sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O Champagne da Virada! Champagne Moet & Chandon Grand Vintage 2000


Moet & Chandon Grand Vintage Brut 2000


67ª Grand Vintage em 168 anos, desde 1842!

Direto da Taça: Beronia Gran Reserva 1995

Para encerrar um ano de muitos vinhos degustados (quase 900...), abri este tinto espanhol da Rioja, da ótima safra de 1995.
Comprado alguns anos atrás, já estava na "fila" para ser degustado neste ano. Como todo Rioja Gran Reserva, foi longamente amadurecido: 24 meses em barricas de carvalho (francês e americano), seguido por mais 36 meses nas garrafas armazenadas nas caves da vinícola.

Impressões de degustação:
Elaborado com o corte tradicional da Rioja (Tempranillo, Mazuelo e Graciano), o vinho apresentou bela cor vermelho atijolada e boa translucidez. Após breve aeração, mostrou aromas intensos e complexos de tabaco, cedro, couro e especiarias, seguidas de notas cítricas e florais. Na boca, não correspondeu à altura dos aromas liberados. Ofereceu boa acidez, mais um corpo diluído e medianamente frutado. Um vinho agradável, mas com nítido potencial para ser melhor. Nota: 89 pontos (Inovini, R$135).

Beronia GR 1995

Vídeo: Abrindo o Champagne com um sabre!

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Mais uma oportunidade de aprender como abrir um Champagne com um sabre (ou espada, se preferir!)

Vídeo: Compreendendo os "Vins de Garage" com Olivier Cazenave, no Pomerol!



O que é exatamente um vinho de "garagem"? Assista o vídeo e entenda!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Vídeo: Kir Royal(e), um drink clássico e fácil de fazer com Champagne (ou outro espumante qualquer...)

Vídeo: Diferenças entre os Champagnes Vintage e Non Vintage (NV)

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Conheça as diferenças entre Champagnes Vintage (safrados) e Non Vintage (mescla de safras), com um maître de cave da Veuve Clicquot. 

Carreiras: Dá para viver fazendo vinho?

A tradição de cultivo de vinho, antes passada de pai para filho, ganhou espaço no mundo acadêmico e hoje a formação é essencial para quem deseja atuar como enólogo. A alta competitividade no mercado de vinhos no Brasil exige cada vez mais mão de obra qualificada e especializada. A região sul do país abriga os principais cursos de enologia, e não podia ser diferente fato de ser responsável por 90% da produção da bebida em terras brasileiras.
Francesca Cecília Pastori, 20 anos, pretende trabalhar em uma vinícola depois de formada; já Lucy Meire Lombardi, 28 anos, deseja atuar com pesquisa. Ambas frequentam o curso superior de Enologia do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), de Bento Gonçalves. Os planos distintos para o futuro profissional comprovam a variedade de áreas que o mercado de vinhos oferece no Brasil. "A maior parte dos nossos alunos se voltam para a elaboração e análise de vinhos. Uma parcela pequena vai para a produção de uva e outra, para venda e comércio em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde não há muitos profissionais experts na bebida para atuarem como comerciantes", afirma Eduardo Giovanni, professor de enologia do campus da Cefet, de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.
Segundo Giovanni, a vida acadêmica é outra possibilidade para os formandos: "Temos pós-graduação e mestrado na área", diz. Uma grande parcela dos estudantes se matricula na faculdade com o objetivo de trabalhar na vinícola da família.
É o caso da universitária Francesca. "A minha família tem a tradição de trabalhar com vinicultura. Embora meu pai e tios paternos não tenham permanecido na carreira, meu avô e tios maternos se mantêm na viticultura até hoje. Isso me inspirou", conta a estudante do 4º semestre. Natural de Farroupilha, Rio Grande do Sul, Francesca conta os dias para começar a trabalhar na colheita.

As aulas que prometem formar especialistas em vinhos também atraem estudantes de outras regiões do Brasil. Lucy Meire se mudou de Londrina, Paraná, para a serra gaúcho com o objetivo de se qualificar para se tornar enóloga. Pretendendo seguir na área acadêmica, a estudante do 5º semestre destaca a variedade de disciplinas que o curso oferece. "Aprendemos desde a enxertia da videira e a condução dos vinhedos até a elaboração e degustação dos vinhos prontos. Também nos deparamos com aspectos administrativos e burocráticos, necessários a um profissional que geralmente tem funções além da produção", explica.
Giovanni destaca que o curso é dividido em dois níveis. O técnico, realizado juntamente com o Ensino Médio e que tem três anos de duração, e o superior, com três anos de estudo e dois anos de estágio na área. O professor explica que a diferença está na capacitação para o mercado de trabalho: "Quem fez curso técnico está apto para trabalhar com mão de obra nos vinhedos, até como supervisor da produção. Já o estudante que frequentou o ensino superior está preparado para atuar desde o recebimento da uva até o marketing do vinho", diz.

Fonte: Portal Terra

Vídeo: como escolher uma garrafa de Champagne!

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Escolha o Champagne (ou espumante) certo para cada ocasião, e cada "bolso" também... 

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

50 estados americanos, 50 vinhos diferentes... (por Joel Stein)

Não tenho certeza porque o meu instinto, ao saber que todos os 50 estados americanos faziam vinho, foi me levar a degustar pelo menos um. Se eu descobrisse que cada estado tinha um parque aquático, eu não iria tentar visitar a cada um deles. Isso porque os parques aquáticos não podem te deixar bêbado. Mas, além do "dever patriótico", eu acho que eu queria experimentar um vinho de cada estado para ver se, como eu cada vez mais suspeito, um bom vinho pode ser feito em qualquer lugar.
Grandes vinhos continuam surgindo de lugares surpreendentes - Nova Zelândia, Líbano, Eslovênia - então por que não, Nebraska? Em 1976, conforme relatado no filme Bottle Shock, especialistas em uma degustação às cegas em Paris ficaram surpresos ao descobrir que eles preferiram vinhos da Califórnia no lugar de Bordeaux e Borgonhas!
Será que reorganizar a minha experiência no mundo do vinho vai criar uma legião de devotos de Merlots de Montana? E se sim, John Cusack vai me interpretar num filme? Uma razão para que algumas regiões tenham dificuldade em construir sua credibilidade, é que o vinho que os europeus e, agora, os californianos, afirmam serem bons vinhos, dependem de solos e climas específicos para as suas vinhas: o terroir.  Mas Fred Franzia, fabricante do popular Charles Shaw (US$2 por garrafa), disse-me que terroir (termo francês que abarca todas as coisas regionais, a partir do solo com o clima e a topografia) é um conceito que enólogos utilizam em demasia. "Qualquer coisa que vai crescer com sol e água. Podemos crescer no asfalto", disse ele. "Terroir não significa m... nenhuma".
Mas a minha tentativa de desbancar o terroir foi mais difícil do que eu imaginava. Embora todos os 50 estados façam vinho (desde que Dakota do Norte se juntou ao bloco em 2002), não é tão fácil de achar uma garrafa de cada estado. A maioria dos vinhos são vendidos apenas localmente, e o Alaska não vai mesmo vender seu produto, que é feito a partir de uvas provenientes de outros estados.
Ao rever as poucas garrafas selecionadas aleatoriamente, com preços em torno de US$15 a US$20, eu aprendi algumas verdades gerais. O branco é mais fácil fazer do que o tinto. Os vinhos feitos em campos de golfe não são bons. E a importância do "terroir" é definitivamente questionável, uma vez que nenhuma região do país parece estar mal adaptada para a vinificação, exceto o extremo sul.
Apesar de não botar a "mão na massa" nestas vinhas, a minha impressão é que é mais uma questão de encontrar a uva certa para o seu clima: o Riesling do Michigan, foi um dos meus favoritos.
Aprendi também que você pode fazer e, aparentemente, vender, um vinho verdadeiramente repugnante!
No cômputo geral, seis das garrafas que eu ofereci a uma dúzia de amigos,  foram unanimemente considerados "imbebíveis". 11 outros foram considerados muito bons, assim como os vinhos dos estados esperados da lista (Califórnia, Oregon, Washington, Nova York, Michigan e Texas). Se saíram bem, um Pinot Grigio de Delaware, um branco de Kentucky, um Moscatel de New Hampshire, um Cabernet do Colorado e um Chardonnay da Carolina do Norte. Dos vinhos restantes, 21 foram apenas decentes e 12 outros foram muito ruins. Em geral, os vinhos eram melhores do que eu previa, dada a novidade de muitas operações, mas todas as pessoas que os provassem pensando num vinho dos EUA, iriam decepcionar-se.  Dito isto, os vinhos mostraram um potencial de que coisas melhores estarão por vir nos próximos 5 ou 10 anos. Claro que a maioria desses vinhos eram simples demais, e eu poderia pegar uma garrafa muito melhor pelo dinheiro, escolhendo entre vinhos da Espanha ou de Portugal, mas eu tinha que testar várias uvas de que eu nunca tinha ouvido falar.

Leia mais em:
 
Veja a resenha de cada um dos vinhos, os excelentes, os bons, os ruins e os... imbebíveis em:

Espanhóis lançam primeiro laboratório submarino de vinhos do mundo!


Um grupo de cientistas e produtores vinícolas do País Basco estão promovendo uma investigação inovadora: o Projeto Plentzia é o primeiro laboratório submarino de vinhos do mundo.
O objetivo é saber se há alterações na qualidade do vinho conservado no fundo do oceano, informa o site Euronews. Na superfície, os cientistas analisam as amostras para compreender o processo de envelhecimento.
Na Baia de Plentzia, no País Basco espanhol, foi colocado no leito marinho uma estrutura chamada “Módulo de Envelhecimento Controlado” (MEC). Localizados a uma profundidade de 15 metros, os módulos têm uma estrutura que permite que as correntes marinhas circulem por seu interior. Várias câmaras controlam o processo permanentemente.
Iñaki Etaio, um dos investigadores do Projeto Plentzia, explica que “cada garrafa no oceano tem uma irmã gêmea na cave, o que permite comparar e saber se há diferenças resultantes das condições de conservação”.
Os primeiros resultados já permitem tirar conclusões: "O vinho é mais redondo, mais expressivo com mais caráter e estrutura”, considera o enólogo.
Várias vinícolas espanholas aceitaram participar gratuitamente da experiência e vão realizar degustações mensais para avaliar como evoluem seus vinhos.

Assista o vídeo em:
http://pt.euronews.net/2010/12/28/as-qualidades-de-uma-garrafa-de-vinho-do-fundo-do-mar/

Vídeo: Compreendendo Saint-Emilion visitando o Château Canon!

 

Assista este excelente vídeo da Obiwine e conheça melhor a margem direita de Bordeaux, fazendo uma visita ao Château Canon, em Saint-Emilion.

Restaurante coloca à venda uma rara garrafa de Château Latour 1947, por US$30.000!

Por US$30.000, esta garrafa Double Magnum de Château Latour 1947, será a mais cara garrafa já posta à venda no célebre restaurante Bern's Steakhouse, em Tampa, Flórida.

Um momento na boca, uma vida inteira para pagar...

Eric Renaud é o master sommelier do Bern's Steakhouse, em Tampa. Recentemente, ele encontrou uma rara garrafa de vinho na adega do restaurante e decidiu que ela devia ser posta à venda. O vinho em questão é um double magnum 1947 de Château Latour. "Nós vamos vender a garrafa por US$30.000", disse Renaud, antes de declarar solenemente: "Você estará bebendo a história, você estará bebendo algo que não vai estar mais disponível". 


Renaud acredita que o achado raro esteve perfeitamente armazenado na gigantesca adega do restaurante desde os anos 1960 e será vendido no ano novo. "Deparei-me com uma garrafa que estava ao meu lado, na direção errada, no lugar errado", explicou ao canal de notícias Bay 9. "Eu olhei para ela e pensei, oh meu Deus, isso é incrível."

Fonte: traduzido livremente de Time.com

Champanhe deve ser servido em taça inclinada, comprova estudo!

Servir champanhe bem gelado numa taça inclinada é a melhor maneira de conservar sua efervescência e preservar todo o sabor da bebida, segundo estudo realizado por cientistas franceses. Os especialistas, dirigidos pelo enologista, o químico Gérard Liger-Belair, da Universidade de Reims Champagne-Ardenne, confirmaram cientificamente pela primeira vez a importância de servir o champanha bem frio - a temperatura ideal é 4 graus.
Os cientistas, que publicaram seus trabalhos na mais recente edição do Journal of American Agricultural and Food Chemistry, da Sociedade Americana de Química, determinaram que as borbulhas são a essência do champanhe, do vinho espumante e da cerveja.
Estudos anteriores haviam demonstrado que as borbulhas que se formam no momento em que são liberadas grandes quantidades de dióxido de carbono (CO2) dissolvido permitem transferir o gosto às papilas gustativas.
Há tempos, os estudiosos suspeitavam que a maneira de servir o champanhe na taça tinha influência importante sobre seu nível de CO2, e na qualidade. Isto quer dizer que, quanto mais se conserva o CO2 - ou as borbulhas no espumante -, maior é o gosto percebido.
Mas nenhum estudo havia confirmado a hipótese. Para fazê-lo, os autores calcularam as perdas de CO2 a partir de dois métodos diferentes de servir a bebida.
O primeiro consistiu em servir champanha numa taça apoiada de forma reta e o segundo, numa inclinada.
Quando a taça está inclinada o champanha cai mais lentamente, o que permite conservar duas vezes mais as borbulhas de CO2.
Além disso, confirmaram que a bebida bem fria contribui para reduzir as perdas de CO2.

Fonte: AFP.com (via UOL)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Enoteca Decanter: Sugestões de Espumantes para o fim de ano, com 10% de desconto!


Para quem ainda não comprou seu espumante para o reveillon! 

Leilões de vinhos renderam mais de US$350 milhões em 2010


Casas de leilões venderam mais de 350 milhões de dólares em vinho em 2010, um valor aproximadamente igual ou superior aos níveis de 2007, anteriores à recessão.
E todas atribuíram o aumento em suas vendas a compradores asiáticos ou de Hong Kong.
As vendas na Ásia foram "particularmente fortes", disse John Kapon, presidente e diretor de leilões da Acker Merrall & Condit, que declarou vendas totais de 98,5 milhões em 2010.
"Hong Kong já superou Nova York como maior centro mundial de leilões de vinho", disse Kapon.
A Acker Merrall foi a casa mais recente a declarar suas vendas do ano, depois da Sotheby's, que leiloou mais de 88 milhões de dólares em vinhos finos, e a Christie's, que anunciou ter vendido 71 milhões.
O diretor da Christie's para vendas de vinho na América do Norte, Charles Curtis, vai deixar seu cargo para assumir a direção das operações da empresa em Hong Kong, a partir de janeiro.
"Na Ásia, é preciso ter uma visão nuançada do mercado. Taiwan, Hong Kong e Cingapura são compradores relativamente maduros. Mas a China continental possui todas as características de um mercado mais novo", ele explicou.
"Nos mercados mais novos, as pessoas tendem a focar primeiro as marcas que são top de linha", disse Curtis, o que explica a alta vertiginosa das vendas de Bordeaux premier cru, como Lafite-Rothschild e Haut Brion.
Serena Sutcliffe, diretora do Departamento Internacional de Vinhos da Sotheby's, ecoou a observação, notando que muitos dos compradores na Ásia "estão começando do zero".
"Eles se sentem atraídos pelo estilo de vida ocidental. Estão construindo casas grandes e querem uma adega. É uma parte importante da vida social e de negócios."
As vendas da Christie's foram equivalentes às de 2007, antes da recessão global.
Kapon, da Acker Merrall, disse que as vendas de 63,5 milhões de dólares na Ásia feitas por sua empresa representam um crescimento de 206 por cento em relação a 2009. Os 28 milhões restantes vendidos em Nova York representaram um aumento de 55 por cento sobre 2009.
A Sotheby's vendeu em 2010 quase o dobro do volume de vinho que vendeu em 2009.

Fonte: Estadão

Argentina 2010: O melhor entre os vinhos acima de US$20 (Robert Parker)

Com a Argentina crescendo tão fortemente no mercado dos EUA nos últimos quatro anos, agora parece ser um bom momento para avaliar quem está no topo. O crítico Jay Miller, da Wine Advocate (Robert Parker), fez a análise de quem é quem na vinicultura argentina:

The Best of the Best:
Achaval Ferrer: por explorar os melhores terroirs de Mendoza para o Malbec;
Alta Vista: por seu Malbec de vinhedo único e pelo blend Alto;
Catena Zapata: pelo conjunto de excelência;
Viña Cobos: pelos poderosos e ricos Malbecs e alguns vinhos de custo x benefício impressionantes na linha Felino;
Colomé Reserva: pelo Malbec Reserva de vinhas velhas de altitude;
Luca: pela demonstração de outros vinhos além da Malbec;
Mendel: pelo telento e espírito de  Roberto de la Mota;
Tikal:  pelos criativos cortes de Bonarda;
Yacochuya: po Michel Rolland que não deixou pedra sobre pedra.

Outstanding:
Susana Balbo: pela vinificação brilhante e promoção dos vinhos;
Benegas: pela mantenção de velhas tradições;
Luigi Bosca: por fazer tudo bem feito;
Cheval des Andes: por superar o Cheval Blanc. Bem, quase...;
Cuvelier Los Andes:  por superar o Léoville-Poyferré, ou quase;
Flecha de Los Andes:  pela excelência consistente;
Mariflor: por destacar uvas menos famosas da Argentina;
Poesia: por trazer um savoir-faire francês para a Malbec;
Trapiche Single Vineyard Malbecs: por honrar seus melhores vinhedos e produtores.

Up and Coming:
Bressia:  pelo progresso consistente;
Enrique Foster: por trabalhar apenas com vinhas velhas de Malbec;
O. Fournier: por promover a Tempranillo;
Noemia: a melhor vinícola da Patagonia?
Pulenta: pelo melhor Cabernet Franc da Argentina;
Renacer: pelo desenvolvimento contínuo.
Sleepers:
Viña Alicia: marchando no compasso de seu baterista;
Krontiras: pelo brilhante desempenho inaugural;
Tacuil-Davalos: pela alta octanagem de seus Malbec sem madeira das altitudes de Salta.

Best Values:
Clos de Los Siete: pelo conceito brilhante de Michel Rolland;
Viña Cobos Felino: pelo talento criativo de Paul Hobbs;
Crios de Susana Balbo: extraordinários vinhos, preços justos.

Vinhos do semiárido brasileiro: novidades que fazem bem à saúde! Uvas para vinhos mais saudáveis...


Vinhos elaborados no submédio do Vale do São Francisco com as variedades Syrah, Tempranillo e Petit Verdot possuem, respectivamente, quantidades de trans-reverastrol 6, 3 e 2 vezes mais que o mesmo produto de origem francesa, espanhola ou argentina. Pesquisas na área de medicina revelam que essa substância tem ação anticancerígena e preventiva de doenças cardiocirculatórias.
Estes foram parte dos resultados obtidos pela então estudante de doutorado e professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Luciana Leite de Andrade Lima. A tese foi concluída em fevereiro de 2010, no Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob a orientação da professora Nonete Barbosa Guerra e co-orientação do pesquisador da Embrapa Giuliano Elias Pereira.
Nas parreiras, o trans-reverastrol tem a função de proteger as plantas de determinados tipos de estresses físico e ambiental. Nas áreas de cultivo do semiárido brasileiro, a prática de interromper a irrigação em um ambiente de alta temperatura, quando os frutos estão próximos ao ponto de colheita, faz com que as plantas acelerem seus mecanismos de defesa e produzam mais compostos de interesse biológico como trans-resveratrol, quercetina e rutina.

TIPICIDADE
De acordo com o enólogo da Embrapa, Giuliano Elias Pereira, o clima quente e seco da região pode explicar a diferença na concentração desses elementos químicos entre os vinhos do semiárido e aqueles processados nas zonas de temperatura mais amena da Europa, dos Estados Unidos, Argentina e mesmo do Rio Grande do Sul.
Para ele, nos percentuais em que são encontrados leva-se a crer que o consumo de vinhos tropicais do Brasil poderá ser mais benéfico à saúde do que outros tipos de vinhos elaborados nas zonas tradicionais de produção, de clima temperado. "Um produto com potente ação antioxidante, capaz de transformar o mal (LDL) no bom (HDL) colesterol, tem um apelo comercial capaz de dar grande evidência aos vinhos do vale do São Francisco".
Esta é mais uma vantagem da vitivinicultura tropical. A região já é marcada por uma situação que é única dentre todas as áreas vinícolas ao redor do planeta: é a única onde a combinação de ambiente e desenvolvimento tecnológico tornou possível a produção de uvas e a elaboração de vinhos em qualquer época do ano, com características distintas de qualidade e tipicidade.


GEOGRÁFICA
Esta possibilidade cria uma situação também muito distinta da europeia e das zonas vinícolas das Américas do Norte e do Sul. Em países como a França e a Argentina, por exemplo, os enólogos em 30 anos de vida profissional chegam a elaborar 30 vinhos. No submédio do vale do São Francisco, um mesmo profissional pode elaborar esta mesma quantidade em apenas um ano, por ser possível escalonar a produção, entre os meses de maio e dezembro, e realizar colheitas uvas e vinificar todas as semanas e todas as quinzenas.
Esta é uma riqueza para o mundo do vinho que deve se valorizar ainda mais com a descoberta das grandes quantidades de compostos bons para a saúde nos vinhos produzidos entre os paralelos 80 e 90 do hemisfério Sul, em altitude média de 350 m. Bem distante das regiões tradicionais de clima temperado no mundo (entre os paralelos 30 e 45º dos hemisférios Norte e Sul), explica Giuliano.
A vitivinicultura é uma atividade de crescente importância no negócio agrícola do semiárido brasileiro. Com seis vinícolas instaladas, a produção na região já representa 18% do mercado nacional de vinhos finos. É a segunda maior do país, atrás do Rio Grande do Sul.
A presença de compostos como o trans-resveratrol, quercetina e rutina nos vinhos das variedades Syrah, Tempranillo e Petit Verdot, registrada por métodos científicos em laboratórios da Embrapa e das Universidades Federais em Pernambuco (UFRPE e UFPE), é base para caracterização física, química e sensorial. São informações que valorizam uma identidade regional e favorecem a adoção de mecanismos como a Indicação Geográfica de Procedência dos vinhos do vale do São Francisco.
A evolução da qualidade dos vinhos da região, dos investimentos em pesquisa e a ampliação das áreas das vinícolas no semiárido brasileiro, principalmente nos estados da Bahia e de Pernambuco, fortalece a presença do Brasil no panorama vitivinícola nacional e internacional, colocando o país como produtor mundial emergente, garante Giuliano.

ESTABILIDADE
Cerca de 60% dos vinhos tintos produzidos no vale do São Francisco são da variedade Syrah. A quantidade processada a partir da uva Tempranillo também tem se expandido muito, sendo a segunda variedade tinta mais empregada. A Petit Verdot embora pouco utilizada nos vinhos comerciais, já está sendo reconhecida. Nos estudos que realiza com essa variedade, chama a atenção a estabilidade fenólica do vinho elaborado a partir dessa uva quando comparado a outros tipos de uvas.
"Esta variedade poderá proporcionar a obtenção de uvas com alto potencial enológico, para ser usada na a elaboração de vinhos jovens, com pouca estrutura e equilibrados, bem como para a elaboração de vinhos de guarda, em que passam por estágio em barricas, e são indicados para serem guardados por alguns anos", afirma o pesquisador Giuliano.

PARA MAIS INFORMAÇÕES
Giuliano Elias Pereira
Pesquisador
E-mail: gpereira@cpatsa.embrapa.br
Luciana Leite de Andrade Lima
Pesquisadora

Fonte: http://www.agrosoft.org.br/agropag/216608.htm

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Vídeo: Como gelar seu espumante para a festa de Reveillon!


Dicas de Alexandra Corvo para gelar, servir e beber seu espumante!

Preços de arrepiar: os 10 vinhos argentinos mais caros do mercado!

O jornalista Juan Diego Wasilevsky compilou e publicou no site iProfessional.com a relação dos 10 vinhos mais caros da Argentina. É de arrepiar! O ocupante da primeira colocação, o Catena Zapata Estiba Reservada 1997, custa a impensável quantia de 1.600 pesos argentinos (cerca de 736 reais).
Claro, são vinhos exclusivos, de baixíssima produção e elaborados apenas em anos de safras excelentes. Por exemplo, os 2 vinhos da Bressia Casa de Vinos incluídos na lista têm uma produção de apenas 800 garrafas.
Mesmo assim, será que são preços justificáveis? Será que a qualidade oferecida realmente compensa a astronômica etiqueta? Eu, com certeza, não posso responder, pois nunca bebi nenhum desses seletos vinhos.
E é bom lembrar que os preços divulgados são os praticados no mercado argentino. Aqui no Brasil, se disponíveis, esses vinhos devem custar bem mais. Só para exemplificar, o Viña Cobos Malbec que consta na lista pelo equivalente a 306 reais, é vendido pela Grand Cru por assustadores 750 reais!
  
1º - Estiba Reservada 1997
Produtor: Bodega Catena Zapata 
Castas: 100% Cabernet Sauvignon
Preço: AR$ 1.600 (R$ 736)
2º - Alto 1998
Produtor: Bodega Alta Vista
Castas: 80% Malbec, 20% Cabernet Sauvignon
Preço: AR$ 1.500 (R$ 690)
 
3º - Última Hoja 2006
Produtor: Bressia Casa de Vinos
Castas: não divulgado
Preço: AR$ 1.300 (R$ 598)
4º - Conjuro 2003
Produtor: Bressia Casa de Vinos
Castas: Malbec, Cabernet Sauvignon e Merlot
Preço: AR$ 950 (R$ 437)
5º - Nico
Produtor: Viña Cobos
Castas: 60% Cabernet Sauvignon e 40% Malbec
Preço: AR$ 760 (R$ 350)
6º - Doña Paula Selección de Bodega Malbec
Produtor: Bodega Doña Paula
Castas: 100% Malbec
Preço: AR$ 700 (R$ 322)
7º - Ícono
Produtor: Bodega Luigi Bosca
Castas: Malbec e Cabernet Sauvignon
Preço: AR$ 700 (R$ 322)
8º - Brote Negro 2006
Produtor: Viña Alicia
Castas: 100% Malbec
Preço: AR$ 700 (R$ 322)
9º - Viña Cobos Malbec
Produtor: Viña Cobos
Castas: 100% Malbec
Preço: AR$ 665 (R$ 306)
10º - Cuarzo 2006
Produtor: Viña Alicia
Castas: 90% Petit Verdot, 5% Grenache Noir e 5% Carignan
Preço: AR$ 660 (R$ 304)

*Em tempo: os dois vinhos da Viña Alicia, que constam na relação custando mais de 300 reais em Buenos Aires, são vendidos aqui no Brasil (safra 2005) por 195 reais, pela importadora Decanter.

Fonte: Oscar Daudt (Enoeventos)

* Pessoalmente, acrescentaria inúmeros vinhos de safras antigas que, em lojas como a Ligier, ultrapassam os 2.000 pesos.
Outros 2 vinhos raros e caros: o famoso Weinert Malbec Estrella 1977 (800 a 1000 pesos) e o Lagarde Semillon 1942 (750 pesos).

Pequeno João: a novidade alentejana da Herdade da Malhadinha Nova!

A importadora Épice (http://www.epice.com.br/) traz para o mercado brasileiro o tinto Pequeno João, da Herdade da Malhadinha Nova (http://www.malhadinhanova.pt/), vinícola instalada em Albernôa, na região do Alentejo, em Portugal. A safra 2008, a primeira a chegar ao Brasil, é elaborada com as variedades touriga nacional, syrah e aragonês. O vinho passou por estágio de doze meses em barricas de carvalho francês e mostra-se elegante e intenso.
Pequeno João é o sétimo rótulo da Herdade da Malhadinha Nova a ser comercializado no país. Ele é uma homenagem ao primeiro menino da nova geração da família Soares, a proprietária da vinícola - João Maria nasceu em 2004, ano em que se produziu a primeira safra do vinho que aparece nas prateleiras em garrafas de 500 ml a um preço de R$ 163,00 no varejo.
A Herdade da Malhadinha Nova é uma das mais recentes e charmosas vinícolas portuguesas. Em 1998, a família Soares, um dos nomes fortes na distribuição de vinhos em Portugal, proprietária de catorze lojas especializadas no Sul do país, encontrou nas suaves colinas alentejanas o cenário ideal para erguer um projeto vitivinícola inigualável. Tudo foi pensado nos mínimos detalhes, desde a implantação de 27 hectares de vinhedos, em solos xistosos, com as castas touriga nacional, aragonês, trincadeira, alicante bouschet, syrah, cabernet sauvignon, alfrocheiro, arinto, roupeiro, antão vaz, chardonnay e verdelho, até a construção da adega de arquitetura tipicamente alentejana, com paredes caiadas de branco. O interior é recheado de pequenos lagares automatizados, que permitem a pisa mecânica das uvas, e modernas cubas de aço inox para fermentação dos vinhos com controle de temperatura. É um edifício em vários níveis, que se vale da força da gravidade para transferir o vinho de um lado a outro, evitando o uso de bombas.


A cave, escavada nas encostas a vários metros de profundidade, é ocupada por dezenas de barricas de carvalho francês onde estagiam os vinhos da casa. A capacidade de produção é de 150.000 litros por ano.
A primeira vindima da Herdade da Malhadinha Nova aconteceu em 2003, sob a orientação do enólogo-consultor Luis Duarte. Hoje, ele conta com a ajuda do enólogo residente Rui Lopes. Além do Pequeno João, estão disponíveis no Brasil: Marias da Malhadinha (tinto), Malhadinha (tinto e branco), Monte da Peceguina (tinto e branco) e Rosé da Peceguina. A imagem dos diferentes rótulos é desenhada pelas crianças da família, que imprimem um toque personalizado em cada vinho.
Na propriedade também há criação de vaca de raça alentejana em linha pura e porco preto certificado, além da produção de azeite em pequena escala. O restaurante gourmet, construído junto à vinícola, aproveita os recursos da herdade na elaboração de pratos regionais e em interpretações modernas que compõem os menus de degustação. O ambiente é o casamento entre tradição, modernidade e sofisticação.


Recentemente, a Herdade da Malhadinha Nova inaugurou uma pousada boutique que conta com um pequeno spa, em um edifício próximo à adega. Os hóspedes ou os visitantes que chegam apenas para conhecer o projeto têm à disposição um programa de várias atividades: provas de vinhos e passeios a cavalo, de bicicleta, moto, jeep, balão, entre outras.

Fonte: Patricia Jota (Assessoria de Imprensa)

Direto da Taça: Vértice Super Reserva Bruto Millesime 2005

Certamente o melhor espumante produzido em Portugal, este Vértice Super Reserva Bruto, da Caves Transmontanas, foi elaborado no Douro, pelo método clássico (ou Champenoise) a partir das castas Gouveio, Malvasia Fina, Rabigato, Viosinho, Touriga Franca e Códega. Amadureceu 24 meses em garrafa antes da 2ª fermentação, desenvolvendo grande complexidade.
Como todo espumante safrado, ele só é produzido em anos de colheitas excepcionais, neste caso, a de 2005.

Impressões de degustação:
Visual amarelo levemente dourado, perlage e mousse abundantes, aroma rico de frutas cítricas e notas complexas de mel, caramelo e fermento. Na boca, ótima presença, com acidez na medida e um agradável caráter frutado. É seco e refrescante, mas oferece uma textura muito sedosa ao mesmo tempo. Um espumante que merece ser bebido com atenção! Nota: 90 pontos. A mídia especializada não foi tão generosa: WS87/RP89.
Vendida no Brasil pela Adega Alentejana. Preço no varejo: cerca de R$75.

Safra de uva deve ser farta e de qualidade superior no Vale dos Vinhedos!


É com expectativa de uma colheita farta e de qualidade superior que os vitivinicultores do Vale dos Vinhedos, região que abrange Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, na serra gaúcha, aguardam a abertura da nova safra da uva.
Para o período que se inicia nos primeiros dias de janeiro e segue até março, a previsão é de que a produção supere em 15% o ciclo anterior.

Veja a evolução da produção de uva nos últimos seis anos
Os trabalhos de colheita estão embalados não somente por esses dois fatores. O aumento do preço da uva, que passou de R$ 0,46 o quilo para R$ 0,52 o quilo – valorização de 13% – é um fator que motiva o vitivinicultor, que há quatro anos não tinha a cotação de seu produto reajustado. Embora o valor tenha ficado abaixo do que era reivindicado, os representantes do setor têm a perspectiva de vender a fruta acima do valor mínimo.
Esse otimismo nos parreirais já reflete na indústria, que anuncia elevada demanda da matéria-prima para sucos, vinhos e espumantes. A uva comum, a chardonnay e a resling são as mais procuradas. O presidente executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, estima colheita 20% maior nos parreirais destinados à fabricação de vinho, especialmente pela entrada de novas áreas de plantio que estão começando a produzir agora.
— A perspectiva é boa. O clima está equilibrando chuva e sol em boas quantidades e o calor deve garantir uma matéria-prima de qualidade — avalia o executivo.
— Em geral, a safra deverá ser muito boa. Foi um episódio isolado, e claro que nos preocupamos com os produtores afetados, mas não é nada que comprometa o resultado — afirma o diretor executivo da Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho), Hélio Marchioro.
 
Fonte: Zero Hora

domingo, 26 de dezembro de 2010

Direto da Taça: Rippon Pinot Noir 2006


Os vinhos tintos elaborados na Nova Zelândia com a casta Pinot Noir merecem um destaque especial pela capacidade de alcançar grande qualidade com uma varietal tão temperamental e "bairrista", que só consegue atingir seu ápice qualitativo na Borgonha.
O Rippon Pinot Noir está entre os maiores expoentes desta casta no país, obtendo em safras sucessivas, um vinho de reconhecida qualidade.
Elaborado com vinhas plantadas entre 1985 e 1991, este PN 2006 amadureceu em barricas novas de carvalho francês (30%) e o restante em barricas de até 4º uso, para alcançar o equilíbrio e a complexidade desejadas.

Impressões de degustação:
Cor rubi média característica, complementada por reflexos violáceos. No nariz, frutas vermelhas frescas e intensas, além do desejado aroma de "sous bois" (bosque), tão caro aos melhores pinot noirs da Borgonha. Notas de defumação e ervas complementam a complexidade aromática do vinho. Na boca, ótima acidez e um bom corpo, com taninos leves e marcantes. O vinho não chegou no seu apogeu, mas já está muito palatável. Pessoalmente, acho que vai melhorar um pouco mais, mas não a ponto de merecer os 95 pontos conferidos por Robert Parker a esta safra. Nota: 91 pontos (Premium, R$185).

Vídeo: Conheça o Château La Conseillante no Pomerol!


Visite uma das mais renomadas vinícolas do Pomerol: o Château La Conseillante!

sábado, 25 de dezembro de 2010

Vinho Madeira completa volta ao mundo!


A pipa com Vinho da Madeira acabou de completar ontem a volta ao mundo com a chegada do navio escola Sagres da viagem de circum navegação que iniciou e terminou em Lisboa. Foi o retomar do “vinho da roda”. Trata-se de uma pipa de 55 litros com vinho Madeira, casta Malvasia de 2000, embarcada este ano, a 22 de Janeiro, numa passagem rápida pelo Funchal na viagem que o levaria ao Brasil.
A Sagres chegou ao início da manhã a Lisboa, depois de uma viagem de quase um ano à volta do mundo. Foi um dia depois do previsto, devido às más condições meteorológicas. Saíra há dois dias do mar Mediterrâneo, tendo passado a noite anterior em Lagos, no Algarve.
Depois de ter sido recebida com honras, ao largo de Algés, no rio Tejo, com a presença do Comando Naval, seguiu depois para a base naval de Lisboa, no Alfeite.
Ao Jornal da Madeira, o comandante Proença Mendes confidenciou que a pipa chegou cheia a Lisboa. Diz que, tal como a Sagres e a guarnição, “apanhamos muito frio, na Patagônia, e muito calor sempre que navegamos junto ao Equador”.


Quanto à pipa refere que “despertou muita curiosidade”. Além disso, sublinha que “fomos aproveitando para divulgar o Vinho da Madeira”.
Adianta ainda que, a este propósito, “brindámos nos nossos eventos nos Estados Unidos da América sempre com Vinho da Madeira recordando os nossos convidados de que a Constituição americana foi selada com um brinde de Vinho da Madeira”.
Por outro lado, refere que ofereceu algumas das 30 garrafas de vinho Madeira que foram igualmente embarcadas na passagem pela capital madeirense, “uma das quais ao presidente do Equador quando este visitou o navio em Guayaquil”.

Fonte: Jornal da Madeira

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Presente de Natal: Guia Copo e Alma 2011 de Aníbal Coutinho

Guia 2011 Anibal Coutinho

O crítico de vinhos de Portugal Aníbal Coutinho presenteia neste Natal todos enófilos apaixonados pelo vinho português com a nova edição de seu Guia Copo e Alma 2011!

Vídeo: Compreendendo o Puligny Montrachet com Olivier Leflaive!


Os vinhos brancos Grands Crus da Borgonha são poucos, e cinco dos seis, vêm dos vinhedos de Puligny-Montrachet e Chassagne-Montrachet... Por quê? Olivier Leflaive leva-nos através dos vinhedos e, em seguida, oferece uma degustação comparativa para tentarmos entender por que essa região é chamada de Côte d'Or (ou Encosta Oriental),  e não de Ouro ou Dourada, como é habitual ver traduzido.
Este vídeo aborda os seguintes tópicos:
  • As diferenças nas características dos grandes vinhos brancos da Borgonha;
  • Como os solos influenciam o sabor do vinho;
  • Degustação comparativa: Chassagne Montrachet, Meursault e Puligny;
  • Técnica: Quais os copos de vinho são melhores para se degustar um Borgonha branco. 

Direto da Taça: Château Los Boldos Grand Cru 2006

Ontem à noite, resolvi verificar a quantas andava a evolução deste vinho chileno, considerados por muitos, um dos mais "elegantes" produzidos no país, que ao lado do Santa Rita Casa Real, está entre meus preferidos. O Château Los Boldos Grand Cru é o vinho "ícone" da vinícola, localizada em Requinoa, Valle Cachapoal, e é elaborado com um corte bordalês (80% CS e 20% Merlot) das vinhas mais antigas da propriedade. O vinho amadureceu 18 meses em barricas de carvalho francês, seguidos de mais 12 meses de repouso na garrafa. 
Impressões de degustação:
Cor rubi escura bem característica de sua juventude. Nariz ainda um pouco fechado, com aromas de frutas negras (amora, cassis) e notas de madeira. Na boca, mostrou-se bastante encorpado, mas com uma presença excessiva de madeira e uma acidez aquém do esperado, deixando o vinho levemente desequilibrado.
Certamente é um vinho que precisa de um bom tempo de adega para alcançar o seu melhor. Nota (de hoje): 88 pontos. Adquirido no Free Shop por US$45. Importado pela Reloco. 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

II Concurso Fotográfico Enoeventos: conheça os vencedores!

Pelo 2º ano consecutivo, o site Enoeventos realiza em parceria com a Wines of Argentina, um concurso de fotografias sobre vinho. Diferentemente do que realizei no concurso fotográfico do Blog Vinhos e Mais Vinhos, as fotos aqui tem uma abrangência temática maior (inclusive uma das 10 fotos selecionadas para a etapa final tinha participado dele).
Apresento as 10 fotos finalistas abaixo, sendo as 3 primeiras por ordem de classificação e as demais por ordem alfabética (tive a grata satisfação de ter minha foto entre elas):

1º lugar: Vinhedo... mais uma colheita se foi!! - Paulo Nicolay - RJ
2º lugar: Sombra do desejo - Carlos Fernando Sampaio Marques - SP
3º lugar: Don Melchor e a Lagoa, harmonia pura - Mônica Luiza Alcântara - RJ

As demais em ordem alfabética:
Cordilheira dos Andes e vinhedo em Tupungato - Fernando Werneck Miranda - RJ
Brinde ao horizonte em Cascais - Gislaine Ceverny - SP (esta participou do meu concurso)
Vinhedos da Galícia à beira do Minho - Humberto Lisboa Leite - SP
Sobrevoando Vinhedos - Laura Cavalieri de Araújo - RJ
Reflexo Inebriante - Leonardo Azevedo Marcondes Rodrigues - RJ
Portal do Paraíso - Luiz Cola - ES (tirei esta foto dentro da Bodega Carlos Pulenta, em Mendoza)
Vibração - Patrícia de Moraes Nogueira - SP