Divas da Champagne!
Moet & Chandon Dom Perignon e Veuve Clicquot La Grande Dame 1996
Estas duas Champagnes safradas são como divas numa ópera! Ofuscam tudo à sua volta com o glamour e a qualidade que as cercam, principalmente quando são de uma safra tão especial na região quanto 1996. Existem muitos outros Champagnes dignos de nota, mas a regularidade e o volume produzido por estas duas casas é impressionante! Lamentavelmente, toda excelência tem seu preço, cerca de R$600,00 cada garrafa.
Tive a oportunidade de bebê-las na 1ª reunião deste ano da minha confraria, aproveitando o intenso calor que ainda faz em Vitória.
Não é necessário dizer que as duas honraram devidamente suas reputações e agradaram muito todos os confrades.
Veuve Clicquot La Grande Dame 1996 (WS95/RP95)
Composição: O blend deste Champagne é composto de 64% Pinot Noir escolhido de vinhedos Grand Crus em Ay, Verzenay, Verzy, Ambonnay e Bouzy nas montanhas de Reims. Completam o vinho base 36% Chardonnay de 3 vinhedos Grand Crus: Avize, Oger e Le Mesnil-sur-Oger, todos na Côte des Blancs.
Impressões: Indiscutivelmente, um Champagne diferenciado, com um "plus" de tudo de melhor que se possa desejar num Champagne. Com 13 anos de idade, não perdeu nem um pouco do frescor, com sua cor palha levemente dourada e uma perlage fina e intensa, a Grande Dame nos oferece um complexidade e intensidade aromática fantásticas. Notas de cítricos (tangerina em especial) e frutas secas e uma acidez perfeita completam o leque de sensações desta belíssima Champagne. Acredito que ela possa se manter assim por pelo menos mais 10 anos.
Moet & Chandon Dom Perignon e Veuve Clicquot La Grande Dame 1996
Estas duas Champagnes safradas são como divas numa ópera! Ofuscam tudo à sua volta com o glamour e a qualidade que as cercam, principalmente quando são de uma safra tão especial na região quanto 1996. Existem muitos outros Champagnes dignos de nota, mas a regularidade e o volume produzido por estas duas casas é impressionante! Lamentavelmente, toda excelência tem seu preço, cerca de R$600,00 cada garrafa.
Tive a oportunidade de bebê-las na 1ª reunião deste ano da minha confraria, aproveitando o intenso calor que ainda faz em Vitória.
Não é necessário dizer que as duas honraram devidamente suas reputações e agradaram muito todos os confrades.
Veuve Clicquot La Grande Dame 1996 (WS95/RP95)
Composição: O blend deste Champagne é composto de 64% Pinot Noir escolhido de vinhedos Grand Crus em Ay, Verzenay, Verzy, Ambonnay e Bouzy nas montanhas de Reims. Completam o vinho base 36% Chardonnay de 3 vinhedos Grand Crus: Avize, Oger e Le Mesnil-sur-Oger, todos na Côte des Blancs.
Impressões: Indiscutivelmente, um Champagne diferenciado, com um "plus" de tudo de melhor que se possa desejar num Champagne. Com 13 anos de idade, não perdeu nem um pouco do frescor, com sua cor palha levemente dourada e uma perlage fina e intensa, a Grande Dame nos oferece um complexidade e intensidade aromática fantásticas. Notas de cítricos (tangerina em especial) e frutas secas e uma acidez perfeita completam o leque de sensações desta belíssima Champagne. Acredito que ela possa se manter assim por pelo menos mais 10 anos.
Moet & Chandon Dom Perignon 1996 (RP98/WS93)
Composição: Praticamente 50/50 de Pinot Noir e Chardonnay dos melhores vinhedos da Moet & Chandon e posteriormente amadureceu 8 anos nas caves subterrâneas da Maison.
Impressões: Se era possível encontrar algo mais em uma Champagne, a busca acabou. A Dom Perignon 1996 é sublime, a quintessência máxima deste nobre fermentado! Cor palha muito sutil, um frescor absoluto, com aromas muito intensos e de uma gama extensa de notas aromáticas. Um paladar muito rico, com evidente sabor cítrico, lembrando lima-da-pérsia. Conseguiu a proeza de ser extremamente refrescante e sedosa ao mesmo tempo. Tenho de concordar com Robert Parker (que provou muitas outras safras...), é a melhor Champagne que já bebi!
Considerações:
Em casos assim, o preço, a fama e as notas são irrelevantes, o que resta (e não é pouco) é a satisfação de apreciar o apogeu de uma bebida que deu tanta dor de cabeça para seus produtores, até dominarem completamente o processo de fabrico e de armazenagem deste líquido único. Aos que tiverem esta oportunidade, não percam!
Luiz Cola
Em casos assim, o preço, a fama e as notas são irrelevantes, o que resta (e não é pouco) é a satisfação de apreciar o apogeu de uma bebida que deu tanta dor de cabeça para seus produtores, até dominarem completamente o processo de fabrico e de armazenagem deste líquido único. Aos que tiverem esta oportunidade, não percam!
Luiz Cola