-EMILION GRANDS CRUS CLASSÉS

Parece que 2010 acabará sendo um ano mais consistente do que 2009 em Saint-Emilion. Os meses de verão bem seco ajudaram a concentrar as uvas Merlot, desde que haja uma boa quantidade de argila nos solos para evitar um stress negativo.  Combinando isso com o sucesso das Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon na denominação, é quase garantida a produção de alguns excelentes vinhos.  Apenas os produtores que possuem solos mais arenosos e de cascalho (e não de argila) ou que escolheram colher mais tardiamente contrariam essa tendência. 
O teor de álcool está tão ou mais elevado do que em 2009 ( 14-15º), mas são surpreendentemente menos evidentes, devido à acidez elevada e ao pH baixo.  
Como de costume, Saint-Emilion apresenta grande variedade de estilos, mas a tendência geral é para os vinhos de cor rubi profundo, com profusão de taninos amaciados pelo teor de frutas e álcool, seguidos de um excelente frescor para balancear o vinho.  No conjunto, eles são mais "clássicos " e estruturados do que os vinhos da safra 2009.

Chateau Cheval Blanc, 1er Grand Cru Classe (A), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Sublime wine. Fresh, floral, perfumed. More elegant and sensual than the '09. Pure, sumptuous fruit. Refined texture and tannins. Lovely acidity for balance. Seamless. Drink 2020-2050. (20 points)

Chateau Figeac, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
This is a Figeac with plenty of substance but still elegant and fresh in style. Dense, lively, expressive fruit. Firm but fine tannins. Great length. Drink 2020-2040. (18.5 points)

Chateau Troplong-Mondot, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
A modern beauty. Still has deep colour, power and density but there seems to be more refinement these days. Rich, complex nose with cassis, cacao, spice and menthol notes. Sumptuous texture, balancing acidity and long, firm finish. Drink 2020-2035. (18.5 points)

Chateau Canon, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
I loved the '09 and this is as good if not better. Poised and elegant with great purity of fruit. Dense but long and linear. Beautiful texture and tannins. Drink 2018-2040. (18.5 points)

Chateau Angelus, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
In the same league as the amazing '09 but an even bigger structure here. Tell-tale saturated colour. Busy, complex nose with spice, cacao and violet (45% Cabernet Franc) notes. Ripe, succulent fruit on the palate but not overblown. Lingering freshness behind. Powerful but refined tannins. Long, persistent finish. Drink 2020-2035. (18.5 points)

Chateau Ausone, 1er Grand Cru Classe (A), Saint-Emilion Grand Cru 2010
As pure as the '09 but a more emphatic structure. 55% Cabernet Franc in the blend. Fragrant fruit and floral nose. Dense, ripe fruit and an abundance of firm but finely knit tannins. Minerally freshness provides a classical edge. Great length and persistence. Huge ageing potential. Drink 2022-2060. (19.5 points)

Chateau Pavie-Macquin, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Rich, dense and powerful but extremely well balanced. Huge depth of fruit. Striking freshness. Bags of ripe tannin. Great ageing potential. Drink 2020-2040. (18 points)

Chateau Beausejour (Duffau-Lagarrosse), 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Elegant texture and tannins. Gentle, caressing fruit. Harmonious. Follows the progress made in '09. Drink 2018-2035. (17 points)

Chateau Magdelaine, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Sweet, ripe berry fruit nose - open and showy. Supple and round on the palate. A minerally, calcaire nuance on the finish but seems a little heavy and ponderous. Drink 2018-2030. (16.5 points)

Chateau Trottevieille, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Dense, savoury nose with just a hint of oak. Solid attack followed by limestone terroir freshness and firm, muscular tannins. As always a little austere at this stage. Drink 2020-2040. (17 points)

Chateau Monbousquet, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Rich and ripe but not overdone. Good acidity for balance. Tight, firm structure provides ageing potential. Drink 2016-2025. (16.5 points)

Chateau Beau-Sejour Becot, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Another fine effort from this consistent estate. Spicy, lifted aromas and deep colour give it a modern allure. Lovely volume of fruit. Powerful but refined tannins. Persistent. Drink 2018-2040. (17.5 points)

Chateau Pavie, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Bound to court controversy again this year. Some will love it, others hate it. Aromatically pitched closer to the Mediterranean with raisined fruit notes. Rich, thick fruit on the palate. Bold and full but keen acidity for balance. Huge, tight muscular frame. Built for the long haul. Drink 2022-2045. (18 points)

Clos Fourtet, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Outstanding effort. One of the best from this estate. Could be a great buy. Dense, round, perfumed fruit. Lovely texture and weight. Balancing freshness and long, persistent finish. Drink 2018-2040. (18 points)

Chateau Belair-Monange, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Fresh and elegant in style but with an impressive density of fruit. Balanced and well defined. Follows in the footsteps of the excellent '09. As good, perhaps better. Drink 2018-2040. (17.5 points)

Chateau la Gaffeliere, 1er Grand Cru Classe (B), Saint-Emilion Grand Cru 2010
Beautifully elegant wine with the extra depth of fruit similar to '09. Fine, long finish with a cool limestone terroir note. Drink 2018-2040. (17.5 points)

Chateau le Prieure, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Lovely fruit extract and freshness. Super purity of fruit. Fine, ripe tannins. Long persistent finish. Perfect expression of the limestone terroir. Drink 2018-2030. (17.5 points)

Chateau Soutard, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
A muscular wine from an all-female winemaking team. Powerful, structured with strong tannins reinforced by the limestone terroir. Freshness on the finish. Perhaps misses a touch of finesse? Drink 2018-2030. (16.5 points)

Chateau Pavie-Decesse, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Another powerful offering from this Gérard Perse estate. Like sister Pavie, a wine of extremes with raisined notes and muscular tannic frame lifted by the freshness of the limestone terroir. Huge ageing potential but not everyone's cup of tea. Drink 2020-2040. (18 points)

Chateau la Couspaude, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Confirmed style: ripe and aromatic with integrated toasty oak. Modern but not extreme. Fresh finish. Drink 2016-2025. (16.5 points)

Chateau la Clotte, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Accent on the fruit. Fragrant cherry-raspberry aromas and flavour. Palate round on attack then long and persistent. Drink 2016-2028. (16.5 points)

Clos des Jacobins, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Full-bodied, opulent with concentrated fruit. Tannins powerful but refined. Long, persistent finish. Drink 2017-2026. (17 points)

Chateau Franc Mayne, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Lovely purity of fruit. Raspberry-cherry fragrance. Palate fresh and harmonious, the limestone terroir adding minerality. A really delightful wine. Drink 2016-2025. (17 points)

Chateau Grand-Mayne, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Solid, full-bodied with concentrated, layered fruit and firm, ripe tannins. Serious and consistent. Drink 2017-2030. (17 points)

Clos Saint-Martin, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
This is a powerfully structured wine that will need time in bottle. Cherry aromas mixed with a chalky minerality. Long and persistent but balanced. Drink 2018-2035. (17.5 points)

Chateau Grand-Corbin-Despagne, Saint-Emilion Grand Cru 2010
One of the best ever from this estate. Splendid wine with extra depth and purity of fruit. Suave texture and very fine tannins. Drink 2016-2025. (17 points)

Chateau Villemaurine, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Another fine wine from this recently resurrected estate. Rich and dark with added density but still fresh and long. Firm, ripe tannins. The best to date. Drink 2016-2028. (17 points)

Chateau Fleur Cardinale, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Rich, ripe and decadent, this wine just oozes sumptuous fruit. Plum and berry aromas and flavour. Bold, firm tannins. Drink 2017-2028. (17 points)

Chateau Bellefont-Belcier, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Fine, smoky, red berry nose. Palate fresh and harmonious. Good length and persistence. Complete. Drink 2017-2028. (16.5 points)

Chateau la Tour Figeac, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Pure, fresh, aromatic - a natural, zesty feel to the fruit. Nothing forced. Sweet, ripe mid-palate. Firm finish. Harmonious. Drink 2016-2025. (17 points)

Chateau Laroze, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
More structured than the '09 but without exaggeration. The tender side of Laroze still shows. Lovely fruit expression. Good length. Harmonious. Drink 2016-2025. (16.5 points)

Chateau Destieux, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Ripe, rich and concentrated. Generous volume of fruit. Coffee-oak notes of integrated oak. Powerful tannins. Bold, modern style. Drink 2017-2028. (16.5 points)

Chateau Larcis-Ducasse, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Dark, rich and concentrated. Beautiful fruit at the perfect pitch of ripeness. Palate balanced by fresh acidity. Persistent. Harmonious. Drink 2018-2035. (18 points)

Chateau Fonroque, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
The conversion to biodynamics seems to be paying off. Purity of aroma. Rich, round extract with a minerally freshness apparent. More refined structure. Good length. Drink 2017-2028. (16.5 points)

Chateau Bergat, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Fine, fresh and classical with gentle, unforced extraction. Long and linear. Pure, elegant style. Drink 2017-2018. (16.5 points)

Chateau la Tour du Pin, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
This property goes from strength to strength under owners Cheval Blanc. Elegant, perfumed, sweet and ripe with beautiful texture and tannins. Fresh acidity behind. Drink 2016-2026. (17 points)

Chateau Canon-la-Gaffeliere, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Fresh, expressive, a really elegant wine with 45% Cabernet in the blend. Impeccable quality of fruit. Abundant tannins but very refined. Drink 2018-2035. (18 points)

Chateau l'Arrosee, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Another fine effort from this consistent estate. Fresh and floral on the nose with well-integrated oak adding complexity. Long and linear in structure but rich on the mid-palate. Harmonious. Drink 2017-2020. (17.5 points)

Clos de l'Oratoire, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
One of the best from this Stephan von Neipperg cru. Round, full-bodied with velvety texture and tannins. Lovely fruit underpinned by ripe tannins. Drink 2016-2025. (16.5 points)

Chateau Bellevue, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Incredible power and concentration. Possibly shades the '09 in this respect. Saturated blue-black colour. Dense, ripe fruit - essence of red fruit. Rich and concentrated on the palate but with minerally freshness. Firm tannic frame. Will need time. Drink 2020-2035. (17.5 points)

Chateau les Grandes Murailles, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Just on the edge of overripe. Pure and supple but bigger tannic structure than ususal. Drink 2017-2028. (16.5 points)

Chateau la Dominique, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
You have to go back to 1989 to find a vintage as fine as this. Elegant, lifted, crushed berry fruit aroma and flavour. Ripe, precise tannins. Long, fresh, persistent finish. Drink 2018-2035. (17.5 points)

Chateau Chauvin, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Medium to full-bodied. Round, fragrant and harmonious. Fine grained tannins and good length. Drink 2015-2025. (16 points)

Chateau Dassault, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Dark colour. Good, juicy fruit extract. Round and ripe but balanced. Firm on the finish. Drink 2015-2025. (16 points)

Chateau Grand-Pontet, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Nicely constructed. Ripe and sweet on the nose and attack but with balancing freshness. Well integrated toasted oak. Long finish. Drink 2016-2025. (16 points)

Chateau Ripeau, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
More fruit weight but the tannins seem a little green. Better in '09. Drink 2015-2022. (14.5 points)

Chateau Larmande, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Expected more this year (after a good '09). Solid fruit but lacks some charm. Extraction pushed? Drink 2015-2025. (15.5 points)

Chateau Haut-Sarpe, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Modern in style and fairly extracted. Coffee-vanilla oak present. Tight, firm tannins. Drink 2016-2025. (15 points)

Chateau Cap de Mourlin, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Sweet, ripe and raisined. Perhaps picked a little late? Touch of alcohol. Robust, grainy tannins. Drink 2016-2025. (15 points)

Chateau Fonplegade, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Plenty of ripe fruit but seems a touch more extracted this year. Tannins a little tough. Drink 2015-2025. (15 points)

Chateau La Marzelle, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
One of the best from this property. Medium to full-bodied, fresh, fruity with fine, ripe tannins. Extraction at the right pitch. Drink 2015-2025. (16 points)

Chateau Corbin, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Elegant in style with subtle red berry fruit and well integrated toasted oak. Fine tannins but a touch more grip than last year. Drink 2016-2025. (16 points)

Chateau Berliquet, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Medium to full-bodied, supple, round. Berry fruit notes. Grippy tannins. Good but lacks a bit of zip. Drink 2016-2025. (16 points)

Chateau Laniote, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Could be I missed something here but the extraction seemed severe. Tight, dry finish. Drink 2015-2022. (14.5 points)

Chateau la Serre, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Deep colour. Fruit-driven and a touch heady but with a chalky freshness offered by the limestone plateau. Oak apparent but should integrate. Drink 2017-2025. (16 points)

Chateau Moulin du Cadet, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Pure, fresh and natural. Elegant, medium-bodied wine. Biodynamics again taking a hand. Has certainly improved over the last couple of years. Drink 2015-2025. (16 points)

Chateau Laroque, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Cherry, kirsch aroma. Firm, terroir driven palate. Chalky tannins. Solid if a little austere. Drink 2017-2025. (16 points)

Chateau Cadet-Bon, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Less charm and balance than '09. Maturity and extraction seem a little pushed? Drink 2016-2025. (15 points)

Chateau Guadet, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Medium weight. Fresh, fine and linear. Purer fruit expression than in the past. Limestone terroir marked. Drink 2017-2025. (15.5 points)

Chateau Yon-Figeac, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Supple with lifted fruit and freshness. More depth than '09. Drink 2015-2022. (15.5 points)

Chateau Faurie de Souchard, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Full-bodied, generous but a little one-dimensional. Has freshness and a certain length. Drink 2017-2025. (15.5 points)

Chateau Haut-Corbin, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Dark, full and savoury on the nose. Palate round and fleshy with good meaty extract. Complete but unexciting. Drink 2016-2025. (15.5 points)

Chateau Saint-Georges Cote Pavie, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Firm, precise. Red berry and mineral notes. Bigger structure than the much improved %u201909. Drink 2016-2028. (16 points)

Chateau Grand Corbin, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Ripe and round with kirsch and plum notes but lacking in zest and finesse. Drink 2015-2025. (15 points)

Couvent des Jacobins, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Medium-bodied with fine, fresh tannins and well integrated oak. Satisfying rather than exciting. Drink 2015-2025. (15.5 points)

Chateau Petit Faurie de Soutard, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Sweet, plummy nose. Robust tannins. Extraction and ripeness a little pushed. Drink 2015-2022. (14.5 points)

Chateau Corbin Michotte, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Resolutely, fresh, forward and 'classical' in style. Medium-bodied with leafy-berry aromas and light, fine tannins. Drink 2014-2020. (15.5 points)

Chateau Cadet-Piola, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Change of style. More modern and less classical. Purple black colour. Richer, riper aroma and flavour. More extraction. Not 100% convinced. Drink 2017-2028. (15.5 points)

Chateau Balestard la Tonnelle, Grand Cru Classe, Saint-Emilion Grand Cru 2010
Dark hue. Ripe to overripe nose. Sweet attack then acidity lifted by the limestone terroir. Awkward sort of balance. Drink 2017-2025. (15.5 points)